Vertentes de Mim
 

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Escrito por Ivan às 20:01:31
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Tempo curto, não terei tempo de postar outro texto com o cuidado que a Koly merece.

Por mais uma semana o texto da vez será o anterior.

Beijos nos corações de todos!



Escrito por Ivan às 19:50:00
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Certas lembranças apertam o coração. Magoam, como se nunca houvessem magoado, ou eu não tivesse percebido a mágoa que causam. Magoam de novo, as com que eu já tinha sofrido. Onde o rumo? Onde a direção? Onde o afago que preciso por estes dias turbulentos que estagnam o que está no coração, interferindo no que penso?

Não há choro, ainda. Mas saudades das oportunidades que deixei passar. Talvez eu pudesse, hoje, caso viessem lá de trás, mudar tanta coisa... E hoje, busco perdão, mas não encontro a força necessária para tanto, ainda! Não é que esteja perdido, sei que está aqui, sei que vou encontrar. E o perdão,~não busco de alguém, busco de mim, busco em mim.

No fundo quero fugir, esconder, me libertar assim, de maneira mesquinha e covarde. Pura ilusão. Por disso saber, é que sei, não posso fugir, não posso esconder. Nem me esconder! Embora desconfie que, cedo ou tarde o choro virá. E se vir, que venha como purgar essas inquietações. Ou ao menos trazer melhores disposições na mente.

As vezes sinto que as lágrimas serão inevitáveis. Inconsoladas, incontroláveis, com raiva e aflitas. E me digo sempre que não posso ter medo de me encontrar numa esquina qualquer. Sem arrepios, sem pavor, sempre que eu me ver olho no olho.

Sei que preciso querer que as conversas comigo mesmo sejam inadiáveis. Que elas existam nos tempos oportunos. Que elas sirva para resolver essas pendências emocionais de desamor comigo mesmo.

Sei que não me faltará amparo. E que dele, eu possa ser cada vez mais digno, porque precisarei.

Que eu seja digno do amaparo para carregar essas lágrimas aflitivas para longe, tirando de mim o peso da dor.

Que eu seja digno de um melhor jardim, na medida em que eu me resignar no campo de batalha pessoal onde estou sempre a lutar.

Que, seja lá qual for o tamnho da dor, eu seja digno de atravessar meus caminhos, à medida que eu administre meus temores.

Que eu também seja digno de encontrar amigos, pessoas, para me aconchegar e dizer palavras que auxiliem meu equilíbrio- será pedir muito?

Que minha razão ceda um pouco de seu lugar à emoção, e eu seja digno de sentir mais o que sempre senti de menos, ou me impedi de sentir- o que eu não havia percebido, auxiliou na chegada desses tormentos.

Que eu seja digno de seguir em frente, esquecendo o que passou e não serve mais, pisando em terra firme, vivendo melhor o presente, lançando mais meus olhos para o futuro.

Que eu seja digno de fazer brilhar a luz divina que carrego, para irradiá-las cada vez mais, sobretudo àquelas pessoas a quem colaborei para estarem na sombra. Sim, ainda a razão me leva a crer nessa luz. preciso encontrá-la no coração agora!

Enfim, sei que foram muitos os pedidos. Mas, à medida que eu faça minha parte no esforço, eu possa ser digno de ser atendido.

Que assim seja!


Escrito por Ivan às 10:26:30
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  UM TRAÇO SOBRE A ILUSÃO

Cada um de nós temos experiências únicas, assim como são únicas as reações também. Porém, quando modelamos nossas reações emocionais através dos critérios dos outros, é como se se, nessas ocasiões, estivéssemos estabelecendo metas ilusórias na vida. Tendo como base esses critérios alheios, criamos fantasias em nossa mente. Constantemente. Ignoramos fatos ou sentimentos que nos são inadmissíveis em nossa vida, embora sejam autêncticos e nossos , utilizando- conscientemente ou não- de mecanismos de defesa dos mais diversos. Ter somente o outrro como referência de nossas emoções e sentimentos traz-nos, quase sempre, frustrações aparentemente inexplicáveis.

Falando melhor, no dizer de Hammed, "somos nós mesmos que nos iludimos, por querer que as criaturas dêem o que não podem e que ajam como imaginamos que devam agir". Gostamos de alguém imensamente às vezes e alimentamos a idéia de que esse alguém possa corresponder-nos exatamente como esperamos, e assim vamos criando sonhos românticos entre fantasias e irrealidades.

Somos os únicos responsáveis  pela qualidade de vida que experimentamos, inclusive a vida emocional, por isso não creio que devamos culpar alguém por nosso desacertos no campo dos sentimentos. Embora o outro possa colaborar, e muito, com nossa estabilidade ou instabilidade emocionais, não posso delegar toda a responsabilidade de meus infortúnios interiores se depositei expectativas emocionais em outrem, esperando que este me supra as carências e necessidades emocionais, sem nunca antes me perguntar se é justa tal espera.

Mas, as ilusões que experimentamos na vida, como eu disse, são de diversas naturezas. Uns pensam que a posse material nos traz felicidade; outros pensam que o amor é garantido com fama e dinheiro; outros pensam que a força bruta lhe darão segurança; enquanto outros pensam que a prática sexual constante  lhes darão uma gratificação integral na vida.  As válvulas de escape são como momentos vetores temporários de nossas frustrações e inquietações íntimas. Porém, longe de resolver o problema, nos afastam ou nos fazem esquecer de nós mesmos, impedindo-nos, cada vez mais, de buscar em nós, os verdadeiros algozes de nós mesmos, a força para reverter, cada um a seu tempo, os quadros de toda sorte de angústias interiores.

Nossa ilusões, alimentadas pelas mesmas válvulas de escape, são como crenças distorcidas de quem tem, poe exemplo, o sexo ou o dinheiro como divindade suprema- inconscientemente às vezes. Tais ilusões, por nos proporcionar um estado de calmaria (temporária) em nossas emoções, desenvolvem o medo de abandoná-las. Renunciá-las não é mesmo fácil, se não percebermos que a alegria e o sofrimento  não estão nos fatos e nas coisas da vida, mas na forma como a mente os percebe.

Creio que, para que nossos atos e comportamentos sejam autêncticos, é preciso que nossas emoções devam ser percebidas como são reconhecidas por nossa consciência (que jamais nos trai); assim nossas expressões serão mais apropriadas às situações, num esforço de constante de melhoria.

Não sentir é como viver em constante ilusão. Reprimir  nossas emoções inibe o ritmo da pulsação interna, limita a vitalidade e reduz-nos a percepção. Ao reprimir uma emoção, é como se estivéssemos reprimindo algumas outras. Isso nos trará medo, e o resultado do medo é a perda do poder de pensar e agir com espontaneidade. Porém, o medo (até mesmo  porque o espaço que tenho aqui é pouco), é assunto para outro dia. Talvez, o próximo texto...



Escrito por Ivan às 20:19:30
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  O QUE NÃO ME MATA ME FORTALECE, POIS PARA VIVER, É PRECISO TER CORAGEM PARA MORRER!

Crises são períodos amargos em nossas vidas. Parecem representar a quebra ou interrupação de um equlíbrio confotável, cômodo e trazer sofrimentos, tormentos... Olhar a crise de perto, com outros olhos, talvez os da alma, talvez seja o grande exercício para que encontremos um lado bom nela. O lado bom da crise é o motivo pelo qual ela nos leva a encontrar a coragem de promover mudanças, sobretudo quando necesárias. Quantas vezes algo nos aconteceu, nos parecendo uma tragédia, obrigando-nos a tomar atitudes que transformara um setor de nossa vida para melhor? E hoje, até agradecemos que tenham acontecido! As crises que serão enfrentadas trarão resultados bons ou ruins, dependendo da forma com que encaramos cada uma delas. Uma mesma crise pode produzir efeitos diferentes em duas pessoas. As pedras são, as flores são, as nuvem são. é como se elas tivessem "ser", pois são alguma coisa. Mas não sabem disso. Não se aborrecem, não se alegram, não criticam o chefe ou ao vizinho, nem mesmo têm dor de cotovelo. Somente a criatura humana (um espírito, essêncialmente, porém encarnado- desculpem aos que não concordam) existe conscientemente. Tem consciência do próprio ser. Todos sabemos que somos alguma coisa. Somente nós temos essa condição. Porém, tomar consciência do real e verdadeiro motivo de nossa existência é coisa rara. Em geral temos tempo para consumir, para gostar daquilo que todos gostam, vivendo o que os outros vivem, esquecendo que somos, cada um, um ser que existe individualmente e que deve descobrir-se, autenticar-se. A vida não é lucro. Viver é como uma expressão de aperfeiçoamento pessoal, ainda que, como nossa participação efetiva, colaboremos para que o coletivo também se aperfeiçõe. Viver é como um dom que nos foi dado e, deverá continuar a ser um dom de nós mesmos. A conformação com um tipo de prazer habitua a criatura humana ao desinteresse, ao imediatismo, e o distrai das exigências de sua abertura em busca da satisfação verdadeira de ordem naturalmente superior à uma busca pura e simples do prazer. O prazer pode trazer a satisfação de uma necessidade, mas o plano da vida humana não se reduz ao estritamente necessário. Perseguindo-se o prazer efêmero, experimenta-se- não sejamos hipócritas de negar- alegria toda vez que são alcançados, considerando esses momentos como felicidade inclusive, que, no entanto, não correspondem ao sentido profundo de que ela se reveste, e poucos, além de não experimentarem, parecem nem estar preparados.Penso, logo sou, li num livro. É que o pensamento revela a existência do homem a si mesmo. E ele quem começa a livrá-lo de doque lhe amarra em sua vida efêmera, embora pareça confortável. A interpretação equivocada da vida é que parece nos conduzir à buscas irreais, que perdem, inclusive, o significado quando se alteram os fatores que constituem a cada uma de nossas vidas; o que é um tanto salutar, pois nossa visão, em determinada época da existência, muda completamente em outro período. Vivemos num mundo, e cercados de pessoas (sendo uma delas, muitas vezes, inclusive), em que a visão das pessoas está marcada pela busca de resultados imediatos. Viciados por demais em nossaos critérios, através dos quais realizamos os nossos juízos de valor, fechamo-nos em nosso mundo particular, defendendo-o com unhas e dentes de quem tentar se aproximar. E muitos são os que existem e podem colaborar em nos ensinar a sentir e viver outras experiências. É preciso coragem. "Viver é ter coragem de morrer", aprendi num encontro em Franca, aos 18 anos de idade, em 1996. Morrer como ser obrigado a desligar-se de tudo aquilo que nos fixamos nesta vida, que nos acomoda, que nos impede ao novo. Quando buscamos não nos fixar à essas coisas, na medida em que as transformamos, renascemos com nossa própria obra. Sempre. Capacidades de superar as dificulades, tragédias, dramas pessoais, todos temos, eu acredito. Mesmo as pessoas consideradas frágeis e de baixa energia interior, muitas vezes têm um botão de reação finalmente ligado quando surpreendidas por uma grande dificuldade. Sim, podemos ser salvos pela crise. Nietzsche (é assim que se escreve, será?), o autor da frase que intitula este texto- e pelo assunto que abordo, é fácil de perceber que não é à toa que ela está aqui-, acreditava na capacidade que o homem tem de dar a volta por cima. Ele também achava que essa capacidade não era para todos. Disso, discordo sobremaneira. Mas, o que concordo com Nietzsche é a idéia que ele nos legou sobre a vontade de poder, ou de dar poder à vontade. Com a frase acima, entendo que possuímos o poder de superar nossas fraquezas e nossas dificuldades. E o incômodo que sentimos em manter as fraquezas, diante das diiculdades é que parecem acionar o gatilho que dispara esse poder à vontade de mudar. Eu mesmo já escrevi muitas vezes sobre isso. A força está em nós. E, temos exemplos aos milhares por aí.

Escrito por Ivan às 20:17:24
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  DEFINIÇÕES COMPARATIVAS

COMO...

A ternura mansa da esprança adolescente. A simplicidade das flores que nascem e morrem sem nunca serem vistas sem jamais deixar de serem lindas. A fúria ardente do solo ao receber as primeiras gotas de chuva após longa estiagem. A fartura dos ventos que tranportam o perfume dos jardins e bosques. A alegria surda e pura das nascentes levando o cristalino frescor entre húmus e gravetos. O orgulho da árvore ostentando o primeiro fruto. O êxtase e vertigem da alma caída de amor. A intensa força estática do silêncio que substitui as palavras. Grandes momentos que precedem acontecimentos definitivos. Todas as horas que o tempo tem para me conceder. Sentir essa chama que parece arder na alma numa explosão de imagens nunca vistos. Emocionar-se somente por lembrar de palavras, às vezes nem ditas. Fechar os olhos e te sentir ao meu lado, desejando teu afeto, teu corpo, tua presença. Sentir-me feliz apenas por saber que existe. O mistério de duas almas que parecem se tocar num abraço de corpos. Mergulhar com a certeza de que não há uma única pedra, só a refrescância da água num dia de calor. O que não parece ter fronteiras, nem modos, não espreita ou sucumbre, nem existe para satisfazer egoísmos. O universo em volta que se harmoniza quando dois corações pulsam em ritmo semelhante. Duas almas que se encontram e se reconhecem fazendo do sofrimento alguma coisa mais amena. Pequenos gestos movimentam turbilhões de sentimentos elevados, alcançam esferas sublimes. Aceitar viver somente os problemas que levam à felicidade, pois que a infelicidade não interessa. O que não quer nada do muito, apenas basta-se com o pouco que traz tanta paz e alegria. O que é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. O que não cobra, não disputa e não sufoca. Redentor de todos os equívocos do passado, a regeneração de tantos erros. Filho da cápacidade de crer e continuar, mantendo-se mais forte mesmo diante de tantas adversidades. O que não pede muito, mas tem demais; não reivindica, mas consegue; não persegue, mas recebe; não exige, quer dar; existe para ser feliz.

É ASSIM COMO SE PROCESSA MEU AFETO POR VOCÊ!

 

Sim, estou de volta. Comemorando com a Koly, de novo, essa coisa tão linda que tenho com ela e que chamamos, ela e eu, por nosso entendimento, de amor. E que belíssimo e abençoado ele é. Em breve, meus já tradicionais e frequentes textos, além de minhas visitas a todos vocês.



Escrito por Ivan às 19:18:54
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  DOIS TERÇOS

Do dia em que te conheci até o dia em que te descobri ocupando enorme espaço em meu coração levou tempo. É como se tivesse vindo de mansinho, abrindo um fresta entre a porta e o batente a princípio, até que ela tenha sido escancarada de vez. A luz que te acompanha entrou. E me ensinou os passos iluminando o cainho que me levam ao seu beijo. Me ensinou também a caminhar por seus abraços. E me ensinou o prazer de sentar na mesa para uma encantadora convesa. E me ensinou a querer música de par colado.

Você foi chegando assim, pequena, e cresceu. Quis saber, sem timidez, de minhas sensações, de minhas preferências. Se interessou pelos meus sins, pelos meus nãos, pelos gostos e desgostos. E, inevitável que seria, me cativou, ocupando em mim o espaço que hoje ocupa. Se havia um céu nublado, as frestas de luz, foi você quem trouxe.



Não sei se é pouco o que te trago, mas queria te dar muito. O que demais bonito tenho, pois é o que de você, tenho recebido de oferta. Dentro de mim, quis aprender a estar dentro de você., partilhando de suas histórias, também de seus sins e nãos, de seus gostos e desgostos. Quis compartlhar das chuvas nos rosto refrescando os dias quentes; do calor do sol e a doçura como que nos toca em dias de inverno.



Hoje temos um mundo particular, onde habitamos somente você e eu. É lá que há de encontrar meus sonhos esperando pelos seus para passearmos pelas floridas alamedas de nossos desejos. É lá que poderá ver com esse seu olhar tão doce que você tem algumas estrelas , sabendo que meu olhar estará fitando estas mesmas estelas.

Neste nosso mundo, quero que, a cada dia, quando deitar teu corpo cansado do cotidiano, eu tenha um regaço enfeitado de girassóis ,para pousar tua cabeça e receber o teu cansaço e aliviar suas dores. E, quando fechar os olhos, que diga, como uma prece, a doce frase "boa noite, meu amor", para que eu,ao seu lado, possa então, ouvindo seu sono, adormecer em paz.



Ah, Koly! Que magia é essa que me dá vontade de te sentir aconchegada em meus braços, vendo tuas asas se abrirem è menor brisa de meu afeto por você, num vôo de muito brilho, que iluminando até o horizonte, nos faz donos desse mundo, onde tem eu dentro de você e você dentro de mim, tão simples assim...!

Teu cheiro me acompanha, envolvendo o ar das lembranças que respiro todos os dias. O gosto do seu beijo fez morada em minha boca e no corpo, ainda sinto na lembranças, as marcas de suas mãos quando não está aqui, do meu lado, presente, como é presente em meu coração. Sou capaz de te escutar cantando baixinho um canção ou outra, ou mesmo seus passos entrando de mansinho no quarto antes de se deitar ao meu lado apenas para ficar ali, tão perto de mim, alegrando minha hora, como estas lembranças enfeitam a memória. Sou capaz de ver à minha fente, seu sorriso que tanto já secou as lágrimas que escondiam a minha alegria.

Está sempre aqui, em tantos pedacinhos de cada um de meus dias.

Como eu queria, neste momento, abrir os olhos. Estender os braços. Aninhar seu corpo no meu. Voltar a dormir. Voltar a sonhar. Somente isso. Somente isso bastaria.

 

 

 

http://fotolog.terra.com.br/arte_com_carinho:64 é o endereço de uma amiga. Ela pediu para divulgar.

Meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 17:11:23
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Como sabem, muito do que penso é reflexo de meus estudos na doutrina espírita, que norteia meus raciocínios. Mas nem sempre ajo como penso, já que a distância entre um e outro é determinada pelas minhas limitações enquanto ser humano fálico, principalmente no campo dos sentimentos. No entanto, embora eu tenha já me equivocado muito nestes meus 29 anos de vida, é na paternidade, um dos campos de minha vida, em que procuro o esforço por me equivocar menos! Eu não queria ser pai. E, às vezes ainda penso que seria melhor se não o fosse. Mas tenho aprendido muito com a experiência.

Assumir compromissos paternos é o mesmo que assumir o esforço pelo aperfeiçoamento pessoal, no tocante ao desenvolvimento de nossos mais nobres sentimentos. Paternidade tem mesmo um caráter divino, pouco assumido por muitos. Eu mesmo ainda sou invigilante, embora tenha melhorado se levarmos em conta minha indiferença ao primeiro filho- ele me ensinou tantas coisas que ainda eu poderia até escrever a respeito por aqui. Infelizemente, nossa sociedade parece desavisada sobre a nobreza conceitual e contextual dos valorosos atributos adquiridos quando se esforçam por ser um pai com tal compromentimento. Independe de religião. Independe de classe social. Independe de formação acadêmica. Depende de sentimentos, estes que nos movem sempre, sejam positivos ou não.

Aqueles que se tornam pais, mas não se comprometem com esse caráter divino mantém-se longe das verdadeiras noções de humanidade. Ser pai é também buscar humanidade. Muitos de nós, pais no mundo, precisamos nos esforçar cada vez mais à compreensão da complexidade e grandeza bendita que é a paternidade. É até mesmo natural que nos interessemos pelo mundo, até mesmo por alguns acontecimentos vulgares, mas a paternidade se configura essencial, onde se deve atender aos desígnios desse caráter divino, quando consideradas as responsabilidades mais importantes que nos são conferidas em relação à essa condição.

Filhos são como preciosidades que Deus confia às mãos desses humanos, onde solicita cooperação e afetividade eficiente. Cada dia que passa tento absorver esses conceitos, me percebendo o quanto sou abençoado por ter tal confiança e o quanto é precisos cuidar das primeiras orientações de vida do Pedro Henrique e do Mateus, as criaturinhas que Ele me confiou. Emmanuel escreveu certa vez que receber encargos desse teor é alcançar nobres títulos de confiança. Por isso, criar filhos e aperfeiçõá-los não é tão fácil.

A grande maioria dos pais parecem desavisados quanto a esta contextualização, a meu ver. Seja nos chamados excesso de ternura, ou nos exageros das exigências. Que eu possa, com minha busca, compreender cada vez mais que, para ser pai, são necessários profundos dotes de carinho e afeto, à frente desse compromisso onde deve brilhar o dom do equilíbrio emocional.

Quantas sementes vocês acham que o homem tem o direito de possuir, para desperdiçá-las plantando a esmo? Suponha que seu pai fosse obcecado por ter filhos, não importasse de qual mulher, nem o amor que sentisse por ela. A única coisa que lhe importava era o seu objetivo: ter um filho homem, a quem daria o seu nome. Suponha ainda que seu pai estivesse tão cego para os seus objetivos que nunca traçou um plano ou escolheu onde iria colocar sua semente. Jogava-a na primeira mulher que ele julgava amar. Suponha que todas essas mulhers fossem estéreis. Depois de tantas tentativas frustradas, ele abandonaria todas e perderia o sonho de ter um filho.

Vocês conseguem perceber- se é que minha percepção está certa- a importância da terra? Que Deus me ajude a ganhar cada vez mais serenidade para que eu não desperdice as sementes que me chegam para o plantio no coração de meus filhos e que eu possa me abrir às sementes que, porventura meus filhos carregam para plantar em meu coração.
 
 
 
Já falei sobre meus filhos antes, sobretudo do mais velho. Alguns destes posts foram escritos em 01/10/06, 13/05/05, 16/04/05, 20/04/05, 17/05/05, 24/05/05, 13/06/05, 24/05/05, 13/06/05, 01/08/05, 14/10/05 31/10/05 (com foto), 10/01/06, 09/05/06 , 07/07/06, 23/10/2006 e 04/01/2007.
 
No meu outro blog, um texto sobre o ABORTO. Http://umcasal.blogspot.com.


Escrito por Ivan às 16:55:53
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  A SAUDADE MANDA OS SENTIMENTOS ESCREVEREM

 

Ainda não vi melhor definição para a palavra. Antes, eu costumava dizer que a saudade é uma falta ali bem presente. Não que eu tenha discordado agora. Mas a definição que conheci recentemente é melhor: a saudade é quando um momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Já pensei um sem número de vezes falar sobre saudade, inclusive. Mas, como sempre, eu quero escolher as melhores palavras, para não ser clichê e, principalmente, cuidar que elas surjam do coração. Os textos que escrevo tendo você no pensamento são assim. Eu nunca escrevo com você fisicamente presente. Quando estou com contigo, vivo uma experiência sem precedentes em minha vida. E, quando vem as despedidas, têm lugar esse sentimento tão incoerente. Incoerente porque ele é ruim de sentir, me trazendo a falta de tudo aquilo o que você representa para meu coração; e bom de sentir, porque, sendo redentora a oportunidade de me relacionar com você assim de forma tão bonita e sem precedentes, a saudade é como um termômetro a medir a intensidade do que eu sinto por você, ou seja, minha capacidade de resposta em me entregar à algo que jamais pensei que fosse possível, por conta de tanto orgulho, egoísmo, vaidade, baixa auto estima, sei lá. Você derrubou tudo isso.

Aliás, falando nisso, de quantas saudades se faz uma despedida? Dessas despedidas em que a ida para os necessários afazeres de cada um, deixa a vontade de continuar sentindo o calor dos seus abraços dando vontade de desistir de ir, mesmo sabendo que é só por enquanto?

E, de quantas despedidas ao logo de nosso tempo juntos se faz a certeza de cada lindo reencontro? Dessses reencontros que não partem do zero, mas exatamenteo do momento onde cada anterior cessou, e o calor dos abraços ainda não esfriou?

Em você Koly, minha alma transparece, me fazendo ser eu mesmo, com as angústias e aflições, bem como os sorrisos e os prazeres. Minhas mãos querem te procurar, meus olhos querem te avistar, sem que eu esteja me sentindo na solidão.

Você já é parte da minha vida há algum tempo, e por esse tempo escrevo esta singela homenagem, ao completarmos mais um pequeno, mas intenso ciclo. Que esse sentimento que nutrimos um pelo outro possa ser constante e dignamente alimentados por nós dois, como se viéssemos de uma terra distante (o nosso mundo, aquele em habita somente você e eu), mas de um mesmo colo, o colo do puro afeto.

Aliás, por falar em distância... de quantas distâncias, dessas em que medimos em quilômetros e por elas são convencionadas as distãncias geográficas, dividindo o mundo em países, os países e estados, estados em cidades, vilas, bairros, abrindo ruas, construindo muros ao redor das casas, e paredes dentro dos muros e ao redor das casas, e dentro das casas, entre as paredes, pessoas longe uma das outras, e dentro das pessoas, a saudade, os desejos e os sonhos de estarem juntas?

Me pergunto: de quantas estrelas é feito um sonho desses que podem brilhar a noite inteira?

Só sei, Koly, que nessa divina ópera onde todos os sons emitem a doçura do amor e juntos estão as lembranças e vontades de você, sinto saudade de ver brilharem as estrelas no céu de seus abraços, e sei também, que da saudade de dois lindos olhos, um lindo sorriso, dois ternos e calorosos braços e uma alma cativante de meu coração se faz um mundo inteiro em minhas lembranças...

 

Visitem também http://umcasal.blogspot.com e vejam o que tenho a dizer sobre cervejas e Zeca Pagodinho! Lá também é possível ver umas fotos de minha musa.

 



Escrito por Ivan às 17:17:41
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Um outro dia, numa palestra, temas como a baixa autoestima, a ansiedade e a insegurança embasavam as perguntas daqueles a quem, carinhosamente me ouviam. Não sou especialista em assunto que seja, apenas um interessado nos estudos das emoções humanas. Por isso esse tema está tão presente no meu blog. E por isso, nas palestras e estudos que monitoro, me sinto contente em compartilhar o que vou descobrindo nas informações que colho.

O conjunto de idéias que nos levam a sensações equivocadas de que não somos capazes de realizar algo de valor, leva-nos ao quadro emocional do complexo de inferioridade. E o referencial é sempre os outros, qua nos parecem mais felizes, mais capazes, masi resolvidos. Quando nos sentimos inferiores, não entendemos ou sentimos que podemos criar nossas experiências, modificando-nos. Melhor que adotar uma postura de supérioridade para compensar esse sentimento de inferioridade que vai nos corroendo, enquanto não o assumimos, para, a partir dele, retomar as rédeas de nosso pórpios impulsos.

A baixa autoestima gera outros sentimentos que nos incapacitam à autenticidade. O inseguro não acredita no seu valor pessoal, por isso deposita, muito frequentemente, suas expectativas emocionais nos outros, tendo os outros como referências para suas atitudes, numa busca desenfreda para melhorar a dor de suas carências. Com isso, não percebe quer cria muitas dificuldades em seus relacionamentos.

Os iseguros não se expressam. E usam como justificativa para um vida emocionalmente triste o fato de não terem atenção, de term sidos rejeitados, etc. Não entendem, por exemplo que, quando numa relação, alguém escolhe outro rumo existencial, não se pode desestabilizar por causa disso. Uma tristeza inicial e um certo abalo num tempo justo para que nos recuperemos, mostrará que somos sensíveis, não nos prender a algemas poderosas de um passado.

A ansiedade, neste quadro, atrapalha muito, pois, se dependemos emocionalmente dos outros, não entendemos que as íntimas convicções é que determinam a nossa foirça de (re)agir. A ansiedade jamais alterará nosso destino, mas sim nossa vontade e empenho no tempo presente. Acredito que na providência divina, tudo tem a hora exata de ocorrer. Por isso, também acredito que precisamos nos esforçar para aprender a nos integrar com o ritmo natural das coisas, caminhando passo a passo para chegarmos à serenidade tão necessária nos momentos de crise.

Que não distanciemo-nos de uma vida mais autêntica. E que esse encontro com particular, cada um de nós, com a individualidade, nos coloque à frente de nossos conflitos para que, a aprtir desse conhecimento, busquemos alternativas para as curas de nossas aflições mais punjentes- que nos impendem de viver em paz.

Obs.: gosto dos ensinamentos de Jesus, embora não seja religioso. É que acredito que ele tenha se preocupado com um sem número de vertentes das aflições íntimas e seus ensinamentos são injeções de ânimo. Sobre a auto estima, por exemplo, ele disse "Vós sois deuses, e poderão fazer até mais do que fiz", não sei em que parte da bíblia. Sobre a insegurança, disse: "Seja porém, o vosso falar: sim, sim; não, não", em Mateus, 5-37. E, por fim, sobre a ansiedade, ensinou-nos: "Não andeis pelo dia de amanhã, porque este a si mesmo lhe trará cuidado; ao dia de hoje, basta a sua própria aflição", também em Mateus, no capítulo 5.

 

 Meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 19:43:47
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O CAMINHO DIVINO
 
 

Uma das coisas mais difícil de imaginar é um universo infinito; e com ele dimensionar um progresso infinito, um processo infinito de compreensão das realidades e uma extensão infinita para a evolução do pensar e sentir. Como pode algo se estender para sempre? Sem fronteiras, sem limites, com as quais lidamos todos os segundos de nossa existência. Mais intrincado ainda é imaginar um universo finito, ou formado por uma sucessão de finitos...

Buscar respostas a estas perguntas é melindroso até, mas quem nunca se perguntou? Allan Kardec diz que "o infinito é uma abstração". Talvez, se usássemos a imaginação, poderíamos conceber o universo em duas dimensões: tempo e espaço, e, pra facilitar, visualizaríamos que este universo contém e está contido na superfície de uma bexiga. Sendo soprada, a bexiga teria um limite e estouraria ao ultrapassá-lo. Uma vez mais imaginemos que ela não estoure nunca, que pudesse ser indefinidamente soprada. Se, olharmos de fora, como mero observador do processo, de certo modo teria um fim, pois estamos observando o acontecimento (estamos fora do universo).

Ocorre, entretanto, que estamos vinculados a ele, e se cada um de nós nos movêssemos (caminhássemos por nosso universo) nessa bexiga, enquanto ela estiver infinitamente sendo inflada, não teríamos limite algum. Parece que o universo tem propriedade semelhante. Se caminharmos ao redor da bexiga, não acabaríamos voltando ao ponto de partida? Nunca, mesmo que nos pareça semelhante- e não se deve esquecer que aqui, a bexiga é constantemente soprada, sem que estoure.

Nosso universo íntimo (aquele de que é composto e compõe cada um) parece também exibir essa mesma característica...

Não é à toa que tanto homens notáveis tenha evidenciado isso em seus pensamentos. Em especial, o mais notável deles, Jesus que asseverou sermos deuses e podendo, cada um de nós, fazer até mais do que ele próprio fez. Palavras dele. Portanto, nosso caminhar deve ser o caminhar de uma proposta divina, como se fosse a prática do desenvolvimento do projeto de felicidade plena que a providência divina reservou para cada um de nós.

O caminho divino, atribuindo a ele características do universo onde existimos e vivemos, ao expandir-se (lembrem da bexiga), qualquer caminho nosso será sempre uma curva, uma linha. Ao ser esticado (como na bexiga), qualquer caminho transforma-se numa linha, que num plano seria uma reta. Ou seja, se o menor espaço entre dois pontos num plano é uma reta e a menor distância entre dois pontos situados no espaço é uma curva, e, por isso todos os caminhos simplificados pela menor distância e pela facilidade de transpô-la, logo o caminho divino (nosso caminho) é uma coisa natural, bastando a nós existirmos para caminhá-lo.

Quando não existe barreiras nosso caminhar é repleto de mensagens que nos orientam para o processo de "passear" pelo caminho divino- que é todo o universo que nos cerca, no dizer de Pessoa: "sou do tamanho daquilo que vejo."

Não existe um caminhar, mas vários caminhos, que nos levam a um só lugar: a expansão cada vez maior de nossa consciência. Que possamos usufruir das possibilidades de nosso caminho, pois, o caminho de cada um é único. Aprendamos a caminhar em várias direções, fazendo de nossos passos o único caminho possível em que podemos nos movimentar.

Na questão 779 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta: "O homem possui em si a força de progredir ou o progresso é produto de um ensinamento?"A resposta foi a seguinte:"O homem se desenvolve por ele mesmo, naturalmente. Mas nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma forma. É então que os mais avançados ajudam o progresso dos outros, no contato social"

 

Visitem meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 19:24:09
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  HOJE O TEXTO É TRASNCRITO (e adapatado), MAS É PORQUE EU GOSTEI!

O PRIMEIRO OLHAR

"Momento em que a vida passa da sonolência para a alvorada. Primeira chama que ilumina o íntimo do coração. Primeira nota mágica arrancada das cordas de prata de um sentimento que poderá nascer. Momento instantâneo, se abrem diante da alma as crônicas do tempo. Se revelam aos olhos as proezas da noite, e as vozes da consciência. Abre os segredos da eternidade para o futuro. Semente lançada, e espargida pelos olhos do ser amado na paisagem do amor, depois regada e cuidada pela afeição, e finalmente colhida pela alma.

Nada mais cheio de esperança do que o primeiro olhar

Nenhuma expectativa vã, pois não se teve tempo de esperar ainda.

Nenhum sentir fulgaz, pois ainda não chegou o tempo de sentir.

Nada interfere no primeiro olhar, durante os infinitos segundos em que sobrevive.

Não há tempo, nem espaço

Apenas olhares que se interpenetram pela primeira vez.

O que buscam e dizem ao deixarem-se se perder?

Respostas que não virão!

Mesmo que após este, se sigam muitos outros, que os olhos decidam por enamorarem-se, e se visitem diariamente em cada aurora, a lembrança do primeiro fica na retina da alma, na história do Espírito.

E, quantos "primeiros olhares" neste exato instante do tempo?

Quantas vidas alvorecem com eles enquanto observamos carros passando apressados?

Quantas novas forças, novas oportunidades, visões novas sobre um mundo velho?

Quantos reencontros pelo esquecimento da memória se entregam pela lembrança do coração?

O que seria do amor sem o primeiro olhar?

Celebremos o amor que nasce, promete, potencial, como festejamos o fruto doce.

Exaltemos a vontade de ser borboleta, encontrada na lagarta que nasce.

Festejemos a cada novo amor, da mesma forma que exultamos ao receber no mundo uma criança.

Não nos deixemos levar pelo pessimismo destruidor de corações partidos, que ainda não permitiram ao mesmo tempo cicatrizar suas chagas.

Não desistamos tão facilmente das potencialidades humanas, debaixo de expressões autofágicas como "não tem jeito", ou "está cada dia pior".

Acreditar no amor que está por vir é acreditar na sobrevivência da vida, e lutar por ela.

                                    "O amor é de essência divina, e todos vós, do primeiro ao último, tendes no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado"

"O amor está por toda parte na Natureza, que nos convida ao exercício da nossa inteligência. até no momento doas astros o encontramos. É o amor que orna a Natureza de seus ricos tapetes. Ele se enfeita e fixa morada onde se deparem flores e perfumes. É ainda o amor que dá paz aos homens, calma ao mar, silêncio aos ventos e sono à dor."

Fontes: site Momento Espírita; texto do livro A Voz do Mestre, de Khalil Gibran; item 16 da introdução e item 9 do capítulo 11 de O Evangelho Segundo o Espiritismo

No http://umcasal.blogspot.com tem texto inédito, inspirado naquela a quem me encanta só de olhar.  



Escrito por Ivan às 16:05:29
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  MAIS DO MESMO- É TEMPO AINDA DAS AFLIÇÕES! E, POR ISSO, ROGO A MESMA PRECE!

 
Certas lembranças apertam o coração. Magoam, como se nunca houvessem magoado, ou eu não tivesse percebido a mágoa que causam. Magoam de novo, as com que eu já tinha sofrido. Onde o rumo? Onde a direção? Onde o afago que preciso por estes dias turbulentos que estagnam o que está no coração, interferindo no que penso?

Não há choro, ainda. Mas lamentos por deixar oportunidades. Talvez eu pudesse, hoje, caso elas viessem lá de trás, mudar tanta coisa... E hoje, busco perdão, mas não encontro a força necessária para tanto, ainda! Não é que esteja perdido, sei que está aqui, sei que vou encontrar. E o perdão, não busco de alguém, busco de mim, em mim.

No fundo quero fugir, esconder, me libertar assim, de maneira mesquinha e covarde. Pura ilusão. Por disso saber, é que sei, não posso fugir, não posso esconder. Nem me esconder! Embora desconfie que, cedo ou tarde o choro virá. E se vir, que venha como purgar essas inquietações. Ou ao menos trazer melhores disposições na mente.

As vezes sinto que as lágrimas serão inevitáveis. Inconsoladas, incontroláveis, com raiva e aflitas. E me digo sempre que não posso ter medo de me encontrar numa esquina qualquer. Sem arrepios, sem pavor, sempre que eu me ver olho no olho.

Sei que preciso querer que as conversas comigo mesmo sejam inadiáveis. Que elas existam nos tempos oportunos. Que elas sirva para resolver essas pendências emocionais de desamor comigo mesmo.

Sei que não me faltará amparo. E que dele, eu possa ser cada vez mais digno, porque precisarei.

Que eu seja digno do amparo e carregar essas lágrimas aflitivas para longe, tirando de mim o peso da dor.

Que eu seja digno de um melhor jardim, na medida em que eu me resignar no campo de batalha pessoal onde estou sempre a lutar.

Que, seja lá qual for o tamnho da dor, eu seja digno de atravessar meus caminhos, à medida que eu administre meus temores.

Que eu também seja digno de encontrar amigos, pessoas, para me aconchegar e dizer palavras que auxiliem meu equilíbrio- será pedir muito?

Que minha razão ceda um pouco de seu lugar à emoção, e eu seja digno de sentir mais o que sempre senti de menos, ou me impedi de sentir- o que eu não havia percebido, auxiliou na chegada desses tormentos.

Que eu seja digno de seguir em frente, esquecendo o que passou e não serve mais, pisando em terra firme, vivendo melhor o presente, lançando mais meus olhos para o futuro.

Que eu seja digno de fazer brilhar a luz divina que carrego, para irradiá-las cada vez mais, sobretudo àquelas pessoas a quem colaborei para estarem na sombra. Sim, ainda a razão me leva a crer nessa luz. preciso encontrá-la no coração agora!

Enfim, sei que foram muitos os pedidos. Mas, à medida que eu faça minha parte no esforço, eu possa ser digno de ser atendido.

Que assim seja!
 
 


Escrito por Ivan às 11:39:56
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  À KAMILLA E À PATRÍCIA

Quando nos permitimos à resignação necessária para as imposições da
vida, facilitamos a instalação da serenidade -também necessária para suportar os conflitos inerentes à mudança, sobretudo se
trouxerem reflexos em nosso campo íntimo. No entanto, essas imposições da
vida, muitas vezes parecem vir sem avisar.


Quando nos permitimos buscar as condições necessárias para mudar um
item em nossas vidas, sobretudo, e mais uma vez, no foro íntimo, temos a
oportunidade de planejar o processo de conquista do que queremos e
precisamos, almejando acertos, consertando erros. É, talvez, o mais ideal
quando buscamos nos melhorar e nos melhorar.


Quando nos permitirmos mudar pelo aproveitamento das oportunidades
que nos aparecem, é como se estivéssemos cortejando aquilo o que tem a
vida para nos oferecer. Muitas das vezes as oportunidades que a vida nos
oferece, só nos eferece porque as buscamos. Ou, simplesmente porque tais
oportunidades estão ajustadas às nossas necessidades reencarnatórias
particulares- desculpem, sou espírita, e é assim que vejo..


Cada uma, a seu turno, tem diante de si, nesses dias presentes a
oportunidade de decidir sobre oportunidades.
 
Kamilla tem a oportunidade de praticar a profissão que escolheu por
satisfação pessoal. Se ainda não é o que almeja, já é um grande e primeiro
passo. Poderá figurar nos documentos regulares como psicóloga atuante e,
com isso, sentirá a satisfação do mérito alcançado após alguns anos de
estudo. Jovem ainda, poderá angariar experiências, por hora incalculáveis,
e, mais tarde, ascender por outras paragens. A vida lhe julgará
merecedora. No entanto, é bom lembrar que a vida nem sempre nos premia com
o que queremos, mas com o que precisamos. Confiar na Providência Divina
sempre, e jamais deixará de colher frutos.
 
Patrícia tem a oportunidade de ascender profissionalmente. Pode até
dizer que não está registrada, que é um emprego um tanto informal, etc. No
entanto, é preciso identificar os valores da mudança. Se foi indicada pela
companheira a ocupar melhor posição na hierarquia organizacional da
instituição para onde trabalha e, aceita pela chefia ainda superior à
companheira, é porque reúne valores positivos para tal. Portanto, encare
como a um ensaio para quando estiver em outras paragens. A vida lhe trará
as oportunidades, e tão jovem que ainda é, espere muitas, lembrando também
que nem sempre terá o que quiser, mas sempre o que precisar.
 
Porque as duas são tão carinhosas no trato com os clientes da
biblioteca. Porque nutrem alguma admiração pelo que tenho a falar. Porque
têm a sensibilidade de entender que eu, ao menos, jamais me aproximei de
vocês com segundas ou terceiras intenções. Porque têm conflitos internos
e, de alguma forma mostram isso, mesmo que timidamente, e o que as fazem
humanas. Porque têm humor, e isso para mim é fundamental. Porque são
bonitas e parecem não se disponibilizarem à cessão dos encantos
superficiais daqueles a quem parecem ter hormônios descontrolados. 


Enfim, porque despertam em mim certa estima e afeto, é que eu não
podia me furtar a enviar minhas vibrações desejosas de muitas bençãos para
esta nova fase que se descortinam às duas, num campo especísico de vossas vidas. 
Disponham de mim, se for oportuno.
Estarei de prontidão para atendê-las no que me for possível.

E será um prazer.
 
Beijos carinhosos no coração.
E braços à disposição, para tristezas ou para alegrias- e  estas,
espero, que sejam muitas!

 

Também estou no http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 09:38:57
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Essa semana não estou aqui.

Estou lá:

http://umcasal.blogspot.com

Semana que vem eu volto!



Escrito por Ivan às 16:32:33
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Itens da Autotransformação a serem considerados

Postura de aprendiz- se traduz no atao da curiosidade incessante, que brota da alma como sendo a sede de entender o universo e a parte que nos cabe, e distanciar-se do estado doetio da auto-suficiência.

Renúncia- ampliada ao terenos das opiniões pessoais e valores institucionais, para os quais, frequentemente, o orgulho nos ilude.

Aceitação da sombra- sem a aceitação de nossa realidade presente, oderemos instaurar um regime de cobranças injustas e intermináveis conosco e posteriormente com os outros.

Autoperdão- recomeço é palavra de ordem nos serviços de transformação pessoal. Perdão às faltas que nós mesmos cometemos, mas que gostarímos de não cometer mais.

Cumplicidade com a decisão de crescer- Somente assumindo com seriedade esse desafio o levaremos adiante. Por isso, é imprescindível a atitude de comprometimento com a meta de crescimento que assumimos.

Vigilância- Cultivar o hábito de higiene dos pesamentos. A postura da mente alerta, ativa, sempre voltad a ideais enriquecedores.

Oração- para despertarmos na intimidade forças nobres que se encontram adormecidas ou sufocadas pelos nossos descuidos de cada dia.

Trabalho- dar utilidade a cada momento de nossos dias é sublime investimento de segurança e defesa aos projetos de crescimento interior.

Tolerância- há tempo para tudo e tudo tem seu momento. omplacência precisa tomar o sentido de caridade com nossos esforços.

Amor Incondicional- aprender o auto-amor é o desafio.  Sem ele, reforma íntima se reduz em tortura íntima. Aprender a gostar de si mesmo, independente do que fizemos no passado  é estima a si próprio.

Socialização- se o interesse pessoal é o grande adversário de nosso progresso, então a ação em grupos de educação espiritual será ecxlente medicação contra o personalismo  a vaidade.

Caridade- o dínamo dos sentimentos nobres que secundarão o pocessos socializador.

Muitos corações queridos no ideal supõem que reformar é negar ou mesmo castigar a si, quando o objetivo do projeto de mudança íntima é tornar o homem mais feliz e integrado à sua divina tarefa perante a vida.

Inspirado e adaptado de Reforma Íntima Sem Martírio, cap.02, de Ermance Dufax.

 

Visitem meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 12:33:33
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  POST INÉDITO!

ACABARAM AS REPUBLICAÇÕES!!!

O PRIMEIRO TEXTO INÉDITO DO SEGUNDO ANO, TIVE QUE COLOCAR NO OUTRO BLOG POR CAUSA DO ESPAÇO QUE O UOL ME DISPONIBILIZA NESTE!

TALVEZ VALHA A PENA VOCÊS IREM LÁ...

HTTP://UMCASAL.BLOGSPOT.COM

 



Escrito por Ivan às 18:45:17
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ABRIL DE 2006 À ABRIL DE 2007

Não sei o dia, porque perdi meus primeiros posts e não registrei a data. Mas foi em abril de 2005 que estreei este blog. Ou seja, estou fazendo dois anos com ele no ar. Claro que um ano é suficiente para acontecer muita coisa. E quanto aconteceu... A maior parte do que aconteceu ficou velada, nas palavras expressas, nos vários posts que passearam por aqui.

Tenho satisfação por conseguir manter um número razoável de pessoas visitando aqui (pouco mais de 800 visitas por mês), porque meu blog é de textos, com uma visão inilateral da vida. Descobri que escrever é uma forma de reafirmar e registrar o que pensamos num época.

Neste segundo ano, algumas pessoas deixaram de vir aqui, o que não significa necessariametne que deixei de visitar seus blogs. Outros blogs tiveram seus fins decretados por seus blogueiros e, destes, felizmente, alguns criaram outros blogs. Entretanto, novos leitores apareceram e, destes, vários mantém-se fiéis, interagindo, inclusive com os textos que escrevo.

Inspirei algumas pessoas a criarem seus blogs e, alguns, estão indo muito bem. Outros, ficaram no meio do caminho, infelizmente, pelo potencial "desperdiçado" daqueles a quem estimulei. Muitas pessoas me enviaram/enviam e-mails ao invés de comentar aqui, e acho válido. Outros me adicionaram/adicionam no msn e , on-line se revelam leitores entusiastas de meu blog.

Na minha vida pessoal, muita coisa aconteceu, de fato. Não costumo partilhar disso aqui, tão claramente no blog. As más coisas, pouco detalho, salvo raras exceções. As boas, exploro mais, porque compartilhar sentimentos de alegria é o que falta a gente fazer, não é?

Em abril, separei, pela segunda vez, da mesma pessoa. E, semanas depois, soubemos que ela iria ter outro bebê. E o Mateus nasceu. O Pedro Henrique, personagem real deste blog em momentos especiais, desenvolveu um carinho e alegria pelo irmão menor e mais uma vez foi me ensinando valores, na inocência natural de quem é criança.

Depois de me separar, descobri de outra maneira uma pessoa que eu já conhecia. Por força de algumas circunstâncias, tentei evitar levar à cabo qualquer investida, embora eu jamais tenha escondido à Koly meus sentimentos por ela. No entanto, ela ia desenvolvendo sentimentos semelhantes por mim, mais discretamente, embora desse sinais de reciprocidade. E o inevitável aconteceu. Koly é hoje uma pessoa a quem divido uma experência ímpar em minha vida, o que, em meio aos muitos tormentos que vivo na atualidade, enche de júbilo uma parte de meu coração há muito por mim negada. E, se não detalhei antes, é poque eu estava republicando textos...

Voltei a morar na casa de minha mãe, vejo pouco meus filhos, cometi um erro grave na empresa onde trabalho, mudei de horário e hoje tenho um caminho muito grande pela frente para reconquistar uma razoável confiança da chefia de meu setor. Até criei outro blog (http://umcasal.blogspot.com)!

Enfim, foram muitas coisas. Mas, o que não mudou foi o carinho que recebo neste humilde blog. Também não mudou meu interesse por ele e por vocês. E, por tudo o que fui capaz de compartilhar neste segundo ano, é que agradeço a oportunidade de ter vocês comigo, visitantes leitores. Que eu continue digno de suas visitas por mais um ano em que pretendo compartilhar mais vertentes de mim com vocês.

 



Escrito por Ivan às 13:27:33
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  REPUBLICAÇÃO 10- REVISADA, SEM GRANDES DETALHES, UMA AUTOBIOGRAFIA EM DOIS POSTS (PORQUE O ESPAÇO DISPONÍVEL É CURTO)

 

 

continuação... (ver post anterior)

Aos 19 anos, um grande amigo da época (nós temos grandes amigos de época, sim- são os que tomam outros rumos na vida e você perde contato), veio em minha casa dizendo que uma empresa prestadora de serviços à Telefonica (na época, Telesp) precisava de alguém para trabalhar numa de suas centrais. Não era preciso experiência e fui tentar. Consegui o emprego e, minha vida deu uma reviravolta na. Passei a ganhar o equivalente a 5 salários mínimos da época- embora o valor tenha se mantido por tanto tempo, que, quando saí de lá, o salário mínimo era quse o que eu ganhava. Isso era muito para quem estava acostumado com tão pouco. Alugamos uma casa melhor, comprei melhores mobílias, eletrodomésticos e outras coisas aos poucos para minha casa. Sempre achei que, apesar dos problemas graves com minha mãe, eu lhe devia um agradecimento, em respeito ao fato de ela não ter abandonado seus filhos.

Foi nessa época, ainda aos 19 anos, que entrei numa loja para comprar roupas, pela primeira vez, com o meu dinheiro. Comprei meu primeiro aparelho de som (eu tinha um radinho antigo, apenas), sem cds, ainda. É impressionante como o dinheiro pode nos dar a falsa impressão de auto estima. E comigo não foi diferente. Por isso, melhorei o naipe de garotas com as quais saía. Talvez para esquecer os dois grandes encantos de que já falei. Mas uma vida assim cansa. Pensei que tinha de melhorar isso e me tornar um homem mais responsável. Todo mundo me cobrava isso. Decidi, então, namorar pela primeira vez, com a primeira pessoa que demosntrasse grande interesse por mim, um interesse sincero, baseado na sinceridade e respeito.

Conheci uma moça (ela prefere que eu não diga o nome dela), um anos mais nova, com algumas conflitos evidentes. Mas, muito sensível, de bom coração. Nossas histórias de vida se pareciam um pouco. Me apeguei, e achei que era o amor de minha vida. Minha visão sobre o amor, na época difere muito da que tenho hoje- hoje percebo que eu era somente um paternalista arrogante e prepotente. Minha mãe, ciumenta, a detestava e ela, à minha mãe. Mais tarde, devido à acontecimentos cheios de detalhes, nos vimos, eu e a namorada em situações semelhantes. Eu, desempregado, fora de casa (eu havia me desentendido mais sério do que as outras vezes com minha mãe e irmã, e, por isso, fui "convidado" a ir embora), ela, idem e idem. Morávamos, cada um, na casa de amigos. Depois de cinco meses, ela conseguiu um emprego e eu outro, três meses depois. Namorávamos há três anos, agora empregados (juntando os dois salários, dava uns três salários mínimos), ela sem ter onde ficar e eu também. Analisamos a situação e, dadas as circunstâncias, nada mais natural que a conclusão de juntar o que tínhamos e tentar a vida juntos. Ainda mais com tantos amigos ajudando.

E ajudando muito. Depois de escolhida a casa para alugar, quase não precisamos comprar nada para o início da nova vida. Jovens que sempre fomos, saíamos. Numa noite em que viemos de um show, levemente embriagados, sem noção de responsabilidade, resolvemos comemorar a noite. Dessa vez, não nos prevenimos e o resultado, nove meses depois, foi o aparecimento, à esse mundo, da criaturazinha pela qual tenho mais ternura neste mundo. Um ano depois, me descasei. Resolvi me descasar e é difícil dizer porque, e talvez escreva um dia. Só não o faço por aqui, porque será uma visão particular e não quero incomodar a mãe do Pedro Henrique em seus sentimentos.

(só quero abrir o parênteses para dizer que a mãe de meu filho é uma pessoa bacana, de bom coração; ótima mãe, e tenho certeza, dará, com minha participação, a melhor educação que lhe for possível aos pequenos; ela não vivemos em guerra- sim, meninos, porque depois, numa tentativa de retorno à relação, por invilgilãncia, ela ficou grávida de novo, o que soubemos só depois de termo-nos separado de novo, dessa vez, definitivamente).

Hoje, passo por uma reformulação mental. Renovando conceitos. Sofrendo emocionalmente o peso dos erros que cometi, comigo e com as pessoas que se relacionaram comigo. Meu trabalho no movimento espírita ainda é um grande móvel à minhas reflexões. Sou o responsável pelos estudos no meu grupo de estudos de jovens. Também sou responsável pela secretaria doutrinária do departamento de mocidades espíritas de nove cidades na minha região. Trabalho voluntário, realizado com responsabilidade e muito gosto. Pretendo fazer pedagogia um dia. Não tenho profissão. Não sou formado em nada. Me formar em algo nunca foi prioridade, em detrimento de coisas mais urgentes.

Ah, onde a Koly entra nisso? Bom, nos conhecemos há uns dois anos. Começamos a nos descobrir há uns dez meses. E, consumamos nossa sintonia (post de 22/03 e http://kolyasas.zip.net, ou post de 08/03 em http://umcasal.blogspot.com, por exemplo) há poucas semans, embora a sensação intensa de que faz mais tempo. Dela, já falei muito. Hoje, só digo que tusdo o que já escrevi sobre ela é verdadeiro e a intensidade dos sentimentos expostos só cresceu.



Escrito por Ivan às 21:27:45
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  REPUBLICAÇÃO 10- REVISADA, SEM GRANDES DETALHES, UMA AUTOBIOGRAFIA EM DOIS POSTS (PORQUE O ESPAÇO DISPONÍVEL É CURTO)

 

Atendendo à pedidos de alguns, satisfazendo a curiosidade de outros, parafraseando Drummond e, principalmente, registrar alguma coisa escrita, que seja, num dia sem inspiração.

Nasci no dia 21 de dezembro de 1977. A cidade se chama Paulista, região dA Grande Recife. Tios, tias e alguns primos meus nasceram em Pernambuco. família muito carente. Antes de mim, 27 de dezembro de 1976 nascera outra criança que morreu com com três meses de idade e minha mãe quase nunca fala disso.

Eu tinha 1 ano e 7 meses quando vim para São Vicente. Minha mãe, muito jovem (nasceu em 1958) soubera que outra mulher estava grávida de meu pai e veio para cá, morar com sua avó (minha bisa) e tentar a vida. Sempre tive muitas complicações de saúde nessa fase. Meses depois, meus pai veio para cá também e, com minha mãe, reatou a relação. Não sei o que aconteceu com a mulher que ficara grávida. Meu pai, trabalhador, é homem calmo, não mexe com ninguém, apesar de forte. Minha mãe, uma mulher sofrida demais, abandonada antes dos sete anos, mal sabe ler ou escrever. Estressada por natureza, dificílima de se conviver, mas muito guerreira e a pessoa mais honesta e confiável que conheço.

Minha irmã seguite nasceu em 1980 e, em 1985, duas outras, gêmeas, numa época em que o casamento de meus pais já estava saturado e meu pai, para ir morar com outra mulher, abandonou minha mãe e seus filhos (eu e meus irmãos). Uma das gêmeas desencarnou após completar um ano, de meningite. Minha mãe surtava. Não se desgarrou dos filhos. Morávamos aqui e ali, ou passávamos noites nas ruas, esmolando por aí, sendo isso muito comum por alguns anos. Eu, muito cedo, saia por aí recolhendo ferro velho para conseguir uma graninha. Minha mãe, tentava um trabalho doméstico.

Quando eu tinha uns doze anos, minha mãe arranjou um emprego de faxieira de um prédio e podia pagar aluguel. Fiz catecismo nessa época. Era uma criança reprimida. Minha mãe, por medo, não deixava me relacionar com as crianças da rua. Tudo me era proibido. Quando consegui meu primeiro emprego oficial, ganhando o salário mínimo, aos 14, começo a extravasar contra a reprimenda, em forma de rebeldia, própria de adolescente vindo de família emocionalmente desestruturada. Minha mãe ainda tentava manter-me sob controle e essa situação dava palco à verdadeiros embates entre ela e eu. Nunca nos damos bem mesmo!

Aos 14, conheci um grupo de jovens espíritas (estou naquele grupo até hoje, ainda que tenha sobrado apenas eu daquela época), o que foi outra ofensa para minha mãe. Também conhecia grupos budistas, grupos gnósticos, participei de coral dos mórmons, visitei centros de ocultimo e li todos os livros do Paulo Coelho e revistas Planeta da época. E começa meu interesse por músicas. Filmes, somente os da tv, que eu nunca tive dinheiro para um cinema.

Mas a situação em casa não era fácil (depois da separação de meus pais, só fui usar uma peça de roupa nova nos meus 19 anos, quando consegui um outro emprego). Minhas brigas com mamãe, minhas dissensões familiares, a minha rebeldia para o mundo contribuía para o péssimo clima, mesmo com toda minha dedicação aos esclarecedores estudos nos inúmeros grupos de estudos espíritas que participava. Só hoje entendeo assim!

Nunca andei com pessoas de mal, sempre as evitei. Mas já experimentei a embriaguez e alguns efeitos de drogas. Nessa época, tinha vergonha de minhas condições. Tinha um par de sapatos, que usava para ir à escola. Conseguia um ou outro programinha com meninas, mas aquelas com dois neurônios, em situação mental deplorável e que via em mim um rapaz bonito e inteligente, pela qual as garotas se admiram na adolescência.

Aos dezessete, meu primeiro e verdadeiro encanto com uma garota. No ano seguinte, o segundo verdadeiro encanto. Nada tive com nenhuma das duas, pela vergonha da vida que levava, pela família que tinha, pela baixa estima, fruto da mais exagerada e impercetível carência! O que, de alguma forma, me preenchia um pouco o vazio, era meu trabalho no movimento espírita, onde, apesar de ser capaz das palestras mais esclarecedoras, não percebia a necessidade de achar uma forma de aplicar aquilo em minha vida. Mas a perda dos dois primeiros encantos de minha vida me fez refletir e querer acertar, definitivamente. Tentei de um modo que, à época, para mim, era a melhor alternativa. Errei novamente, como muitas vezes errara, acumulando um sem número de comprometimentos.

continua...



Escrito por Ivan às 21:01:05
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REPUBLICAÇÃO 9

 

Em certos momentos da vida, temos a impressão de sermos tomados por uma inutilidade ou vazio sentidos no íntimo, questionando os objetivos de nossa existência, como se nada do que vivemos parecesse fazer sentido. Nos damos conta do quanto sofremos com as perdas, e, numa atitude incosciente de autoproteção, concentramos nossa atenção nesse lado, que parece ser o mais cruel da vida: o lado das perdas.

Aliás, as perdas se iniciam logo que saímos do útero, perdendo seu aconchego, sua proteção. Nesse raciocínio, os menos otimistas podem concluir que começamos nossa vida em perdas e na perda continuamos. No entanto- e é o que parece um paradoxo- sempre que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ganhamos, por exemplo, os braços do mundo quando perdemos o aconchego do útero. E assim vamos, perdendo, seguindo a ganhar o novo enquanto experiência.

Perdemos a inocência da infância, e com isso vamos ganhando a capacidade de questionar, abrindo as portas para o novo mundo que nos vai se descortinando. Fechamos janelas e as deixamos para trás. Isso, na realidade, parece resumir o crescimento.

Perder alguns direitos e conquistar outros fazem parte desse processo. Perdemos o direito de chorar bem alto quando algo nos é tomado. Perdemos o direito de falar tudo o que queremos, sem o medo de ser reprimido. Nasce o receio de dar risadas escandalosas (meu filho dá ums deliciosas de ouvir). Tememos comentar o quanto nossa tia engordou. Vamos crescendo e aprendemos que nem sempre podemos ser tão sinceros. E, de tanto ganhar- peso, pelos, altura, o mundo; e receios, e medos, e vazios- chegamos aos pontos de conflitos, e o mundo nos parece inadequados aos nosso sonhos. E sonhamos tanto...! Até cairmos na real. E, quando caímos na real, tememos a luta pelo esforço de nos tornarmos equilibrados, contidos, ponderados. Chegamos ao absurdo gravíssimo de perdermos nossa espontaneidade.

Neste momento nos cobramos a utilização do raciocínio, a razão acima de tudo, sob a justificativa de que o que nos diferencia do animal é a capacidade de organizar nossas ações de forma lógica e racionalmente planejada. Ganhamos um carro novo, uma companhia, um diploma. Ao passo que perdemos o direito de gargalhar, andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos.... Não tascamos mais aquele beijo estalado em quem gostamos, mas apertamos as mãos de todos. Ganhamos novos amigos assim, um novo emprego, um novo salário, honrarias, e até mesmo a chave da cidade....

E assim, ganhamos tempo enquanto envelhecemos.

E percebemos que ganhamos rugas, umas dores, estrias, celulite, aquela barriga, o brilho no olhar, esquecemos os sonhos, deixamos de sorrir, perdemos a esperança... Estamos envelhencendo, e compreendemos que as perdas fazem parte, muitas vezes sem nos dar conta que o sol continua brilhando. Portanto, que façamos uma oração à nós mesmos.

Que cresçamos sem envelhecer simplesmente! Que tenhamos as dores nas costas, mas procuremos quem nos massageie! Que tenhamos rugas e boas lembranças! Que tenhamos juízo, mas cultivemos o humor e um pouco de ousadia! Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos!

Afinal, o que é o tempo que temos nessa vida? Nada em relação com nossa grande e individual missão, que é a busca pelo conhecimento de nós mesmos, num exercício de cada mais estabelecer o contanto com o que de mais divino temos dentro de nós, e, consequentemente, irradiar toda a luz que descobrimos, na certeza de que os outros também possuem sua luz a nos iluminar por vezes que estamos na escuridão.

E que missão!

 

Http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 14:59:00
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  REPUBLICAÇÃO 8

O texto abaixo é a soma de dois textos escritos em dezembro de 2006. Um texto recente, eu sei, mas preciso que ele esteja aqui. Hoje, ele tem sentido mais intenso para mim. Também fiz umas alteraçõezinhas, para deixá-lo melhor, mais atual. Ver também o meu último texto em http://umcasal.blogspot.com

 

LEMBRANÇAS DE UM ENCONTRO- O QUE FICA (do que o coração guardou, não só porque às vezes ele tenta ser poético, mas porque ele parece ter memória e registra, nela, os momentos inesquecíveis).

O ENCONTRO FORA PREVISTO- Porque nos conhecemos, porque nos falávamos, porque nos gostávamos... porque nos gostamos. E nada há de comprometedor nisso. Existem duas almas que se viram. Que se sorriram. Que se viveram uns momentos- todos descomprometedores na prática, mas não sei no sentimento, se é que os sentimentos comprometem. Eu me encantei. Eu me rendi à um encanto, mas só tempos tempos depois. Me declarei portador dele, logo que soube. O porte, como é de se adivinhar, foi desproposital, inconsciente. Eu nem queria, aliás, evitaria se pudesse, ou se soubesse como. O que foi feito de mim, depois do encanto, somente eu saberia dizer o que passei a sentir, se me fosse possível encontrar as palavras certas.

O ENCONTRO FOI COMBINADO- Porque o acaso não existe. Porque a distância entre as duas almas não existe. O que existe são circunstâncias. E porque o acaso não existe, não por acaso nos conhecemos. Nem por acaso nos vimos, nos gostamos, nos sorrimos. E nem por acaso eu quis de novo, mais olhares, mais sorrisos. Era simples. Um dia. Um dia inteiro. Um dia numa vida inteira. Um dia para se lembrar a vida inteira.

O GOSTAR- Ninguém explica. E nem vou explicar. Mas o verbo parece ter um sentido restrito nos dias de hoje. Gostar parece ser pouco. Mas, penso que não. Gostar estar intimamente ligado ao que somos por dentro. E, gostar é involuntário. Mesmo que, no início não pareça, e evitamos, se for o caso de gostar, acabaremos gostando. Sem possibilidade de volta. É, não dá para explicar porque e nem o quanto gosto dela. Mas é o sentimento que fica.

O OLHAR- Porque cada olhar é único, para uns. Se é o mesmo para a maioria, é porque, talvez a maioria não goste de quem olha, ou o gostar, para essa maioria tem sentido restrito. Por ser único, o dela também não é igual a nenhum olhar. E o que fica, na memória de meu coração- pois que inventei a memória do coração, se não existia- dentre tantos olhares que conheço e conheci, é o dela. Não um olhar em momento especial. Mas um olhar de que, quando olha, somente ela poderia fazê-lo. Sei do que falo.

O SORRISO- Como ocorre com o olhar, o sorriso é único. Como acontece com o olhar, temos vários sorrisos. Mas sempre há um, o que parece imprimir-se na lembrança. O dela, lembro sempre. E, também o sei, é inevitável. E que me importa que para alguns, pareça somente um sorriso como outro qualquer. Para mim, se fosse como qualquer outro, como a memória do coração o locarizaria dentre tantos sorrisos, para lembrá-lo, com a frenquencia com que lembra?

O ABRAÇO- O encontro entre duas almas em comunhão de sentimentos, que em dados momentos, podem se tocar.

 ENCANTO- porque o dicionário diz que a palavra designa a pessoa que agrada muito, tendo o poder de nos maravilhar, por suas particularidades. Então, o carinho dela agrada. O sorriso dela agrada. O abraço dela agrada. O gostar dela agrada. Lembrar de tudo isso e do olhar dela, também agrada. Talvez, por tudo isso, ela seja um encanto!

SE A PAIXÃO FOSSE REALMENTE UM BÁLSAMO...Quem disse que ela é perfeita? Quem não tem conflitos internos? Que não tem dúvidas que lhe tiram o sono? Que não adota comportamentos repreensíveis, por vezes, como todo mundo? Quem disse que eu aprovo tudo nela? Hoje, minhas emoções sabem seu devido lugar. Que não sou mais uma pessoa de hormônios excessivamente descontrolados. E nem estou tendo delírios de paixão.

Koly, obrigado por seu carinho, sua atenção e seu respeito! Nem sei se mereço! Que você se lembre de agradecer aos céus pelas oportunidades, mesmo que sejam ásperas ou dificultosas, cabendo a sua parte ser engedrada com a satisfação de quem luta para alcançar seus propósitos.  E, embora eu não seja digno de exclusividade, que, em uma ou outra noite em que deitar sua cabecinha no travesseiro para agradecer, lembre que aqui tem uma pessoa que muitas vezes pensa em você. Como eu já lhe disse, existem uma veia e uma artéria em meu coração batizadas com seu nome e sobrenome. Nelas, o sangue pulsa forte.

 

Leiam uma espécie de Texto-Resposta e conheçam a Koly, em: http://kolyasas.zip.net

Meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 10:07:45
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  REPUBLICAÇÃO 7

Não me lembro o dia, mas sei que foi em abril de 2005 que comecei este blog. Por que está perto, e porque no ano passado deu certo, vou usar esse período que falta para republicar alguns textos. Os que mais gosto, ou os que receberam mais elogios. Em abril, um post especial de aniversário. Até lá, vamos ver o que andei pensando por aí e compartilhando com vocês.

O texto abaixo foi escrito em DEZEMBRO de 2005, quando o blog estava indo para o segundo mês.  Não é que tenha ele tenha recebido tantos comentários. Mas é um texto que gosto muito, por ser tão pessoal. Aqui, fiz umas alteraçõezinhas...

O CAMINHO DO CAMPO (inspirado em alguns fragmentos de lembranças...)

Das mais extensas planícies da imaginação que concebe a alma, estende-se o Caminho do Campo. Campo das emoções, das sensações, das reflexões, das memórias. Nele, repouso por algumas vezes, como que num encontro com tudo o que o meu Caminho do Campo me oferece. Sento num banco, abaixo de um grande carvalho, testemunha das lembranças desde as minhas primeiras escolhas. O espaço aberto neste caminho é sempre limitado pelos olhos e pelas mãos, e, cada nova visita, eu posso ver mais longe, às vezes. Quando não, sei que preciso de novas estratégias...

Da lentidão, mas constância com que a árvore cresce, o carvalho sempre me lembra que crescer demora. Crescer é como abrir-se à amplidão dos céus, ao mesmo tempo que deitar raízes na terra ("mas como chegar até às nuvens com os pés no chão?", perguntava Renato Russo em uma de suas músicas, embora seja essa uma busca individual), mesmo que a terra seja obscura. Amadurecer autenticamente é ser ambas as coisas: estar disponível ao apelo do mais alto céu, mas abrigado pela proteção da terra- esta oculta e produz. Tudo isto o carvalho me lembra sempre...

O Caminho do Campo sempre recolhe aquilo que tem de meu em torno dele e dá a cada um dos que o percorrem aquilo o que é seu. As mesmas colinas, as mesmas encostas, sempre e em todos os lados, em torno do caminho. O simples vai guardando o enigma do que permanece e do que é grandioso. Visita a cada um de nós inesperadamente, mas necessita de longo tempo para crescer... e amadurecer. O dom que dispensa está escondido na inaparência do que é sempre o mesmo. Deus, dizia um sábio, se manifesta naquilo o que é mais simples, e, descoberta sua presença, o simples se torna intensamente intricado, embora detentor de uma harmonia de origem incomparável..

Do Caminho do Campo ergue-se, no ar variável com as estações, uma serenidade que sabe ser uma ciência sutil. Os que têm recebem-na do Caminho do Campo; e em sua senda cruzam-se a alegria da juventude, da sabedoria e da maturidade; nela se surpreendem mutuamente tudo, porém se insere placidamente numa única harmonia, cujo eco o caminho do campo em seu silêncio leva de um para outro lado. A serenidade precisa para quem se pretende saber, é uma porta abrindo para o eterno que um hábil ferreiro forjou um dia com os enigmas da existência.

Das baixas planícies, o Caminho do Campo retorna da imaginação. Volta da reflexão à realidade. O simples parece-me tornar-se ainda mais simples. O que é o mesmo parece-me desenraizar-se e libertar-se. O apelo do Caminho do campo, parece-me mais claro. A alma que fala? Ou fala o mundo? Ou fala Deus? Tudo parece falar da renúncia que conduz ao mesmo. A renúncia não tira! O homem é por um lado, mas por outro, ele se trona, pelo seu próprio esforço de querer-se bem continuamente. A renúncia dá a força inesgotável do simples. O apelo faz-me novo e a habitar uma distante origem, onde a terra Natal me é devolvida...

 

Amigos, conheçam a Koly e seu blog. Eu recomendo: http://kolyasas.zip.net

No meu outro blog, inclusive, ela também está: http://umcasal.blogspot.com

 

 



Escrito por Ivan às 10:14:04
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Não me lembro o dia, mas sei que foi em abril de 2005 que comecei este blog. Por que está perto, e porque no ano passado deu certo, vou usar esse período que falta para republicar alguns textos. Os que mais gosto, ou os que receberam mais elogios. Em abril, um post especial de aniversário. Até lá, vamos ver o que andei pensando por aí e compartilhando com vocês.

O texto abaixo foi escrito em maio de 2005, quando o blog estava indo para o segundo mês. Na ocasião, eu não imaginei que fosse dar tanta repercussão.

Algumas pessoas estão me enviando e-mails e pedindo informações a meu respeito. Homens e mulheres gostariam de saber mais sobre meu perfil. Isso é muito interesante e consolador para mim, pois, pelas manifestações, acredito ser uma personalidade (ainda que virtual) interessante para essas pessoas. Afinal, não pode ser à toa que eu tenha lhes causado tantas boas (acredito que sejam) impressões. Mas também já escreveram que eu sou pretensioso e hipócrita. Como se dissessem que eu não pratico nada ou o mínimo do que prego por aqui. Portanto, devo responder às duas correntes de pessoas. Às primeiras pelo carinho dispensado e o interesse neste que muito tem a contar, mas pouco a destacar. Às outras porque, longe de me sentir ofendido, creio estarem equivocadas em alguns pontos. Além disso, devo pontuar, neste espaço que monitoro, as minhas sensações e impressões de tudo que me chega, por causa da existência dele (do blog)! Mas a resposta estará mesclada, póis, para mim, será mais fácil responder assim.

Quando resolvi manter um blog (com todas as dificuldades de alguém que não tem computador e paga horas em lan house para tal fim, sem contar outras coisas que preciso fazer na internet), só o fiz por arrancar de mim o preconceito que me aprisionava e não me deixava expandir à procura de espaços pessoais que fossem interessantes, sensíveis, cômicos, despretensiosos, conteúdo em todas as suas características. Conteúdos que me interessassem. Não é por eu ser dono da verdade, mas quem é que frequenta lugares, lê livros  ou revistas, assiste programas ou filmes que não lhe interessam, voluntariamente? Portanto, quando comento num blog que julgo interessante, estou me reservando o direito de que todo e qualquer outro ser humano se vale: o de escolher fazer, viver, ler, agir, etc. de acordo com a minha ótica de vida, e no que, com o que e como eu quero.

Quando eu comento num blog pela primeira vez, não acho que seja um privilégio especial para o autor do blog ter registrado lá algumas palavras minhas. Julgo que seja um privilégio em igualdade com os outros, porque a alegria de quem mantém blog, entre outras, é ter suas idéias compartilhadas, mas não vejo motivos para destaque à minha pessoa. Isso poderia acontecer após algum tempo, quando o laço entre um ou outro blogueiro e eu for mais estreito, pelas afinidades naturais a que todos somos submetidos em relação à outras pessoas. Mas eu jamais cobraria.

Quando tenho vários comentários no meu blog fico contente sim. Não escrevo para o nada. Tenho a expectativa de que pessoas leiam e claro que torço para que gostem, que não achem equívocos nas palavras. Nunca torço para que sintam emoções negativas. Mas não posso evitar isso se, certos textos mexem com o íntimo de algumas pessoas. Quero que meu blog seja, na maioria das vezes, um convite à reflexão. Assim como reflito ao ler blogs de outros companheiros e os admiro por isso. Para ter maior rotatividade de pessoas por aqui, apelo para a divulgação. Entro em blogs que ainda não conheço, me manifesto... Algumas vezes deu certo.

Quando penso que aqui pode ser um lugar de reflexão, não estou sendo pretensioso ou prepotente. Eu não sou um homem talentoso com as palavras, mas também sei que não sou exdrúxulo na atividade de escrever. Além disso, nos meus vinte e nove anos de vida, tive muitas oportunidades de ter os ouvidos e olhos mais abertos. Tenho alguns conceitos e opiniões embasados na Doutrina Espírita, racional por excelência, e que escolhi para ser meu guia. Guia este que tem por base o Evangelho de Jesus. Não escrevo para espíritas somente, mas para qualquer um, pois emoções, sentimentos, sensações, não são priveilégios somente de espíritas. Entretanto, como não conheço todos os assuntos da Doutrina Espírita, muitas das coisas que escrevo são embasadas em outras experiências, pessoais ou não, frutos ou não de oservações.

Outra coisa precisa ficar clara. Eu nunca disse aqui que ajo exatamente com o que preconizo. Eu reflito, raciocino o que é um passo. Às vezes consigo êxito na hora de agir. Quando não, invariavelmente (como qualquer um) sofro mais tarde. Mas os vícios e as paixões ainda pipocam em mim como na maioria das pessoas. Também nunca preguei nada aqui. Não tenho autoridade moral para isso. Se levarmos em conta que a pregação pode ser também no campo intelectual, tudo bem. Mas não pretendo ensinar ou apontar o único e melhor caminho para a salvação. Eu aponto alguns, baseados nas minhas próprias experiências. Sou sempre o primeiro leitor a quem escrevo. 

ltima coisa. Às pessoas que querem mesmo saber mais sobre mim, me enviem perguntas por e-mails ou aqui mesmo no blog. Para aqueles que escreverem por e-mails, receberão suas respostas por e-mails. Pra aqueles que querem ver as respostas publicadas, perguntem por aqui mesmo e aqui mesmo responderei. Os meu endereços são: ijdlf@gmail.com ou  ivanildojosedaluzfilho@hotmail.com (que também é o msn).

Desculpem as palavras de hoje. Não é desabafo, apenas uma homenagem, à minha maneira, àqueles que, de forma ou de outra, perdem parte de seu tempo e despejam emoções aqui, provocadas pelo que escrevo ou não. Mas tenho certeza que é deixando, cada um, um pouquinho de si, que este espaço deverá crescer, me acrescentando, enquanto pessoa e ser pensante! Abraço a todos.



Escrito por Ivan às 14:28:47
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  REPUBLICAÇÃO 5

 Não me lembro o dia, mas sei que foi em abril de 2005 que comecei este blog. Por que está perto, e porque no ano passado deu certo, vou usar esse período que falta para republicar alguns textos. Os que mais gosto, ou os que receberam mais elogios. Em abril, um post especial de aniversário. Até lá, vamos ver o que andei pensando por aí e compartilhando com vocês.

O texto abaixo também foi escrito em outubro de 2005. Na ocasião, eu não imaginei que fosse dar tanta repercussão. Ou seja, ele está aqui, na coletânea de republicações, não porque eu goste tanto assim, mas porque o sucesso foi grande.

Dois amigos me desafiaram a ler com mais carinho e atenção aquele poema da pedra, escrito por Drummond. Embora eu admire muito dos seus poemas, este, em especial, pouco me dizia. Quando souberam que eu não gostava tanto assim do poema, me pediram que eu refletisse melhor, e, bom... tenho de me curvar aos dois e admitir que até então eu estava cego. O resultado da minha reflexão, publico aqui, sem medo de ser feliz; pois com isso, Márcio e Ana Maria, pretendo me redimir e pagar-lhes o desafio assim, em público.

Na sombra da idade, o homem mais velho recorre à bengala para lhe der apoio. Se tem fome, sabe o que fazer; vai até a padaria e compra um pão, trazendo-o numa mão, a bengala na outra. Se tem sede, busca água, que traz numa mão, e a bengala na outra. Mas, se tem fome e sede, não pode buscar pão e água ao mesmo tempo... A necessidade, para ser sanada, precisa de estratégia...

O obstáculo dói. E surge em nossas vidas quando não há mais segurança, ou seja, quando não conseguimos mais produzir resultados utilizando os recursos de que já dispomos. O tempo da mudança chega. A mudança se faz necessária. E, é atravessando os obstáculos que poderemos realizá-las.

Não utilizar as pedras em nosso próprio proveito, é desprezar o propósito do obstáculo. Quando tropeçamos na pedra, somos levados à frente, ou seja, nenhum obstáculo nos impede de voltar. Mas, nos desafia a seguir. A decisão é pessoal, por isso deve-se ter cuidado, pois ver a pedra no outro é não dar conta de si. As dificuldades que se nos apresentam devem ser encarados como meios para que adotemos outra postura de vida. A crise se mistura com a necessidade de mudança, mas, aceitando o obstáculo e enfrentando-o como condição essencial da existência, forma um novo estado, diferente de tudo o que estávamos acostumados a ver e sentir.

A acomodação provoca falência. A transitoriedade da vida material só compensa quando nos esforçamos pela construção das virtudes. É claro que vez ou outra, fracassaremos, o que não deixa de ter um lado positivo. Afinal, ter uma pedra no sapato incomoda, mas incomodaria muito mais ter um sapato de pedra. O importante é a forma de encarar o problema, a pedra no caminho. Esquecê-la para prosseguir sem traumas; e lembrar-se dela, para não cometer os mesmos erros passados- aí está o ponto positivo do fracasso.

Em outras palavras, é um como um exercício de oscilação entre o esquecimento e a lembrança, para que, cada vez melhor, pensemos e ajamos diante do obstáculo. Muitas vezes, o problema nem é ver a pedra, mas deixar de vê-la, porque a sucessão de pequenas falhas cava uma cova. Por isso, a avaliação constante é fundamental para quem sonha e quer alcançar objetivos.

Avaliações constantes nos ensinam a prever acontecimentos que possam afetar os esforços na busca pelos nossos objetivos. Assim, tomamos decisões antecipadamente, sem improvisos, sem transtornos ou desperdícios, definindo claramente os meios e recursos para atingir os objetivos. A propórito, o homem velho trouxe numa das mãos uma bengala, e, na outra, água e pão dentro de uma cesta.

A necessidade do obstáculo parece ser constante porque sonhamos.  Mesmo que perseveremos, as pedras aparecerão no meio do caminho. Não importa qual pedra seja. Colocada no lugar certo, sempre edificará alguma coisa. para o bom combatente, parafraseando Paulo de Tarso, não existe dor.

 

Conheçam a Koly- http://kolyasas.zip.net

Conheçam eu e a Lelinha- http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 14:07:36
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Não me lembro o dia, mas sei que foi em abril de 2005 que comecei este blog. Por que está perto, e porque no ano passado deu certo, vou usar esse período que falta para republicar alguns textos. Os que mais gosto, ou os que receberam mais elogios. Em abril, um post especial de aniversário. Até lá, vamos ver o que andei pensando por aí e compartilhando com vocês.

O texto abaixo foi escrito em outubro de 2005. Sempre que escrevi sobre o Pedro Henrique, meu filho, hoje com 4 anos, foi grande sucesso. Tanto que eu quase me tornei um coadjuvante aqui, he he he! Para saber mais dessa criaturinha, leiam ver posts dos dias 01/10/06, 13/05/05, 16/04/05, 20/04/05, 17/05/05, 24/05/05, 13/06/05, 24/05/05, 13/06/05, 01/08/05, 14/10/05 31/10/05 (com foto), 10/01/06, 09/05/06 , 07/07/06, 23/10/2006 e 04/01/2007

REFLEXÕES INSPIRADAS NUM EPISÓDIO REAL!

Ontem, numa chuva chata, após a saída do Centro (todos os domingos eu vou ao grupo de mocidades), estava com meu filhão (Pedro Henrique, este aí de cima, quase três anos de idade e, desconfio, hiperativo, he he he), quando um homem bêbado se aproximava. Em poucos segundos minhas lembranças foram acionadas, do tempo em que eu temia homens bêbados. Talvez porque, desde criança, minha mãe, tias e os mais velhos me ensinaram a evitar pessoas neste estado, como se fossem elas desprezíveis. Então, sempre tive medo de bêbados em minha infância.

Fui interrompido em meus pensamentos pelo Pedro Henrique perguntado "papai, quê ito?" (o mesmo que: "papai, o que é isto?" ou "quem é este?"). E enquanto eu respondia a ele que era um moço que estava com um problema, o homem bêbado parou (estava bem vestido e parecia ter um pouco mais de 40 anos) e perguntou o nome de meu filho e ele respondeu: "Pêdo Eíque". O homem parecia espantado com o fato de eu não ter afastado o Pedro Henrique dele e disse que se chamava Alberto. Pediu um abraço ao meu filho. O Pedro Henrique abriu os braços e o sr. Alberto o levantou em seu peito. Pareceu emocionado quando meu filho encostou a cabecinha em seu ombro. Confesso que fiquei desconcertado com aquela cena, eu não estava interessado em solidariedade com aquele homem e fique, de fato, um tanto incomodado com a cena.

A chuva continuava e precisávamos ir. Meu filho se despediu do sr. Alberto e ficou ali parado, pensativo enquanto íamos nos distanciando dele. Ainda dava para ouvir ele dizer coisas como "Meu Deus, como Tu é bom...", "Meu deus, que coisa mais maravilhosa me aconteceu, que criança linda". Quando já distante, gritou um obrigado para mim e resolveu seguir caminho.

Adoro a Parábola do Semeador contada por Jesus onde ele nos ensina a importância de semear a Boa Nova, levando consolo aos aflitos (que, aliás, é o que ele sempre fez e faz a nossos corações aflitos) e todos temos condições de fazê-lo, dentro de nossas próprias condições. Porém, é preciso também que cultivemos boa terra em nossos corações, para que, quando ouvirmos qualquer Boa Nova, ela frutifique. Pensei nisso e na relação com meu filho. Afinal, ser pai é semear e ser semeado, já que ontem, aprendi, mais uma vez o significado das palavras de Jesus quando diz que precisamos ser como as crianças...

Quantas sementes vocês acham que o homem tem o direito de possuir, para desperdiçá-las plantando a esmo? Suponha que seu pai fosse obcecado por ter filhos, não importasse de qual mulher, nem o amor que sentisse por ela. A única coisa que lhe importava era o seu objetivo: ter um filho homem, a quem daria o seu nome. Suponha ainda que seu pai estivesse tão cego para os seus objetivos que nunca traçou um plano ou escolheu onde iria colocar sua semente. Jogava-a na primeira mulher que ele julgava amar. Suponha que todas essas mulhers fossem estéreis. Depois de tantas tentativas frustradas, ele abandonaria todas e perderia o sonho de ter um filho.

Vocês conseguem perceber- se é que minha percepção está certa- a importância da terra? Que Deus me ajude a ganhar cada vez mais serenidade para que eu não desperdice as sementes que me chegam para o plantio no coração de meu filho e que eu possa me abrir às sementes que, porventura meu filho carrega para plantar em meu coração.

 

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Escrito por Ivan às 17:50:48
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  REPUBLICAÇÃO 3

 
Não me lembro o dia, mas sei que foi em abril de 2005 que comecei este blog. Por que está perto, e porque no ano passado deu certo, vou usar esse período que falta para republicar alguns textos. Os que mais gosto, ou os que receberam mais elogios. Em abril, um post especial de aniversário. Até lá, vamos ver o que andei pensando por aí e compartilhando com vocês.
 
Quando eu publiquei o post anterior pela primeira vez, em junho de 2006, publiquei o texto abaixo logo em seguida, espantado que eu estava com a repercussão daquele. 

TENTANDO DOMINAR AS PALAVRAS

Recebi muitos elogios por e-mails, msn e comentários aqui no blog por causa de meu último texto! Me vali da síntese de um pensamento meu- ou seja, um texto unilateral-, com palavras nem tão fáceis assim, he he he; e ainda assim, a repercussão foi tanta, que me sinto de ego massageado.

A dificuldade em escrever está na frieza das palavras. As palavras, por si só não têm sentimentos, quando isoladas. Precisam ser bem combinadas. Quando escrevo, na maioria das vezes escrevo uma vez somente. Não tenho o hábito de fazer  rascunhos e nem de guardar textos para publicar, a não ser quando a necessidade exige. Sento em frente ao computador e escrevo. Me sinto mais sincero e autêntico assim (é um sentimento pessoal, e nada tenho contra os que fazem diferentes).

Falar é mais difícil que escrever, porque, numa conversa ao vivo, as possibilidades de nos desnudarmos é muito maior. O brilho nos olhos, os lábios trêmulos, a gagueira da tensão, os trejeitos, os gestos das mãos, o desvio de olhares, etc.; tudo contribui para que sejamos descobertos, ou pelo menos desconfiados, em nossas emoções. E gosto mais de falar e ouvir falar, que escrever ou ler.

Mas escrevo porque gosto. E nem faço isso tão bem assim. E faço muito isso no blog porque descobri uma forma de trocar impressões e informações edificantes. Os blogs que visito frequentemente me trazem essas emoções, cada qual em seu estilo- e m entretenho tanto nos escritos de vocês, companheiros de blogsfera. Aliás, se eu juntar os últimos comentários, com certeza monto um post lindíssimo. Pelo carinho que recebo aqui, mesmo quando não concordam, o respeito por vocês, através do que escrevo é o mínimo que devo. Por isso, na hora de escrever, atento para alguns itens tão importantes quanto outros que sei, devo exercitar na hora de falar.

Verificar o que dou com minhas palavras. Automaticamente (como qualquer mortal) transfiro estados de alma para aqueles que me lêm. Não é por escrever palavras selecionadas, ou construir frases caprichadas que colherei entendimento. Mesmo que minha gramática seja corretíssima, é preciso que eu me atente nos sentimentos que vou impregnar nela. Como nossa palavras está carregada de nosso próprio espírito ou alma, injetamos nela os nossos sentimentos a todos aqueles que tem contato com o que escrevemos. pode ser um sentimento de desejo de melhoria, ou de tristeza ou de alegria.

Me esforço por analisar o que escrevo. Essa relação que estabeleço com vocês é como uma doação de uma parte de mim. Meus escritos são pequenos traços do que carrego, ou esforço-me por carregar em meu coração. Algumas outras coisas que escrevo podem ser somente o que ainda almejo, mas a identificação com o que penso e sinto se mantém- não é assim com vocês também? Emmanuel diz que cada frase é semente viva. Pelas palavras influenciamos, mesmo que indiretamente.

Proponho que estudemos nossas palavras, cada vez mais, para entendermos sua importância na Vida. O diálogo é como um agente que expõe nosso mundo íntimo. A palavra é como o espelho que nos reflete a personalidade. Carregada de sentimentos, que sejam sempre sinceras e, imbuídas nas boas intenções, possam cada vez mais estreitar nossas relações com as outras pessoas e seus mundos, compartilhando mistérios, belezas e afetos.

 

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Escrito por Ivan às 14:10:06
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O texto abaixo ainda continua atual para mim!
 

Lagrimas del Alma- de Rudy Yunis

A PIOR MENTIRA (inspirado num texto de Hammed)

Sendo dolorosíssimo o preço que se paga pela dissimulação e manutenção das máscaras, não é à toa que Renato Russo cantava que "mentir para si mesmo é sempre a pior mentira". Além disso, o esforço para reparar as atitudes desonestas que vivemos cometendo conosco mesmos também deve ser grande... e corajoso!

Quantas vezes negamos, em nós, certas emoções autênticas? Mesmo diante de situações que nos tenham machucado muito, será que devemos ignorar nossos sentimentos (o que equivale a nos ignorar) nesses momentos?

Hammed diz que a reparação é o ato de compensar ou ressarcir prejuízos que causamos, não apenas aos outros, mas também a nós mesmos, através de posturas inadequadas. Ou seja, abrir mão de nossos sentimentos em favor de alguém, somente para receber a aprovação e consideração alheia fará com que as máscaras que carregamos, se mantenham mais firmes e fixas.

Viver o direito de sentirmos nossas emoções, é como sermos honestos conosco mesmos.

Do contrário, nossa capacidade de sentir corretamente diminui. E a interpretação equivocada da vida nos conduz a buscas irreais, também, porque não entendemos nossos sentimentos; o que torna difícil a reparação das faltas.Aceitar nossas emoções, entendê-las, aprender a conviver com algumas e, aos poucos, eliminado outras é fundamental.

Sentir é diferente de agir, pois não é um ato em si.

Sentir raiva, por exemplo, é diferente de cometer uma violência. Ou, sentir afeto é diferente de acariciar. É preciso discernir qual decisão tomaremos diante de nossas emoções e não censurá-las por sentí-las. Daí a importância do esforço na procura do saber lidar com nossas emoções. E, me permitir sentí-las é exercício para que eu controle minhas emoções.

A autorepressão não é o melhor caminho para o entendimento do que sinto.

Análises frequentes sobre nossos comportamentos nos ajudarão a identificar os atos incorretos que vivenciamos, associando-os aos sentimentos que os originaram e, partir daí, equilibrá-los. Reparar nossas faltas conosos mesmos é a fórmula feliz para evitar dores.

Posso assumir minha individualidade ou reprimí-las. A censura, neste caso, poda, fere. E, apontar no outro suas falhas, às vezes parace nos dar uma falsa sensação de que somos melhores. Confrontar muitas de nossas emoções é fundamental para que, cada vez mais, assumamos o compromisso do desenvolvimento de nossa estabilidade emocional, uma atividade pessoal e intransferível.

Lembrando ainda amúsica, é necessário acabar com os esforços que fazemos para achar desculpas e culpados para todas as nossas insatisfações. Ao contrário, é preciso que enxerguemos as tribulações da vida como oportunidades de crescimento, onde a própria vida parece nos convidar ao exercício de nossas potencialidade latentes e positivas da alma, encarando a verdade de que, no fim das contas, a decisão pelo tipo de vida emocional que levamos é individual.

 

Conheçam o Um Casal Por Todos Os Lados, em Http://umcasal.blogspot.com

No post anterior, escrevi errado o endereço do blog da Koly. Obrigado por avisar. Já arrumei lá, mas escrevo aqui também: http://kolyasas.zip.net.



Escrito por Ivan às 16:19:31
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  REPUBLICO

Não me lembro o dia, mas sei que foi em abril de 2005 que comecei este blog. Por que está perto, e porque no ano passado deu certo, vou usar esse período que falta para republicar alguns textos. Os que mais gosto, ou os que receberam mais elogios. Em abril, um post especial de aniversário. Até lá, vamos ver o que andei pensando por aí e compartilhando com vocês.
 
Este foi um texto da Koly. Depois dele, ela fez um blog que tava meio abandonado. Porque ela está voltando aos poucos (palavras dela), porque o texto foi um presente, e porque é da Koly, ele está aqui. O girassol, só ela entenderá.
 
 

          Olhando meu próprio reflexo é que percebo o quanto o ser humano é complicado.

          Já repararam o quão fácil é dar conselhos e consolar um amigo, ou até um estranho, sofredor? Agora, quantas vezes seguimos os nossos próprios conselhos ou consolamos as nossas lágrimas com um pouco de auto-estima e boas vibrações.

          Em dias ruins sempre me permito momentos de incentivo próprio, como: “Levante essa cabeça, por que essa posição só te trará dor na coluna e na consciência!”;  “Respire fundo, é só mais um dia e esta é só mais uma barreira. Se desgastar agora só fará com que as próximas dificuldades sejam mais insuperáveis!”; ou "Ah, menina, tanta coisa para se fazer e você perdendo tempo com lamúrias!”.

         Se funciona? A prática leva à perfeição.
         Bom, pelo menos identificar onde está o erro já um grande passo!
         Aprendi que na vida, se precisarmos melhorar as coisas, obter mudanças temos que começar por nós mesmos. Agora alguém, por favor, me pergunte se eu já comecei a praticar isso. De certo estou tentando. Já identifiquei o problema!
        Talvez seja essa tentativa que me faça acordar cada dia e agradecer, procurar pôr a “água da paz” na boca toda vez que sinto vontade de falar algo que possa magoar alguém (o que nem sempre funciona)
(nota do Ivan: quem não souber o que ela quis dizer com "água da paz" envie seu e-mail). Afinal estou desfrutando de uma oportunidade única de me melhorar, de crescer, de me descobrir.

        Somos seres-humanos, e como tais temos o dom de complicar ainda mais nossas vidas. Contudo, Deus nos deu o poder de esclarecer, de ver o que é realmente belo, de nos realizarmos, de viver.

        É isso!

        Não. Com este texto não tive a intenção de mostrar como resolver as nossas complicações (mesmo porque, ainda estou descobrindo como). Apenas joguei palavras, talvez incertas, da minha mente um tanto quanto confusa e imensamente humana. Apenas motivos pelos quais acho que somos loucos e acima de tudo, maravilhosos!

    

        Pronto meu amigo, aqui está um texto que daqui uns dias nem eu saberei o significado.. hehehe

        Coisas da minha cabeça.

        Depois da sua proposta senti vontade de voltar a escrever coisas desconexas que minha mente cria!

        Arrume os erros e se gostar pode por no seu blog. Se não, não ponha hein?!

        Te adoro !!

        Bjokas gostosas.

O blog dela? Http://kolyasas.zip.net

Acessem meu blog com a Lelinha: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 16:54:14
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  DOIS POSTS CURTOS

O PRIMEIRO refere-se às respostas à alguns comentários deixados por vocês ou e-mails enviados para mim, por conta dos dois últimos textos.

Eu não disse que a história aconteceu comigo. Nem o contrário. Só disse que a contaria em primeira pessoa.

Sim, a pessoa homenageada leu. Ela sempre lê qualquer coisa que eu escrevo, mesmo as bobagens. E, sim, ela me disse que adorou cada palavra.

No fim do conto (ou crônica?) fica evidente que a Koly, a quem homenageio, me encanta sim.

Também acredito que exista uma memória no coração.

Alguns tiveram a impressão de que tudo foi real? Eu não disse que não foi. E nem o contrário.

Sim, as descrições de "sorriso e olhar" são minhas. Não copiei de lugar algum. Embora eu goste de muitos blogs contendo muitas trasncrições, não é um hábito meu fazê-lo.

Não, não me considero um romântico. Ao menos que eu não saiba bem o que é isso e o seja sem saber.

Não, eu não estou tentando me convencer de que não existiram pensamentos em segundas intenções.

Sim, o reencontro acontecerá logo. E as despedidas, nem sempre são breves...

Não, não peço que torçam pela gente. Koly e eu somos amigos. Não namoramos, e embora tenhamos certa intimidade, nunca "fiquei" com ela em festa ou balada qualquer. Os lábios dela jamais tocaram os meus, e vice versa. E, em nenhum momento eu disse isso.

E obrigado pelo carinho de todos e todos os comentários. E pelos exageros quando chamaram os posts de perfeitos, reais e encantadores. Até porque, a Koly, por inspirá-los, é quem merece os elogios ( ela está voltando com seu blog http://kolyasas.zip.net)

 

O SEGUNDO refere-se à uma corrente que a Nanda (www.comoassim.blogger.com.br) me enviou. Ela me considera um filósofo (quem dera) e por isso quer saber cinco coisas que me irritam. Dentre as centenas, é difícl escolher, mas vou listar as cinco primeiras que me vem à cabeça.

Pessoas que não mantém o que dizem, sem ter uma explicação convincente ou comovente. Eu sempre acreditei que temos total controle sobre aquilo o que não falamos. Mas, se falamos, geramos uma responsabilidade. Sei que sou rigoroso com isso, e às vezes me excedo (o que estou tentando melhorar). E me irrito mesmo com um compromisso assumido e não cumprido. Volubilidade, nas pessoas, me irritam antes de eu compreender a causa, muitas vezes.

Atrasos e esperas. Se tiver uma explicação que eu possa rebater, então, é pior. Algumas pessoas parecem não ter noção de tempo. Não entendem que tem que sair uma hora a menos, que devem considerar a espera do ônibus, ou o horário do trânsito, ou o itnerário, etc. Eu, raramente me atraso ou deixo esperar. Se têm algo pendente alguém e esse alguém diz algo como "na segunda te ligo", é provável que eu nem o procure mais, na terça, se não me ligou. A menos que sua explicação seja convivcente. Mas ele tem que me ligar para explicar, na maior parte das vezes.

Ser acusado que não fiz ou não sou. Algumas pessoas se importam pouco. Mas eu não. E, quanto mais próximas forem as pessoas, mais peso negativo tem para mim tais acusações. Minha intolerância é tanta, que, numa situação assim, procuro o acusador e insisto numa conversa, onde só paro quando eu sentir que ele entendeu meus pontos de vista. Não precisa concordar, mas ouvir e entender o que penso. E não adianta ele querer escapar.

Ser tirado de meu sossego. Sabe quando você está vendo um filme e alguém bate à sua porta para um visita inesperada?- aliás, visitas inesperadas me desagradam muito também. Ou quando você tá lendo um livro e aparece alguém que quer "jogar conversa fora" com você? Ou quando você está vendo aquele dvd que você adora, mas pedem para você abaixar um pouquinho e ficam conversando? Pois é, é desse tipo de sossego que falo. Algumas vezes faço coisas sozinho, passo um tempo comigo mesmo. E, quando sou incomodado sem prévio aviso e sem grande necessidade, me irrito.

Gente ciumenta. Eu até entendo esse comportamento. Mas só racionalmente. Me faltam elementos emocionais para tolerar por muito tempo esse comportamento. Tento manter a compostura e mudar o rumo da conversa. Se sou ciumento? Não, já até escrevi sobre isso aqui (em 22/07/05). Não tenho ciúmes de amigos, parentes, mulheres, das minhas coisas, etc, etc. A menos que eu não saiba direito o que é isso.

Bom, é isso!

Agora, passo a tarefa para a Carla Calliope, a Yvonne, o Maucir, a Kall e LHNCR!

Visitem meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com



Escrito por Ivan às 15:02:38
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CONTINUAÇÃO DO CONTO (CRÔNICA) ANTERIOR

O (BOM) DIA SEGUINTE- Porque esteera o dia combinado. Porque muito da saudade teria de ser amortizada nele. Então, peguei a condução e fui buscá-la para nosso dia combinado. Por que, como eu já alertei antes, nada é por acaso. E, aqui, o que ficou combinado foi o encontro de duas almas. Sem comprometimento. Sem décimas intenções (nem nonas, oitavas ou sétimas). Dizer que ela estava linda seria escrever o óbvio, e não quis obviedades aqui neste conto (crônica?), embora seja muito óbvio todo o sentimento que envolve tudo isso aqui. Mas, de óbvio, é só isso o que eu quero.

ENTRADA DO PORTO- "Eu poderia ficar o dia todo aqui", ela disse. E eu pensei em dizer que eu seria capaz de ficar o dia todo, olhando ela sorrir, olhando ela olhar, ou mesmo ela dormir. Preferi não dizer. Nada de frases feitas. Nada de constrangimenos. Os barcos iam e vinham e as balsas também. E os navios chegavam e saíam. E eu pensava em dizer que ela não sai da memória de meu coração. Não disse mais uma vez. Não era falta de coragem. Era... preciso. Ela não conhecia o local. Parece ter gostado. Ou não diria o que disse. Tocamos o passeio em frente.

MUNDO SUBMARINO- Nem estava no roteiro. Passávamos pelo Aquário. "Sim, vamos lá" disse ela. Eu atendi, como não? O mundo marinho é fascinante. Guarda o silêncio na superfície, e nela esconde a vida e agitação que lhe pulsa internamente. Como o mundo dos humanos. O quanto pulsa vida dentro de nós. Memos que por alguém. Que mundo encantado é esse que habita nela e que, quando se expressa (num sorriso, num olhar, numa palavra, num trejeito que seja), preenche de encanto inexplicável minhas emoções, muitas delas escondidas sob as superfícies das aparências que escolho mostrar? Diante de tal questionamento, o passeio no Aquário acabou. Hora de almoçar. Hora de tomar sorvete.

SHOPPING E ALMOÇO- Porque o corpo também precisa ser alimentado, já que eu estava me nutrindo do encanto dela. E meu coração, se vazio, feliz por sorrir com a sua presença. Desde o primeiro momento em que nos vimos, o toque e o abraço estavam liberados. Sem restrições, já que existe a confiança e a certeza de que não haverá exagero. A comida era boa. E a conversa, que correu solta, tanto melhor. A comida alimantou o corpo. A conversa, troca de carícias pelo verbo, alimenta sempre a alma, no caso do encontro de duas, como foi esse.

SHOPPING E SORVETE- Não porque era calor (aliás, em que shopping faz calor?). Nem porque esse sorvete é o melhor da cidade que conheço. Mas porque, simplesmente ela gosta de sorvete. Eu também. Havia também um recomeço de energias para que continuássemos o passeio. E, pór mais um tempo conversamos. E pude gostar, outras vezes, do sorriso dela, do olhar dela, assim de frente, me encantando com intensamente.

pausa 6- SE A PAIXÃO FOSSE REALMENTE UM BÁLSAMO...Quem disse que ela é perfeita? Quem não tem conflitos internos? Que não tem dúvidas que lhe tiram o sono? Que não adota comportamentos repreensíveis, por vezes, como todo mundo? Quem disse que eu aprovo tudo nela? Essa pausa é para deixar claro que minhas emoções sabem seu devido lugar. Que não sou mais uma pessoa de hormônios excessivamente descontrolados. E nem estou tendo delírios de paixão. O que estou querendo dizer é que, tais sentimentos e emoções experimentadas, pelo simples fato de ela existir e ser assim, tão carinhosa, existem e são estímulos para eu contar esta história.

UM POUCO DE CAMINHADA- E mais um sorvete, logo adiante. Antes, uma pinacoteca, em frente à praia, com um quadro curioso onde um pé parece mudar de posição enquanto andamos de um lado à outro dele. Intrigante as técnica de perspectiva usada. Porque não conheço, achei formidável. Um monitor simpático deu a dica. Depois do outro sorvete (este, aquém do que ela merece ter na boca), pausa no calçadão da praia. E a oportunidade de tê-la, deitada no meu colo, envolta pelos meus braços. Outras oportunidades já houveram para tanto. Mas, quando ocorre de novo, ainda parece ser a primeira e redentora vez.

EMISSÁRIO- Forte corrente de ar. Uma massa de muitos pedregulhos. Uma paisagem magnífica é possível ver e sentir no Emissário Submarino. Ali, ela também seria capaz de passar o dia todo. Eu consenti. E guardei, de novo, o que eu pensei em falar. Ela falava, ela ria, ela gargalhava, contava histórias. Ela me ouvia. Tudo no mundo parecia se resumir naquele momento. Como pode alguém ter o poder de nos fazer parecer que o mundo, a história, as emoções se resumem a apenas um momento? Que poder hipnótico é esse que nos mostra uma realidade possível, mas difícil de acreditar que existe?

NO CINEMA- Foi no dia seguinte. Um programa extra, já que não estava programado. Jantar rápido para não perdermos a sessão. Não pensem que o escurinho do cinema foi momento propício para a consumação da paixão. Eu já disse que nada houve de comprometedor. Saímos tarde de lá. E tarde a deixei para ir e, quem sabe, voltar a vê-la ainda no dia seguinte. Não houveram "sonhos de amor". Mas um agradecimento, quase em prece, pelo carinho dela. pela solicitude dela. Por ela permitir que eu experimentasse momentos lindos. Por ela respeitar o que carrego aqui dentro.

DESPEDIDA- Nem tudo é para sempre. E assim é com nossas despedidas. Finitas. 

Koly, obrigado por seu carinho, sua atenção e seu respeito! É mais do que mereço! Que você se lembre de agradecer aos céus pelas oportunidades, mesmo que sejam ásperas ou dificultosas, cabendo a sua parte ser engedrada com a satisfação de quem luta para alcançar seus propósitos. >  E, embora eu não seja digno de exclusividade, que, em uma ou outra noite em que deitar sua cabecinha no travesseiro para agradecer, lembre que aqui tem uma pessoa que muitas vezes pensa em você.E que, a partir de hoje, tranformará alguns desses pensamentos em oração, como que enviando uma vibração extra de carinho.
 
 


Escrito por Ivan às 10:12:25
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Não, nunca fui contista. Nem cronista. Já escrevi algumas crônicas, sim, para algumas atividades de estudos, ou redações. Contos também, mas a maioria deles que fiz, fiz oralmente. O que segue abaixo é a tentativa de um conto- ou crônica?. E uma homenagem. Mas é um conto (crônica?) à minha maneira, se é que posso ousar a tanto- e, tanto melhor que seja em primeira pessoa. E homenagens, sempre as fazemos de forma pessoal, não é? Pois, que seja, um conto-homenagem. Um conto à minha ousada maneira (sim, porque nem sei que regras tem a língua portuguesa para tal) para homenagear, de forma pessoal, à alguém que, talvez eu conte, mas que provavelmente vai se ver, logo que ler. Se ler!

O QUE FICA (do que o coração guardou, não só porque às vezes ele tenta ser poético, mas porque ele parece ter memória e registra, nela, os momentos inesquecíveis).

O ENCONTRO FORA PREVISTO- Porque nos conhecemos, porque nos falávamos, porque nos gostávamos... porque nos gostamos. E nada há de comprometedor nisso. E nada há de terceiras intenções nisso. E nada há de desrespeito. Existem duas almas que se viram. Que se sorriram. Que se viveram uns momentos- todos descomprometedores na prática, mas não sei no sentimento, se é que os sentimentos comprometem. Eu me encantei. Eu me rendi à um encanto, mas só tempos tempos depois. Me declarei portador dele, logo que soube. O porte, como é de se adivinhar, foi desproposital, inconsciente. Eu nem queria, aliás, evitaria se pudesse, ou se soubesse como. O que foi feito de mim, depois do encanto, somente eu saberia dizer o que passei a sentir, se me fosse possível encontrar as palavras certas. Sem talento como sou para escrever, e pouco conhecedor das palavras, que também sou, não encontrei- ao menos ainda- essas palavras certas para dizê-las.

O ENCONTRO FOI COMBINADO- Porque o acaso não existe. Porque a distância entre as duas almas não existe. O que existe são circunstâncias. E porque o acaso não existe, não por acaso nos conhecemos. Nem por acaso nos vimos, nos gostamos, nos sorrimos. E nem por acaso eu quis de novo, mais olhares, mais sorrisos. Era simples. Um dia. Um dia inteiro. Um dia numa vida inteira. Um dia para se lembrar a vida inteira.

O DIA PRÉVIO- Ela chegaria. Eu a recepcionaria. A princípio, pela manhã. Como contratempos, parecem estar contra o tempo que organizamos para nossas vidas- talvez por isso se chamem assim-, a expectativa é grande. A minha, confesso. Mas se confesso, não é para evidenciar um sinal de fragilidade. Mas de expectativa mesmo. De ansiedade. A ansiedade do desejo, sem comprometimento, de revê-la. De olhá-la. De gostá-la assim, de perto. De abraçá-la, não mais em votos, nem mais em prece, nem mais em sonhos, nem mais e memória.

A CHEGADA- Porque a espera valeu a pena. Porque eu sabia que ela vinha. Porque ela veio? A necessidade do descanso. Não pensem que foi por minha causa. Ao menos, não somente. Embora ela não tenha me dito. Embora eu não tenha perguntado. Se que precisava de descanso. Por isso, ao chegar, eu tinha que, rapidamente, levá-la onde se hospedaria- afinal era tarde, noite avançada e nos veríamos, no outro dia. Mas, antes disso, e também porque seria inevitável, houveram os olhares, o gostar de perto, o abraço, os sorrisos- que merecem comentários à parte, além do encanto.

pausa 1- O GOSTAR- Ninguém explica. E nem vou explicar. Mas o verbo parece ter um sentido restrito nos dias de hoje. Gostar parece ser pouco. Mas, penso que não. Gostar estar intimamente ligado ao que somos por dentro. E, gostar é involuntário. Mesmo que, no início não pareça, e evitamos, se for o caso de gostar, acabaremos gostando. Sem possibilidade de volta. É, não dá para explicar porque e nem o quanto gosto dela. Mas é o sentimento que fica.

pausa 2- O OLHAR- Porque cada olhar é único, para uns. Se é o mesmo para a maioria, é porque, talvez a maioria não goste de quem olha, ou o gostar, para essa maioria tem sentido restrito. Por ser único, o dela também não é igual a nenhum olhar. E o que fica, na memória de meu coração- pois que inventei a memória do coração, se não existia- dentre tantos olhares que conheço e conheci, é o dela. Não um olhar em momento especial. Mas um olhar de que, quando olha, somente ela poderia fazê-lo. Sei o que é isso, porque gosto.

pausa 3- O SORRISO- Como ocorre com o olhar, o sorriso é único. Como acontece com o olhar, temos vários sorrisos. Mas sempre há um, o que parece imprimir-se na lembrança. O dela é inesquecível. E, também o sei, é inevitável. E que me importa que para alguns, pareça somente um sorriso como outro qualquer. Para mim, se fosse como qualquer outro, como a memória do coração o locarizaria dentre tantos sorriso, para lembrá-lo, com a frenquencia com que lembra?

pausa 4- O ABRAÇO- O encontro entre duas almas em comunhão de sentimentos, que em dado momento, podem se tocar. Ok, a comunhão não é assim tão de duas vias. Mas, um pouco de imaginação nem faria algum mal, não é?

pausa 5- O ENCANTO- porque o dicionário diz que a palavra designa a pessoa que agrada muito, tendo o poder de nos maravilhar, por suas particularidades. Então, o carinho dela agrada. O sorriso dela agrada. O abraço dela agrada. O gostar dela agrada. Lembrar de tudo isso e do olhar dela, também agrada. Talvez, por tudo isso, ela seja um encanto!

BOA NOITE- Era preciso. Então, foi o que desejei a ela. Para que tivéssemos um bom dia. Por isso fui, para voltar depois.

CONTINUA...

 

VISITEM O OUTRO BLOG: HTTP://UMCASAL.BLOGSPOT.COM. Tem texto novo lá também!



Escrito por Ivan às 15:15:27
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ATENDENDO À PEDIDOS...

Pedro Henrique fará 4 anos no dia 11 deste mês. Aqui, ele aparece com um robôzinho que veio junto de um lanche do Mac Donald's. Ele jura que é um robô do Power Rangers e brinca com ele todos os dias. Ah, e ainda diz que é o Ranger Vermelho, porque é o líder.

 

O Pedro Henrique tem um carinho muito grande pelo Mateus, seu irmão (fará três meses no dia 18). Eu até já escrevi sobre isso neste blog. Aqui, minha mãe ajuda o Pedro Henrique a segurar o irmãozinho numa das inúmeras vezes que ele solicita pegar o Mateus.

 

Aqui um close do Mateus. parece até que ele estava olhando para a cêmera. Se ele for gostar de tirar fotos que nem o irmão, terei dois filhos modelos. Beleza para isso eles têm, não têm? Filhinho de peixe, peixinho é, já diz o ditado! 

 

"Eu tenho o poder" dizia ele enquanto tirava essa foto. Reparem o brinquedo na mãozinha dele. Meu filho acha mesmo que pode ser da Super Patrulha Delta, uma das equipes do Power Rangers. Ele gosta mesmo de posar!

 

 

Esse é o Caio, o padrinho. Todos sabem que sou espírita, mas minha mãe ficaria tão feliz se eu permitisse que ela o batizasse. Tanto que ficou. E o Caio merece a homenagem do convite. Os dois se gostam bastante.

 

A mamãe. Devo muito à ela. E nunca agradeci. Aliás, temos tantas pendências cármicas entre nós. Mas ela tem valores que percebi muito recentemente. No 1º dia do ano, o meu primeiro poema foi em homenagem à ela quenão sabe! Talvez eu mostre aqui um dia.

 

Aqui o Mateus dá um leve sorriso, quase que posando para foto, he he he! Olha a pancinha, que é semlehante à do irmão. Puxou a mim que, além de me esforçar por manter o desenvolvimento dos tríceps e bíceps, também mantenho vigoroso o meu panceps.

 

Eu e o primogênito. Ele nem sabe ainda, mas só por ter nascido mudou tanta coisa em mim. E alguns já percebem.

 

Os Três Bons Companheiros. Espero que seja sempre assim: na saúde e na doença, nas alegrias e nas tristezas, nas conquistas e nas derrotas, para o que vier, para o que tiver de ser, nas oportunidades de toda a nossa vida juntos. Agora, imaginem só, três pedaços de mau caminho que nem esses, passeando no calçadão... Que mulher resistirá? Ó dúvida sem resposta!

 

Com a avó num momento de muita intimidade. Minha mãe não gosta de tirar fotos. E quando tira, nunca olha para a câmera.

 

No dia seguinte ao batizado, o Pedro Henrique queria festa. E queria que cantasse parabéns. Toda a festa tem de ser assim para ele. Tudo bem então. Esse sorriso foi registrado pela câmera, mas na minha memória tem milhares de outros deliciosos de lembrar.

 

Minha irmã Elisangela. Meu filho adora ela, aliás, ama ela, como ele mesmo diz. E ela merece muitas felicidades.

 

Momento raro! Eu com a família que cresci. Minha irmã Márcia, três anos mais nova (eu tenho 29), mãos nos ombros de mamãe, que segura o Mateus incomodando com a luz. Minha outra irmã segura o Pedro Henrique no colo. E eu... bom, vocês estão vendo...

 

Aqui, o Mateus, devidamente vestido para não acharem que este é um blog de fotos apelativas e sensuais, he he he!

 

Para saber mais do pedro Henrique, é só ver os posts do dia , 13/05/05, 16/04/05, 20/04/05, 17/05/05, 24/05/05, 13/06/05, 24/05/05, 13/06/05, 01/08/05, 14/10/05 31/10/05 (com foto), 10/01/06 e 09/05/06, 07/07/06, 01/10/06 e 23/10/06.

No blog http://rascunhodaalma.blogspot.com está meu texto de ano novo. É que dei o exto de presente à carol, autora do blog. Se quiserem me prestigiar, fiquem à vontade.

Também um outro texto de ano novo, dessa vez, escrito à seis mãos e de forma inusitada, no http://umcasal.blogspot.com, meu outro blog, em conjunto com a Lelinha.

ESTE BLOG NÃO ESTÁ SENDO DESATIVADO!

A idéia de republicar textos é um repeteco do que fiz no início de 2006. Assim, os novos leitores conhecem um pouco do histórico emocional do Vertentes de Mim e os leitores antigos relembram as partilhas emocionais que fui honrado a fazer.

Um agradecimento todo especial a todos vocês, por conta de todo o carinho que tenho recebido neste blog. Que neste ano possa eu continuar a me fazer digno de toda essa bênção!



Escrito por Ivan às 13:34:02
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1. Como divulgado no post anterior, meu texto de ano novo estará em outro blog. Escrevi para presentear àquela a quem sou amigo (ex) secreto. A partir do dia 02, acessem http://rascunhodaalma.blogspot.com.

2. Outro texto, este escrito à seis mãos, deverá sair no blog que mantenho com a querida Lelinha, http://umcasal.blogspot.com

3. Não, esse blog não está abandonado, apenas de razoáveis férias. Mas, em janeiro, uma pessoa deverá ser homenageada aqui no blog, talvez mais de uma vez.

4. Também em janeiro, já que meu filhão, o Pedro Henrique completará quatro anos de idade (o último post sobre ele foi em 23 de outubro), vou colocar fotos novas dele no meu Orkut e reservarei para colocar algumas aqui.

5. Em fevereiro, é possível que eu comece a republicar alguns textos, pelo menos até abril, o mês em que o Vertentes de Mim completará doisa anos em atividade. Não lembro a data exata, mas sei que foi em abril

6. O blog com a Lelinha vai continuar sim, e já estamos concebendo idéias para que ele fique mais interessante.

7. Bom, por enquanto é isso! Até o ano que vem!



Escrito por Ivan às 18:58:56
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Três coisas importantes:

1ª- Minha amiga (ex) secreta é a Val, que me deixou um carinhoso presente, encontrado em seu blog, que é super criativo: http://www.petalas.com.br. Acessem o blog dela e vejam meu presente.

2ª- Eu sou o amigo (ex) secreto da Carol, do Rascunho da Alma (http://rascunhodaalma.blogspot.com). Eu não tenho talento para fazer banners, lays, gifs e essas coisinhas bonitinhas. Como o que sei fazer mais ou menos no blog é escrever, então a presenteei com um texto, a ser publicado somente no dia 01 ou 02 de janeiro, já que se trata de um texto de ano novo.

3ª- O texto dessa semana está no outro blog: http://umcasal.blogspot.com

 



Escrito por Ivan às 16:07:15
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NÃO, EU NÃO TINHA NADA MELHOR PARA ESCREVER NÃO! DESCULPEM!

Grande é o esforço para repararmos as atitudes desonestas que tomamos contra nós mesmos. Quantas vezes negamos emoções autênticas em nós mesmos? Mesmo diante de acontecimentos que tenham nos machucado muito? Será que devemos nos ignorar nestes momentos?

Hammed ensina que a reparação é o ato de compensar ou ressarcir prejuízos que causamos, não a penas aos outros, mas também à nós mesmos, através de pensamentos ou atitudes inadequadas. Abrir mão de nossos sentimentos para receber a consideração de alguém fará com que mantenhamos firmes as máscaras que carregamos. Temos de viver o direito que temos de sentir nossas emoções. Isso é uma atitude de honestidade conosco mesmos. Não devemos deixar que nossa capacidade de sentir diminua. Isso ajuda no processo de autodescobrimento. Se não entendo meu sentimentos, como reparar faltas? A interpretação equivocada que fazemos da vida nos conduz à buscas irreais.

Emoções não são, em si, um ato. Sentir é diferente de agir. Sentir afeto é diferente de acariciar. Sentir raiva é diferente de agredir. Saber lidar com as nossas emoções é um esforço a que temos sempre de estar imbuídos. Discernir qual decisão tomar diante das emoções e não censurá-las com repressão, por sentí-las. Assim, nos manteremos mellhor controlados.

Autorepressão não é um bom caminho para que tenamos real entendimento do que e como estamos agindo em nossas vidas. Análises frequentes e honestas sobre nossos comportamentos ajudam a identificar equívocos que vivenciamos, associando-os aos sentimentos que os originaram e, a partir daí, equilibrá-los. Decidir ser quem eu sou não pode significar ser infeliz por ainda não conseguir ser quem eu gostaria, mas contente se eu perceber que posso mudar.

É urgente aprendermos a não mais achar desculpas e culpados para todas as nossas insatisfações. As aflições que vivenciamos devem ser encaradas como grande oportunidades que nos convidam a exercitar potencialidades positivas já existentes na alma, encarando a verdade de que no fim das contas, ninguém pode decidir por nós o tipo de vida que queremos levar.

Sim, podemos escolher nossos destinos, através de ações pensadas e concretas, caminhar em direção à eles, com marchas e contra marchas, avanços e retrocessos. Não ficar presos a um passado que já acabou, onde nada mais há a fazer. Comprometer-mo-nos conosco mesmos, tomando as atitudes necessárias para concretizar o meu plano de vida, aprendendo o que ainda não sabemos, melhorando tudo em nós e à nossa volta, resignado com a vida que tenho, numa busca constante por nossa contínua melhoria. Ponderação ao decidir é fundamental, pois somos nós que carregaremos, sozinhos e sempre, o peso das escolhas que fizermos.

 

O endereço do novo blog é http://umcasal.blogspot.com. Isso mesmo, é um casal quem escreve: eu e a Lelinha. Quam ainda não visitou, visite e nos deixe contentes.

Nas próximas semanas, textos de Natal e Ano Novo! Não acreditam? Esperem e verão!

OBRIGADO A TODOS OS NOVOS VISITANTES. QUE EU POSSA RETRIBUIR A TODO CARINHO RECEBIDO!

Obs.: Nasci no dia 21 de dezembro de 1977. façam as contas!



Escrito por Ivan às 14:05:18
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AMIGOS, MAIS UMA VEZ SERÃO NECESSÁRIOS ALGUNS DIAS DE AUSÊNCIA.

POR UM TEMPO CURTO DESSA VEZ.

AOS QUE VISITARAM-ME PELA PRIMEIRA VEZ (E FORAM MUITOS) AGRADEÇO O CARINHO E SAIBAM QUE SÃO TODOS BEM VINDOS.

AH, E SE NÃO CONHECEM AINDA, APAREÇAM NO BLOG QUE MANTENHO EM CONJUNTO COM A LELINHA: HTTP://UMCASAL.BLOGSPOT.COM

ATÉ MAIS!



Escrito por Ivan às 18:04:10
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"Imagine que você tenha uma conta corrente e, a cada manhã você acorde com uma saldo de 86.400 reais. Só que não lhe é permitido trasferir o saldo para o dia seguinte. Todas as noites o saldo é zerado, mesmo que não tenha conseguido gastar duante o dia. Você irá gastar cada centavo, é claro! Todos nós somos clientes desse banco: o Banco do Tempo. No começo de cada dia, cada pessoa recebe um crédito de 86.400 segundos. Todas as noites é debitado, como perda. Mas, todo dia é tudo novo, de novo. Pela manhã a conta recomeça, com créditos. À noite, as sobras do dia se evaporam. Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário, investindo na saúde, no amor, no sucesso, na felicidade, no aconchego de casa. Você escolhe. O relógio está correndo. Portanto, faça o melhor para o seu dia." (do livro SOS Dinâmicas de Grupo)

QUE HORAS SÃO?

Paremos um minuto...! O quanto já nos situamos no tempo? Qual é nossa relação com ele? Precisamos de um ponto de referência para medí-lo? Como o definimos? Seria onde o ponteiro do relógio marca? Mas... e se o relógio estiver atrasado ou, de repente, parar? O tempo pára também? Ah, talvez vocês digam que, para definir o tempo, nos baseamos na divisão que de horas, onde um dia tem 24 delas, que somam semanas, meses, um ano... No entanto, o tempo fora da Terra é outro! Por exemplo, em Júpiter, 10 horas de lá equivalem à 12 anos daqui. Eu farei 29 anos em duas semanas, lá eu ainda teria 2 aninhos apenas. O tempo é mesmo uma coisa maluca. Que horas são agora?

Mesmo se considerarmos nossa realidade, basenado-nos na divisão dia/noite, verificaremos que em alguns países ainda é claro às 22:00hs. Em outras regiões do globo, passam-se meses sem que recebam os raios de sol, e as noites são intermináveis nesses períodos. E nosso horário de verão? Será que podemos alterar o tempo? Enquanto estamos aqui, lendo, trabalhando, estudando, do outro lado do mundo, outras estão dormindo.

Como é nossa relação com tempo? Será que as 24 horas do dia são suficientes para que realizemos todas as tarefas que nos propomos a fazer? Muitos responderiam que não. Mas, sei que existem alguns insetos e fungos que nascem, crescem, se reproduzem e morrem em apenas um dia! Ou seja, vivem uma vida interia em 24 horas! Se estivéssemos no lugar deles, talvez achássemos que 24 horas é muito tempo, pois o tempo é relativo! As tartarugas, por exemplo, que podem viver quase dois séculos, devem achar de nosso tempo, o mesmo que achamos dos insetos e fungos.

Aliás, que horas são? Eu fiz essa pergunta lá no título do texto e tenho certeza que a resposta não será a mesma pois o tempo não pára! Daqui a alguns parágrafos, se eu perguntar de novo, a resposta será outra, diferentes das duas anteriores, e, aí, já será futuro, pois o futuro nunca é, mas sempre será! Futuro é o que ainda não ocorreu, ou seja, não existe ainda. O que já passsou é passado e não volta mais! Aquele telefonema que faríamos pela manhã, o café que não tomamos por causa da correria, a palvra lançada que trouxe arrependimento... tudo isso já era.  Futuro e passado, objetivamente, não existem. Nada podemos fazer neles! Devemos estudar o passado para errar menos e sermos melhores no futuro!

Podemos optar pelo investimento de nós mesmos, nos descobrindo, nos autenticando, como muitas vezes já afirmei para mim mesmo, porque sou ainda um erante e compartilhei com vocês aqui neste blog em tantas oportunidades. Falei em optar, mas só o fazemos, através do uso de nosso livre arbítrio num único ponto possível no tempo: O PRESENTE! Nosso livre arbítrio só tem poder no AGORA, pois é no instante presente 9e não deve ser à toa que esse ponto no tempo se caham assim) onde a vida acontece. O presente traz no seu bojo o passado enquanto vida incorporada e o futuro enquanto perspectiva, numa série de probabilidades que podem ou não acontecerem.

Por isso, acredito que tantas mensagens- sobretudo as espíritas- nos dizem que o melhor momento é sempre o AGORA, não importa o que temos a fazer, não importa nossa idade! Aliás, nós sabemos quanto tempo nos resta ainda nesta vida? Afinal, a vida é dinâmica, o tempo é dinâmico, pois ele não pára nunca! Aproveitar o tempo que temos é um investimento inteligente. É aqui, é agora, que escolhemos sempre, mas a pior escolha, acredito, é optar para deixar tudo para o dia seguinte, ou prá semana que vem...

Aliás, que horas são agora?

 

Dia 20 de Novembro estreou um novo blog- o Uma Casal Por Todos Os Lados. Será a oportunidade que terei para escrever sobre outros assuntos, menos ligados à afetividade e sentimentos, como é de hábito eu fazer por aqui.

O endereço do novo blog é http://umcasal.blogspot.com. Isso mesmo, é um casal quem escreve: eu e a Lelinha. Quam ainda não visitou, visite e nos deixe contentes.

Quis eu, que dessa vez, o texto tivesse teor mais suave. Os dois anteriores eram um tanto pesados, he he he!

Beijo no coração de todos!



Escrito por Ivan às 15:41:54
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CONTINUÇÃO DO TEXTO ANTERIOR

O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS

Sim, a defesa de nossa intimidade,  requer certa contenção de impulsos. Além, ainda, é preciso que tomemos a decisão de aprender a exercitar novas posturas que gerem novos reflexos através da consolidação de interesses mais elevados da alma. Disciplinar o instinto é fundamental, mas esse esforço deve vir aliado ao outro esforço que é o do comprometimento com nós mesmos em desenvolver melhor as questões de nossa afetividade.

Ante esse quadro, Ermance Dufaux nos propõe as seguintes reflexões: Que sentimentos e pensamentos devem nortear nossa mente em sua relação com o corpo? Como olhar para ele  ou para o corpo alheio e experimentar emoções enriquecedoras? Como impedir a rotina dos pensamentos que nos inclinam à vaidade e à lascívia ante os estímulos da estética corporal?

Os meios sociais nos impelem à reflexão quanto ao cuidado do corpo, o que, de fato, é inegavelmente importante. No entanto, a gravidade dos problemas está nos sentimentos que nos permitimos perante as atrações físicas. Veremos o corpo conforme o que trazemos na intimidade. Por isso, acredito ser imprenscindível a busca por essa essencialidade de que todos nós somos dotados. A busc por nossa essencialidade nos conduzirá melhor à capatação da essencialidade do outro, percebendo que ele também tem seus medos, suas dores, suas neessidade. Essas buscas nos levarão a encontrar o nosso mundo subjetivo e o do próximo. O resultado será a sublimação de nossos sentimentos.

Uma vez estabelicido essa estado interior de dignificação, partiremos para o próximo passo e lançarremo-nos ao esforço (re)educativo na transformação dos hábitos. Assim, iluminaremos os nossos olhos para que tenhamos luz na visão do mundo que nos cerca, como encontramos Jesus recomendando em Mateus, cap. 6, vers. 22: "se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz".

 

Dia 20 de Novembro estreou um novo blog- o Uma Casal Por Todos Os Lados. Será a oportunidade que terei para escrever sobre outros assuntos, menos ligados à afetividade e sentimentos, como é de hábito eu fazer por aqui.

O endereço do novo blog é http://umcasal.blogspot.com. Isso mesmo, é um casal quem escreve: eu e a Lelinha. Quam ainda não visitou, visite e nos deixe contentes.

E aproveito para agradecer as 141 visitas que o Um Casal Por Todos Os Lados emquatros dias no ar. Considero um sucesso!

Dia 20 de Novembro estreou um novo blog- o Uma Casal Por Todos Os Lados. Será a oportunidade que terei para escrever sobre outros assuntos, menos ligados à afetividade e sentimentos, como é de hábito eu fazer por aqui.

O endereço do novo blog é http://umcasal.blogspot.com. Isso mesmo, é um casal quem escreve: eu e a Lelinha. Quam ainda não visitou, visite e nos deixe contentes.



Escrito por Ivan às 20:36:35
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SEXO E AFETIVIDADE, CÚMPLICES OU ANTAGONISTAS?

Em todos os tempos da história verificamos no homem o desejo de estar bem, ser feliz. A procura pelo bem estar parece-nos inerente. A procura pelo "estar bem" com o outro idem. Entretanto, a felicidade parece algo tão distante, uma palavra chavão que ainda hoje carece de melhor sentido e reflexão. E cada um de nós sentimos muitas vezes um sentimento de impotência nos acomodando e nos aprisionando no lugar onde estamos, talvez por conta de nossos juízos de valores equivocados, já que a interpretação equivocada da vida nos conduz à buscas irreais. Então a pergunta que não cala: como vencer esse abismo que separa a necessidade de melhor paz interior e os grandes combates que se nos apresentam na vida a cada dia, levando em conta a questão das relalações?

Não é fácil mesmo encontrar respostas lúcidas. E quantas foram as vezes em que desistimos dessa buscas por conta do cansaço? Será que falo somente por mim afirmando que muitas vezes nos rendemos às propostas imediatistas dos prazeres superficiais, por serem a alternativa mais fácil, mesmo que sua gratificação seja passageira?

Sei que dói admitir, e dói lá no íntimo, num lugar ainda não bem determinado, mas é possível que tenham sido muitas as vezes em que houve a redenção à consumação de pensamentos sem a utilização da verdadeira consciência crítica, como se condicionados à um estímulo, sem a concorrência da inteligência e vontade- muitas vezes estabelecendo até mesmo uma rotina, um hábito. Há alguns assuntos que sempre volto a tratar aqui no blog. Não é que eu queira aconselhar àqueles que aqui chegam, mas compartilhar sentimentos, e algumas conclusões, muitas vezes bem pessoais.

E aqui, volto mais uma vez a um mesmo assunto, pois acredito que é sempre conveninete, em favor da (re)educação de nossos poteciais, refletir com serieade sobre nossa afetividade, mas hoje, com ela aliada à sexualidade. Afetividade e sexualidade andam juntas sim. A afetividade, quanto melhor conhecida e conduzida, tanto melhor será o gerencialmento de nossa sexualidade. Jamais devemos pecar no contrário. A maioria dos assuntos que trato aqui no blog estão ligados à afetividade, tema que tenho verdadeiro apreço.

Nesse campo, vemos a banalização do sexo, onde a mídia parece tê-lo reduzido com requintes de inferioidade e desvalo. A internet trouxe mais estímulos, preenchendo o vazio dos solitários de imagens degradantes- e estes jamais refletem sobre as causas de sua solidão  insatisfações pessoais. Em muitos lares há a perda do limite; diante da beleza corporal, muitos pais quase sempre excitam a sensualidade precoce e a banalização. Como, nós, pais também fomos (somos) escravizados por estereótipos de conduta, não amargamos um pouco a soma de conflitos pessoais não solucionados que intereferem em nossa tarefa educacional junto aos filhos?

Num clima social assim, é razoa´vel entender porque os delitos do afeto e do sexo continuam fazendo vítimas e gerando dor. O desafio de usar com responsabilidade o sexo e a afetividade, continua superado por poucos que se dispõem ao sacrifício de vencer a si mesmo. Os estímulos exteriores sempre comprometerão os propósitos sinceros daeules que se empenham no embate, o que nos exigiria um bom esfoço para que não fossemos arrastados ao insucesso. Na doutrina espírita há um esforço para que aprendamos que a energia sexual seja disciplinada, pois assim, cada vez mais ela será diigida para fins de crescimento e libertação.

Nos dias em que vivemos, e como o sexo e a afetividade são tratados pela maioria dos veículos, é grande a influenciação à geração de um lamentável desvio, alimentando as miragens de posse nas relações, fazendo inclusive com que os relacionamentos, carentes de seguraça e de fonte viva de algria, se esqueirem nos campos do ciúme, da inveja, da dependência, do desrespeito, da infelidelidade- algumas das rotas de fugas pelas quais percorrem os encontros e desencontros entre casais e famílias.

Continua no próximo pots, já que o UOL não me permite o espaço para o texto inteiro!

 

Dia 20 de Novembro estreou um novo blog- o Uma Casal Por Todos Os Lados. Será a oportunidade que terei para escrever sobre outros assuntos, menos ligados à afetividade e sentimentos, como é de hábito eu fazer por aqui.

O endereço do novo blog é http://umcasal.blogspot.com. Isso mesmo, é um casal quem escreve: eu e a Lelinha. Quam ainda não visitou, visite e nos deixe contentes.

E aproveito para agradecer as 131 visitas que o Um Casal Por Todos Os Lados emquatros dias no ar. Considero um sucesso!

Na próxima semana, a continuação desse último texto. Assim, dou um tempinho para digerirem.



Escrito por Ivan às 16:43:16
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CHEGOU O GRANDE DIA!!!!

O DIA DA ESTRÉIA DE UM NOVO BLOG!!!!!

http://umcasal.blogspot.com

Esperamos vocês para a festa!

 


Senhorita Elaine C. Ferreira, por gentileza, se for até o novo blog, nem cometa a ousadia de pensar bobagens, ok?

Campanha CONHEÇAM A LELINHA. Acessem: http://esferograficaazul.blogspot.com

ESCLARECIMENTO IMPORTANTE: O VERTENTES DE MIM CONTINUARÁ FIRME!

 



Escrito por Ivan às 17:12:43
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CHEGOU O GRANDE DIA!

O DIA DA ESTRÉIA DE UM NOVO BLOG

http://umcasal.blogspot.com

Esperamos vocês para a festa!

 


Campanha CONHEÇAM A LELINHA. Acessem: http://esferograficaazul.blogspot.com

ESCLARECIMENTO IMPORTANTE: O VERTENTES DE MIM CONTINUARÁ FIRME!




 



Escrito por Ivan às 17:12:42
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CHEGOU O GRANDE DIA!

O DIA DA ESTRÉIA DE UM NOVO BLOG

http://umcasal.blogspot.com

Esperamos vocês para a festa!

 


Campanha CONHEÇAM A LELINHA. Acessem: http://esferograficaazul.blogspot.com

ESCLARECIMENTO IMPORTANTE: O VERTENTES DE MIM CONTINUARÁ FIRME!




 



Escrito por Ivan às 17:12:16
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20 DE NOVEMBRO!

Não esqueçam desta data.

Venham conhecer Um Casal Por Todos Os Lados!

Trata-se de um blog escrito por mim e pela Lelinha (ou Gisele, para fins de formalidade), do Esferográfica Azul (visitem-na: http://esferograficaazul.blogspot.com).

O conteúdo do blog?

Bom, no dia vinte acessem http://umcasal.blogspot.com, e saberão!

Conto com vocês para a festa! 

Continuo escrevendo no www.catanduvanarede.com. Ao entrar no site, cliquem em "colaboradores".

Campanha CONHEÇAM A LELINHA. Acessem: http://esferograficaazul.blogspot.com

ESCLARECIMENTO IMPORTANTE: O VERTENTES DE MIM CONTINUARÁ FIRME!



Escrito por Ivan às 16:25:04
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A brincadeira é a seguinte: você escreve no seu blog, diário, flog, qualquer-coisa virtual 6 (eu disse SEIS) fatos aleatórios, estranhos, sem noção, sobre você... E depois intime 6 (sim... SEIS) pessoas da sua lista de contatos pra fazer o mesmo! Ok? Ok! Vamos nós!

...

Agora seis pessôuas? Fácil... maninha, noivo, alf, miopolino, Ivan (que sempre reclama que não indico corrente pra ele... Aí vai!) e Zehzitows! Quero só ver os fatos de vocês..E quem quiser responder também pode! É que só cabiam 6 pessoas ali... Aguardem post durante a semana!

O que está em vermelho, copiei, do blog da Nanda (http://www.comoassim.blogger.com.br/). Prometi a ela que eu atenderia o seu pedido. E aqui estou eu, para cumprir.

1. Há uma mania que tenho e dificilmene comento, não sei porquê. Trata-se de imaginar palavras ao contrários. Desde que me conheço por gente faço isso. Eu vou explicar. Quando estou andando pela rua e vejo alguma placa, por exemplo, sempre a leio palavra por palavra, e depois, repito a operação, mas cada palavra de trás para a frente. Ou quando estou ouvindo rádio ou uma música, é comum eu "me pagar" falando ou cantando mentalmente o trecho da fala ou um verso da música, mas com as palavras de trás para a frente. Fiquei tão craque nisso que, se me perguntarem uma palavra qualquer, 99% de chances de eu responder imediatemente como seria ela ao contrário. Marednetne?

2. Detesto insetos. Abomino insetos. Embora eu admire alguns pela beleza ou mesmo pela utilidade que têm. Mas, são tão raros os insetos dignos de alguma admiração que por alguns desenvolvi verdadeiro asco e por outros medo. Isso mesmo, gente, medo de alguns insetos! Especialmente de baratas. Aliás, nem eu mesmo entendo como um moreno alto como eu, 28 anos de idade, 1 metro e 82, máscullo, viril, pode ter medo de coisinhas tão pequenas. Já passei o dia ineiro fora de casa por que tinha uma barata na porta de entrada da cozinha e, mesmo depois que ela saiu de lá, não entrei em casa para não arriscar eme encontrar com ela lá dentro. Já chamei minha bisavó para retirar uma barata do banheiro. Já levantei de noite, sobressaltado por ver uma barata na parede do quarto onde eu dormia, e por aí vai.

3. Gosto de andar de ônibus Mesmo os metropolitanos. Se tiver um assento livre, já tá bom, mas sempre prefiro os da frente. Nas excursões, enquanto todos os bagunceiros gostam de ir lá atrás, eu prefiro ficar lá na frente, para ter a visão da paisagem. Adoro viagens longas de ônibus. Quando eu era mais jovem e tinha um tempo livre, era comum eu passar o dia andando de ônibus. Não sei de onde veio esse meu gosto, que aliás é também por andar de carro, embora eu aind anão tenha carta. Acho fascinante essa coisa de eu estar parado, enquanto o mundo se movimenta lá fora.

4. Sou uma pessoa bem humorada, gosto de ver as pessoas rirem, mas a expressão que tenho, de hábito, no rosto, é antipática. Tenho a cara de poucos amigos e isso me afasta das pessoas. Rio pouco. Sorrio pouco, inclusive, e as pessoas pensam que sou mau humorado. Meus traços bem rústicos e voz grave, além da pouca sensibilidade (como por exemplo, diante de uma situação trágica) não ajudam a melhorar muito esse conceito, he he he!

5. Gosto de letras de músicas, mesmo as internacionais. Quando compro um cd que não tem as letras das músicas ou um dvd de show com a opção de legendas, o que eu faço? Simples, venho à velha lan house, procuro na internet e pago para imprimir. Se eu tiver com o disc man, no ônibus (âs vezes na rua até, se for pouco movimentada), vou ouvindo a música enquanto acompanho a letra. Se eu estiver em casa, aí, lamento os vizinhos, porque, além de gostar de ouvir música bem alta, ainda canto junto enquanto o cd ou dvd toca. E, sem as letras na mão, não posso fazer isso, não é?

6. Leio dois ou três livros ao mesmo tempo, junto ainda com revistas. É simples, de manhã, leio um pouco de um livro, à tarde leio outro, se vou ao banhiro, leio uma revista, à noite um erceiro livro, seguido de outra revista, e assim vai, numa confusão enorme. Mas não me perco, o que é impressionante. Isso sem contar nos textos ou material que uso para preparar minhas palestas ou exposições. E tem mais, é raro eu ler romances, e prefiro livros divididos em muitos capítulos, tenha ele 100 ou 1000 páginas.

 

Bom, é isso! Embora seja um post diferente do que estou habituado, fico contente em poder compartilhar de algumas de minhas insanidades com você. Espero que tenham ao menos se divertido. As seis pessoas que escolho (para não quebrar a regra) para fazerem o mesmo são: a Rosa (http://marcasvida.zip.net), a Carla (http://www.callianteia.blogger.com.br), a Vania (http://tribuna_livre.blig.ig.com.br),  Aleksandra (http://lagrimaslavadas.blogspot.com), Keila (http;//osuivosdaloba.blogs.sapo.pt) e Mily (http://calunguinha.blogs.sapo.pt).



Escrito por Ivan às 10:47:57
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QUEM PENSOU QUE PEDRO HENRIQUE IGNORARIA O MATEUS... (ver post anterior, para saber do que falo...)

Quarta-feira, dia 18, às 20:30, eu acabara de conhecer o Mateus, que há poucas horas tinha nascido. Liguei para meu outro filho, o Pedro Henrique (ver posts do dia 01/10, 13/05/05, 16/04/05, 20/04/05, 17/05/05, 24/05/05, 13/06/05, 24/05/05, 13/06/05, 01/08/05, 14/10/05 31/10/05 (com foto), 10/01/06 e 09/05/06 e 07/07/06 para saber mais dessa pequena criatura de quase quatro anos), que estava na casa de minha mãe e lhe dei a notícia. Ele gritou para avó: "Vó, meu imãozinho nasceu e tá cum a minha mamãe no hopital". Estava alegre, deu para eu notar.

Três dias depois, Mateus chega em casa com a mãe. Minha mãe leva o Pedro Henrique depois. Não vi a cena do encontro dos dois. Mas, quando lá cheguei Pedro Henrique disse: "Papai, meu imãozinho chegou do hopital, veja". Vale lembrar que todos tinham receio de que ele fosse ficar com ciúmes, etc. Por isso, sua mãe e eu o preparamos durante a gestação do Mateus, tentando lhe dizer que ele jamais perderia seu lugar em nossos corações, mas que seu irmãozinho iria dividir esse espaço com ele. também dizíamos a ele o quanto seria bom, no futuro, dividir esses espaço. E, embora alguns não acreditassem (minh mãe e uma das minhas irmãs, por exemplo, chegam ao absurdo de ter ciúmes do Mateus), o Pedro Henrique parece que entendeu o recado e, nesses primeiros dias nos ensinou várias lições:

Eu estava cozinhando uma macarronada e o Pedro Henrique, como sempre faz, pegou dois fios crus de macarrão. Um, ele dizia, era para o irmãozinho.

Quando a mãe disse que ia dar banho no Mateus, o Pedro Henrique insistiu em ajudar. E qual não foi nossa surpresa em ver a expressão de satisfação que ele fez quando a mãe deixava ele passar o sabonete nas costas do irmãozinho. Terminado o banho, ele dava a toalha, a fralda, a roupinha e ainda fazia questão de passar perfume na roupinha "prá fica teroso".

"Papai, posso pegá uma banana?", perguntou ele. Aliás, ele adora frutas. Quando veio, trouxe duas. Eu disse: "Você é guloso, hein filho?". Ele disse: "uma banana é para o meu imaozinho". Eu expliquei que o Mateus não comia, ele insistia. Então, tive que ser mais paciente e explicar os pingos nos "is".

De madrugada, o Mateus começou a chorar. Daí ele balançou a mãe dizendo: "Mamãe, o meu imaozinho tá chorando. Acóda pra pegá ele do berço". Pois é, ele tá cuidando do irmão. Pela manhã, o Mateus começa a chorar de novo. O Pedro Henrique acorda a mãe de novo, e ela explica que ele deve estar com fome. "Então, pega ele logo pá dá peito pá ele, mãe, que ele tá chorando", ordenou ele à mãe.

Como sabem, o Pedro Henrique tem paizão pelos dvds do Chaves e Chapolin. No início de cada dvd tem uma vinheta muito barulhenta. daí, sem que ninguém peça, agora, quando ele vai colocar um desses cds, ele deixa o som abaixado até passar a vinheta. Daí ele aumenta o som. "É pá num assustá meu imãozinho", diz ele!

Aliás, quando ele dá um grito- daqueles gritos normais de qualquer criança de três anos, quase quatro- e percebe que o Mateus está perto, disfarça, faz de conta que nada aconteceu, he he he. E, quando algum de nós fala mais alto ele é enfático: "Shshshshs".

Quando o Mateus está no berço e acorda (ele passa a mior parte do tempo dormindo), O Pedro Henrique corre logo para saber o que aconteceu. Ontem, atendi seu pedido para pegar o irmãozinho no colo. Poucas vezes vi uma expressão de tamanh ternura no rostinho do Pedro Henrique. Eu segurava o Mateus para que o Pedro Henrique não soltasse, e admirava o pequeno espetáculo.

Fora que, o Pedro Henrique faz carinho, beija a mãozinha do Mateus, quer que ele tome um pouco de seu suco, ou brinque com seus carrinhos.

Bom, esses são alguns dos episódios que me lembro. Eles vêem bem a calhar para fazer a todos lembrar que uma criança precisa se sentir querida. Eu e sua mãe jamais faremos o Pedro Henrique perder uma parcela do lugar em nossos corações. Estamos tentanto fazer ele entender que é nosso parceiro. Ele fica contente em poder "ajudar a cuidar" do irmãozinho. E nós, contentes em saber que ele se preocupa. Tentamos fazer o Pedro Henrique entender quo seu irmãozinho é dependente, inclusive, dos cuidados dele. Foi difícil, mas agora ele entende que o Mateus não pode falar, não pode andar, não sabe brincar ainda. Mas, se ele se dedicar ao irmãozinho, da mesma forma que sua mãe e eu nos dedicamos a ele, logo logo eles poderão correr pela casa, um com o outro, construindo uma bela relação. Pelo que já vi, o Pedro Henrique vai continuar me surpreedendo. E eu, aprendendo com ele o valor da ternura e da sensibilidade na fraternidade.

Que assim seja!

 

Vou continuar o esforço por responder aos comentários. Os comentários passados já respondi.

Continuo escrevendo no www.catanduvanarede.com. Ao entrar no site, cliquem em "colaboradores".

Campanha CONHEÇAM A ROSA. Acessem: http://marcas.vida.zip.net.



Escrito por Ivan às 15:24:50
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BEM VINDO AO MUNDO MATEUS!

Acredito que os hospitais são lugares abençoados. Afinal, queiram ou não, a idéia de existência deles é de grande beleza: manter a vida, a qualquer custo, promovendo-a, inclusive, se possível. Funcionários, mesmo desgosotosos com os ganhos, as condições de trabalho ou de pouco fraternos, ainda assim, trabalham, mesmo que mecanicamente, a fim de atingir esse princípio fundamental. Afinal, que melhor razão de existir tem a medicina se não a de servir à vida?

No entanto, desde pequenos, somos acostumados (ou educados) a ver a dor única e exclusivamente como algo negativo. Também crescemos com a idéia de que o hospital é somente um local de sofrimento, e não, também um local de alívio. Não queremos ir ao médico, temos medos de injeções, medo do gosto ruim dos remédios, etc. como se a dor fosse para ser sentida, até as últimas consequências. Já fui voluntário em hospitais e sei um pouco do que estou falando. Sei também que muitos médicos não tratam seus pacientes com a humanidade e fraternidade consoladora que a profissão, considerando sua ética, exige. Mas a vida, o maior de todos os bens que temos, de qualquer forma, tem sempre seu direito resguardado.

O local mais mágico de um hospital é a maternidade. Lá não há sofrimento- as mães que se recuperam de cesáreas ou as crinças prematuras, não valem, já que estes acontecimentos hoje, não se traduzem em grande perigos-, salvo algumas exeções.

A primeira vez que estive num maternidade, pelo que eu me lembre, foi quando o Pedro Henrique nasceu (conheça-o, se quiser, há dois posts atrás). Ele ficou no hospital uma semana e eu voltava lá todo dia, de manhã e à noite. O hospital era enorme e o caminho até a maternidade, no terceiro andar, era um labirinto só. Nos corredores, era comum ver pacientes sendo carregados pelos enfermeiros, evidenciando sempre, por suas expressões, o sofrimento que experimentavam. Parentes experavam aflitos a hora da visita e, não raro, víamos enfermeiros e médicos correndos apreensivos. Mas a sala de espera da maternidade era diferente. A movimentação era de ansiedade, mas a ansiedade era de alegria.

Quando eu passava pela porta da maternidade, o clima mudava. O som mudava. O som, embora fosse de choros de recém-nascidos, era como uma ode à vida. Havia melhor disposição entre as enfermeiras e, embora algumas mães demonstrassem as frontes de muito cansaço, o clima era de paz e a espera, com a vontade de ir para casa, resignada.

Amigos, se um de vocês nunca entrou numa maternidade, deviam, para sentir o que eu jamais conseguirei descrever aqui com palavras. O sentimento me movia, inclusive, a olhar todos os outros bebês. A fragilidade que desperta ternura. O pequeno tamanho que evidencia os grandes caprichos da vida. A razão do choro, único meio que tem de se comunicar. Obrigam-nos a aprender sobre o carinho, sobre o cuidado, sobre a mansuetude. Ensinam-nos como é poder se dedicar a alguém, e, assim, agradecermos nossos pais por terem se dedicado. Bebês são assim. Têm mesmo algo mágico, que transcende a compreensão, como que exalando vida pelos poros.

Ontem, voltei à maternidade. Voltei porque, Mateus, o irmãozinho esperado pelo Pedro Henrique, nasceu, às 11:35hs. Ele passa muito bem. Já suga o peito que é uma beleza, faz cocô pelos outros três bebês que estão no mesmo quarto e ainda por cima é calminho, calminho. Vai ver será o fundador de uma ordem de monges espíritas. Nasceu com três quilos e seiscentos gramas e cinquenta e um centímetros (um semi jumbinho, não é?). Suas feições lembram o Pedro Henrique, mas seus cabelos são pretos. Os olhos, ainda não deu para ver direito, que ele quase não abre o olho, tamanha é a disposição que ele tem para dormir.

Sua mãe também passa bem- claro que estou considerando a cesárea- e deverão, os dois, sairem amanhã do hospital. Sei o que escrevi em 4 de maio deste ano a respeito dessa gravidez (sua mãe e eu estamos ainda na mesma situação), no entanto, sei que  devo reunir esforços para que eu cumpra, também com esta pequena vida, o que já tenho me esforçado em cumprir com o o Pedro Henrique, conforme já expus em 7 de julho, onde termindo dizendo: Que eu possa, com minha busca, compreender cada vez mais que, para ser pai, são necessários profundos dotes de carinho e afeto, à frente desse compromisso onde deve brilhar o dom do equilíbrio emocional.

Abençoado seja você Mateus, em mais uma oprtunidade reencarnatória. Seja muito bem vindo, mais uma vez, a este mundo!

 

Campanha CONHEÇAM A ROSA. Acessem: http://marcas.vida.zip.net.

Continuo escrevendo no www.catanduvanarede.com. Cliquem em "colaboradores".

Vou continuar o esforço por responder aos comentários. Os comentários passados já respondi.



Escrito por Ivan às 14:48:27
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TALVEZ, UM DESABAFO

Em certos momentos da vida, temos a impressão de sermos tomados pela inutilidade íntima, questionando os objetivos de nossa existência, como se nada do que vivemos parecesse não fazer sentido. Nos damos conta do quanto sofremos com as perdas, e, numa atitude incosciente de autoproteção, concentramos nossa atenção nesse lado, que parece ser o mais cruel da vida: o lado das perdas.

Aliás, as perdas se iniciam logo que saímos do útero, perdendo seu aconchego, sua proteção. Nesse raciocínio, os menos otimistas podem concluir que começamos nossa vida em perdas e na perda continuamos. No entanto- e é o que parece um paradoxo- sempre que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ganhamos, por exemplo, os braços do mundo quando perdemos o aconchego do útero. E assim vamos, perdendo, seguindo a ganhar o novo enquanto experiência.

Perdemos a i.ocência da infância, e com isso vamos ganhando a capacidade de questionar, abrindo as portas para o novo mundo que nos vai se descortinando. Fechamos janelas e as deixamos para trás. Isso, na realidade resume o crescimento.

Perder alguns direitos e conquistar outros fazem parte desse processo. Perdemos o direito de chorar bem alto quando algo nos é tomado. Perdemos o direito de falar tudo o que queremos, sem o medo de ser reprimido. Nasce o receio de dar risadas escandalosas (meu filho dá ums deliciosas de ouvir). Tememos comentar o quanto nossa tia engordou. Vamos crescendo e aprendemos que nem sempre podemos ser tão sinceros. E, de tanto ganhar- peso, pelos, altura, o mundo; e receios, e medos, e vazios- chegamos aos pontos de conflitos, e o mundo nos parece inadequados aos nosso sonhos. E sonhamos tanto...! Até cairmos na real. E, quando caímos na real, tememos a luta pelo esforço de nos tornarmos equilibrados, contidos, ponderados. Chegamos ao absurdo gravíssimo de perdermos nossa espontaneidade.

Neste momento nos cobramos a utilização do raciocínio, a razão acima de tudo, sob a justificativa de que o que nos diferencia do animal é a capacidade de organizar nossas ações de forma lógica e racionalmente planejada. Ganhmaos um carro novo, uma compania, um diploma. O passo que perdemos o direito de gargalhar, andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos.... Não tascamos mais aquele beijo estalado em quem gostamos, mas apertamos as mãos de todos. Ganhamos novos amigos assim, um novo emprego, um novo salário, honrarias, e até mesmo a chave da cidade....

E assim, ganhamos tempo enquanto envelhecemos.

E percebemos que ganhamos rugas, umas dores, estrias, celulite, aquela barriga, o brilho no olhar, esquecemos os sonhos, deixamos de sorrir, perdemos a esperança... Estamos envelhencendo, e compreendemos que as perdas fazem parte, muitas vezes sem nos dar conta que o sol continua brilhando. Portanto, que façamos uma oração à nós mesmos.

Que cresçamos sem envelhecer simplesmente! Que tenhamos as dores nas costas, mas procuremos quem nos massageie! Que tenhamos rugas e boas lembranças! Que tenhamos juízo, mas cultivemos o humor e um pouco de ousadia! Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos!

Afinal, o que é o tempo que temos nessa vida? Nada em relação com nossa grande e individual missão, que é a busca pelo conhecimento de nós mesmos, num exercício de cada mais estabelecer o contanto com o que de mais divino temos dentro de nós, e, consequentemente, irradiar toda a luz que descobrimos, na certeza de que os outros também possume sua luz a nos iluminar por vezes que estamos na escuridão.

E que missão!

 

Volto com a campanha CONHEÇAM A ROSA. Acessem: http://marcas.vida.zip.net.

Continuo escrevendo no www.catanduvanarede.com. Cliquem em "colaboradores".

Companheiros leitores, me desculpem a ausência. Estou de volta. E jamais esqueci desse espaço e de você, podem acreditar!

Obs.: Apartir deste post, vou me esforçar por responder ao menos a maioria dos comentários. Portanto, não esqueçam dessa informação. Creio ser esse um ato de recisprocidade à todo carinho e respeito que recebo de vocês, dignos e estimados leitores de meu singelo blog!



Escrito por Ivan às 12:41:27
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Faz tempo que não escrevo sobre o Pedro Henrique- para os novos leitores que não conhecem essa criaturazinha  de três anos e meio, podem acessar os posts de 13/05/05, 16/04/05, 20/04/05, 17/05/05, 24/05/05, 13/06/05, 24/05/05, 13/06/05, 01/08/05, 14/10/05 31/10/05 (com foto), 10/01/06 e 09/05/06 e 07/07/06. 

Recentemente quis achar um jogo da memória para dar ao meu filho. Minha idéia era ensiná-lo a jogar e jogar com ele às vezes. Saí à procura do brinquedo e não conseguia achar um a contento. Sua mãe, então, recortou uns cartõezinhos e desenhou alguns pares de desenho. Qual não foi a minha surpresa quando ela me contou do interesse que ele demonstrou em jogar. E ainda por cima, mostrou ser um detentor de uma memória invejável- ou subestimada por mim!

Eu desenho melhor que a mãe do Pedro Henrique e, resolvi fazer mais cartas quando ela deu a idéia de que eu desenhasse números. Gostei da idéia e, além dos números, desenhei pares de vogais maiúsculas e minúsculas, todas coloridas. Esse moleque, minha gente, pirou o cabeção (como diz um amigo fã do O Surto- que nem quero saber por onde anda, he he he). A regra é simples: ele ganha um parabéns e uma comemoração quando ele acerta os pares e diz a letra ou o número. Afinal, como minha intenção é educativa, não quero que ele se preocupe com a competição, e sim com o aprendizado. O resultado, para meu contentamento, é que ele já sabe contar de uma à nove e conhece as vogais "gandes e pequenas", como ele mesmo diz, he he he!

Onde quero chegar com isso? Bom, nos próximos dias eu pretendo formar palavras simples com as vogais e, fazer um outro jogo da memória. E assim, sucessivamente.

Aliás, por falar em aprendizado, uma amiga em comum com a mãe dele conseguiu uma v aga numa escolinha municipal. As escolas e cheches de São Vicente são referência estadual. De fato, conheço um pouco do trabalho deles e sei que a organização e dedicação às crianças, considerando que são de funcionários públicos, é exemplar (desculpem, mas mesmo se algum de vocês é funcionário público, devem saber do que estou falando...), é exemplar.

Sua avó tratou logo de comprar uma mochila do "momi aranha", uma toalhinha, uma "ecova" com estojinho, um sabonetinho "dionson i dionson" e um copinho "adul", como ele fala ao se referir à cor azul.

Mudando o assunto, outro dia ele pediu para deitar comigo enquanto assistíamos um dos meus dvds (ele tem bom gosto), quando ele pediu: "papai, póto deitar com votê?". Deitou e eu perguntei se ele queria um carinho. Ele respondeu que sim: "na cabeta". É, como já devem ter prcebido, ele não fala as sílabas que tem o som daa letras "s" ou "g" ou "x".

Minha mãe lhe deu um bicicleta e lá vamos nós dar aquela volta no bairro. Mesmo com rodinhas na bicicleta, ele consegue tomar alguns tombos. E, quando cai diz: "ato qui mi dei mau". Mas, persistente, levanta, e colta a pedalar, como se nada tivesse acontecido.

Outro suplício é ir à locadora. Se vou com ele, não posso voltar de lá sem trazer um filme para ele. Aliás, devo dizer que ele só insiste em trazer um filme para ele se eu estiver trazendo um para mim. Então, porque outro dia eu tinha comprado quatro dvds para ele (os dois A Era do Gelo, Chicken Littlle e Madagascar), fui sozinho à locadora e não trouxe nada a ele. Quando ele viu que na sacolinha não tinha dvd para ele, fez cara feia e, enfático, repetia: "não quelo falar com votê...!". Ô garoto perseverante...

Resolvi procurar uns livros que eu pudesse ler para ele. Não encontri muitos, mas levei um que falava de um ursinho que fazia amizade com a lua. Cada página uma ilustração com cores suaves, de fácil entendimento e, embaixo das ilustrações, os textos da história. Não deu muita atenção. À noite, sua mãe contou a história, antes de ele dormir, e a atenção pareceu a mesma. No dia seguinte, insistia: "mamãe, quelo dumí, mas conta a histólinha pá mim?". He he he, esse garoto vai virar um intelectual assim! Agora, preciso arranjar outro livro, que não aguento mais contar a história do ursinho Bino. E ele já sabe de cor, quadro à quadro.

Para terminar, devo esclarecer que meu filho é uma cirnaça como muitas outras, e que, por vezes, tenho aborrecimentos com ele sim. Mas, não é por isso que vou escrever sobre suas disposições negativas, não é? Se registro somente os momentos de contentamento e ternura neste blog, é porque tenho sempre a impressão de estar aprendendo mais com ele do que ele comigo. Diante dessa generosidade que parece brotar espontaneamente dele, jamais devo aviltar qualquer nuace de nossa relação.

 

Agradeço o carinho recebido e a paciência nesta minha época de ausência.

Acessem o blog da Rosa. Ela é portuguesa, mora nos EUA e, uma dia, entrou aqui no blog e me fascinou com seu comentário e seguintes. agora, ela está aprendendo a fazer o seu blog. Vamos lá dar aquela força? Acessem http://marcas.vida.zip.net.

Estou pensando em voltar com o blog Por Todos os Lados. O que acham?

Beijo no coração de todos vocês!



Escrito por Ivan às 16:29:55
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INFELIZMENTE, ESTE BLOG ESTÁ EM RECESSO POR ALGUNS DIAS. TALVEZ EU SÓ VOLTE EM OUTUBRO!

SE PRECISAREM DE MIM, ENVIEM E-MAIL: ivanjdlf@gmail.com

POR ENQUANTO, FIQUEM COM:

 

AVALANCHE DE ROGER DEAN



Escrito por Ivan às 18:35:15
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  Olha, parece que esse site está sendo descaracterizado, não é? Tenham paciência, que logo volto à velha forma.

A Aleksandra, do Lágrimas Lavadas (link, alí ao lado) me enviou um e-mail interessante com a lista de vários sites.
 
Serviço dos cartórios de todo o Brasil, que permite solicitar documentos via internet:
www.cartorio24horas.com.br/index.php
 
Site de procura e reserva de hotéis em todo o Brasil, por cidade, por faixa de preços, reservas etc.:
www.hotelinsite.com.br
 
Site que permite encontrar o transporte terrestre entre duas cidades, a transportadora, preços e horários:
https://appweb.antt.gov.br/transp/secao_duas_localidades.asp
 
Encontre a Legislação Federal e Estadual por assunto ou por número, além de súmulas dos STF, STJ e TST:
www.soleis.adv.br
 
Tenha a telinha do aeroporto de sua cidade em sua casa, chegadas e partidas:
http://www.infraero.gov.br/sivnet/index.php?lang=bra
 
Encontre a melhor operadora para utilizar em suas chamadas telefônicas:
http://sistemas.anatel.gov.br/sipt/Atualizacao/Importante.asp
 
Encontre a melhor rota entre dois locais em uma mesma cidade ou entre duas cidades, sua distância, além de localizar a rua de sua cidade:
www.mapafacil.com.br
 
Encontre o mapa da rua das cidades, além de localizar cidades:
http://mapas.terra.com.br/Callejero/home.asp
 
Confira as condições das estradas do Brasil, além da distância entre as cidades:
www.dnit.gov.br
 
Tenha o catálogo telefônico do Brasil inteiro em sua casa. Procure o telefone daquele amigo que estudou contigo no colégio:
www.102web.com.br
 
Vacina anti-câncer (pele e rins), desenvolvida por cientistas médicos brasileiros, fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente. Hospital Sirio Libanês - Grupo Genoma - Fone do Laboratório: 0800-7737327 (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra Karyn, para maiores detalhes). OBS: ESTA VACINA DEVE SER SOLICITADA PELO MÉDICO ONCOLOGISTA:
www.vacinacontraocancer.com.br/hybricell/home.html
 
Indexador de imagens do Google - captura tudo que é foto e filme de dentro de seu computador e os agrupa, como você desejar:
www.picasa.com
 
Site que lhe permite fazer pesquisas dentro de livros:
www.a9.com
 
Site que lhe diz tudo do Brasil desde o descobrimento por Cabral:
www.historiadobrasil.com.br
 
Site que o ajuda a conjugar verbos em 102 Idiomas:
www.verbix.com
 
22. Site para envio de e-mails pesados, acima de 50Mb:
www.dropload.com
 
Site para envio de E-mails pesados, sem limite de capacidade:
www.sendthisfile.com
 
Site que calcula qualquer correção desde 1940 até hoje, informando todos os índices disponiveis no mercado financeiro. Grátis para Pessoa Física:
www.debit.com.br
 
Site que lhe permite falar e ver pela internet com outros computadores, ou LHE PERMITE FALAR DE SEU COMPUTADOR COM TELEFONES FIXOS E CELULARES EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO GRÁTIS - De computador para computador, voz + imagem. De computador para telefone fixo ou celular:
www.skype.com
 
Site que lhe permite ler jornais e revistas de todo o mundo:
www.indkx.com/index.htm
 
Site de câmeras virtuais, funcionando 24 hs por dia ao redor do mundo:
www.earthcam.com
 
Site que traz vários outros de todos os tipos:
 
http://www.poplink.com.br/
 
Site de previsão do tempo:
http://www.tempoagora.com.br/


Escrito por Ivan às 16:30:36
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                 Hoje conto com 29 anos (farei 22 em 21 de dezembro). Aliás, a data de meu aniversário tem uma história curiosa, pois minha mãe sempre jurou que nasci em 21 de dezembro; meu pai é quem, lelé da cabeça que estava, registrou dia 20, que é o que tenho escrito em todos os documentos. Mas, nesta história, sem que eu precise explicar, não tenho dúvidas em aceitar a versão de minha mãe.
                  Bom, há uns dez anos atrás, ou mais, eu era (como sempre fui) um jovem pobre, de periferia, que mal tinha um calçado para por nos pés (bom, hoje eu tenho alguns calçados, embora velhos), e andava com três amigos, que eu chamo amigos de época. Explico: amigos de época são aqueles com quem convivemos por um período e, um tempo depois, por circunstâncias da vida, cada qual toma seu rumo e o contato entre eles fica reduzido, quando não eliminado. Não foi por briga, nem desgaste, apenas a vida que reservava rumos diferentes para cada um, ao que parece. Já deve ter acontecido algo assim com vocês
                  Bom, eu tinha três amigos- na realidade ainda os tenho, pois continuam encarnados neste mundo, embora eu os veja pouquíssimo hoje em dia; mas quando nos encontramos é sempre uma grande festa- o Alfredo, espírita na época e mais velho, com muitas histórias para contar; o Alex, um maluco que caiu de pára quedas em nossas vidas, trazendo muitas alegrias; e o Fábio, meu amigo desde meus 7 anos, homem honestíssimo. Nossas conversas versavam sobre diversos assuntos, inclusive alguns que, na maioria da roda de jovens de nossa idade, jamais eram tratados. E, foi nesse rumo que uma idéia tomou corpo. 
                  Na época, o Alfredo estava comprando, por curiosidade e para mostrar que é culto (he he he), a coleção Os Pensadores, cujas edições saíam semanalmente e eram vendidas nas bancas. E foi o prórpio Alfredo quem sugeriu um dia: "E se a gente estudasse o que esses homens tinham a dizer? Ter um outro entendimento do mundo?". Antes dessa época, dos meus 15 até aqueles 17 semanas antes, o Alfredo e eu montamos, na casa dele, um grupo para estudar os princípios básicos da Doutrina Espírita. Foram 18 meses de reunião, duas horas cada e semanalmente. Ali o meu interesse pela doutrina espírita tomou corpo e desde então, meus pensamentos ganham, por causa dela, mais vida a cada dia. 
                  Para mim, então, seria fácil encarar a idéia e, com um pouco de conversa, o Fábio e o Alex aceitaram. Precisávamos de um nome para o grupo, que seria aberto, e coordenado por nós quatro. As reuniões aconteceriam uma vez por semana, por duas horas. O Fábio lia e sintetizava o primeiro volume: O Pré Socráticos. Foram cinco semanas estudando esse livro. Depois, eu preparava os estudos com base nos dois livros seguintes. Estudei e preparei cinco reuniões para as idéias de Platão (sem contar o livro A República, que não chegamos a estudar em grupo) quatro semanas sobre Sócrates e doze semanas sobre Aristóteles, o que mais me fascinou. Por circunstâncias da vida, o grupo acabou depois de Aristóteles, embora nosso grupo de amizade continuasse.
                  Na época, o grupo precisava de um nome. Como as reuniões eram sábado, das 18:00 às 20:00, sempre que terminava, nós quatro íamos para suas casas (exceto o Alfredo, já que as reuniões eram na casa dele), tomávamos banho, nos arrumávamos e nos encontrávamos para as baladas da vida. Muito frequentemente, íamos a uma danceteria aqui da cidade, onde tocava rock a noite inteira numa das pistas. Antes porém, era quase obrigatória a parada nas barraquinhas (hoje quisosques) da praia do Itararé para tomarmos uma cerveja (eu tomava caipirinhas ou batidas, já que nunca gostei de cervejas), enquanto degustávamos uma imensa porção de batatas fritas. Por isso, sugeri um nome bem filosófico ao grupo, no que foi aceito imediatamente. Surgia então o Filósofos Rockeiros Cachaceiros Comedores de Batata.
                  Sobre o que aprendi? Muita coisa! Os conceitos esqueci de quase todos, mas a essência do que aprendi naqueles meses ainda me tomam a mente quando lembro. As idéias de Sócrates e Platão são considerados, por nós espíritas, percursoras das idéias do Crisitianismos, dadas as semlehanças entre elas. Aristóteles, embora muito diferente dos dois, me fascinava pela vastidão de suas pesquisas e atividades. Enfim, neste momento, estou adorando lembrar de tudo isto...´

 

É, agora, por causa da minha falta de inspiração, fixo recontando coisas...

Acessem o blog da Rosa. Ela é portuguesa, mora nos EUA e, uma dia, entrou aqui no blog e me fascinou com seu comentário e seguintes. agora, ela está aprendendo a fazer o seu blog. Vamos lá dar aquela força? Acessem http://marcas.vida.zip.net.



Escrito por Ivan às 18:38:30
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Não sei se todos concordam que ela é inimiga da perfeição, já que a afirmação faz parte do ditado. Mas que atrapalha a busca pelo simples e autêntico, disso, tenho certeza.

Há quanto tempo nós não observamos crianças num carrossel? Ou num escorregador, desses que a gente encontra em tantas praças públicas? Ou mesmo numa brincadeira de pega pega ou até num jogo de futebol ou queimada? Será que já fizemos isso ou só não lembramos por que faz tanto tempo?

Há quanto tempo não paramos para ouvir a chuva batendo no chão parando para sentir o cheiro da terra se molhando, numa chuva que veio depois de um dia quente?

Certamente peguntamos algumas vezes ao dia "como vai?" à muitas pessoas, mas... quantas vezes paramos para ouvir as respostas? O quanto estamos correndo a cada dia? E, aquele amigo que há tanto tempo não vemos, há tanto tempo sem notícias... Será porque sempre dizemos não ter tempo de ligar para ele?

Quantas vezes já dissemos à uma criança "deixe isto para fazermos amanhã" e, em nossa pressa nem percebemos a tristeza dela? O quanto já nos perguntamos, intimamente, que quando corremos tão depressa para chegar a algum lugar, perdemos metade da satisfação de chegar lá? quantas vezes nos perguntamos que, se coremos o dia todo, é como se jogássemos um presente fora, sem que ele tenha sido aberto.

Embora eu esteja refletindo sobre a minha vida, talvez não seja assim tamanha pretensão ou presunção, falando da nossa. A vida não é corrida. E nem é lucro. É como um dom que nos foi dado e deve continuar a ser um dom de nós mesmos. Ultimamente tenho refletido muito se estou sendo muito descuidado com o tempo que tenho. Afinal, tempo perdido, na realidade não pode ser recuperado. O passado jamais volta. E, se foi vivido, podemos recomeçar um outro tempo. Por isso que, a cada instante, temos que escutar os ruídos do presente para caminharmos tranquilos por nossa vida, esse grande presente.

Eu sei que esse texto está parecendo aqueles textos feitos de frases decoradas, manjadas, e óbvias, mas é que hoje me permiti refletir o simples. Aliás, penso até que o óbvio deve ser rediscutido sempre, para confrontar nossas convicções. Talvez eu esteja somente pensando nisso tudo porque estava, agora há pouco, uma música que tanto adoro e que meu filho canta sempre o refrão (acho que, no próximo post vou escrever sobre ele, que já faz tempo que não escrevo...):

 És um senhor tão bonito, feito a cara do meu filho... tempo, tempo, tempo, tempo... vou lhe fazer um pedido! Compositor de destinos, tambor de todos os ritmos! Por seres tão inventivo e pareceres contínuo... és um dos deuses mais lindos! Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso... quando o tempo for propício! De modo que o meu espírito ganhe um brilho definido e eu espalhe benefícios! O que usaremos para isso fica guardado em sigilo... apenas contigo e migo! E quando eu tiver saído para fora do círculo... não sereis nem terás sido! Ainda assim acredito ser possível reunirmo-nos... num outro nível de vínculo! Tempo, tempo, tempo, tempo!

 

Obs.: pois é, gente, ultimamente tenho estaqdo um tanto sem inspiração.

Obs. 2: me acessem em www.catanduvanarede.com. Tenho uma coluna lá. É só procurar o Ivan da Luz.

Obs. 3: a Koly (http://kolyasas.zip.net) foi mesmo muito carinhosa comigo em seu último post. Um beijo para você em seu coração, do tamanho que quiser, pelo tempo que quiser, seguido de um abraço com a força que puder com o calor que precisar.



Escrito por Ivan às 17:40:23
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caminho.jpg

Por quê, além de refletir, às vezes também posso filosofar.

A reflexão feita em nossa vida, considerando seus aspectos, tanto os de fora quanto os de dentro, se sincera, pode nos auxiliar a olhar com melhor clareza, profundidade e abrangência as características das ações que devemos tomar. O exercício de refletir tem, sem dúvida, um caráter teórico. Entretanto, me parece que toda a reflexão só tem significado se ela emerge da prática, pois a reflexão analisa e fundamenta a prática e a prática parece voltar à teoria, como se a refoçasse ou a atualizasse.

Tal olhar crítico me parece fundamental para que caminhemos com mais segurança rumo ao que queremos conseguir em nossas vidas, sejam essas conquistas as que moram fora, como, e principalmente, as que conquistas que devem morar dentro de nós. Esse processo me parece facilitar nosso desembaraço de alguns entraves, descobrindo novas alternativas para melhorar nossas ações.

Eu sei que teoria e prática não são a mesma coisa, mas pensem um pouco e me digam se não são dois elementos indissociáveis de um único processo? Amenos que eu esteja enganado, sem o recurso da teoria, não podemos falar em uma prática coerente e consistente. E é no cotidiano dessas práticas que vamos construindo nossas vidas. Aliás, para construir seja lá o que for, necessitamos averiaguar as bases teóricas que poderão ou não fundamentar o projeto, mesmo que esse seja o projeto de nossas vidas. No dicionário aprendemos que projetar é lanaçar para a diante, obra a realizar, ou intento. Assim, ao organizarmos os projetos de nossas vidas (ou, ao reorganizarmos nossas vidas), planejamos algo que temos intenção de realizar, olhando para adiante, lançando-nos para frente! projetar-se é como se relacionar com o futuro, começar a fazê-lo, inclusive, transformando o presente. Trata-se de uma experiência que vivemos diariamente em nossas vidas, embora, muitas vezes a vivemos ao sabor de qualquer coisa fora de nós, sem ligação direta com o que tanto queremos ou precisamos.

O presente é o momento único de realização e experiência. Ele traz consigo o passado enquanto memória e vida incorporada e traz o futuro como enquanto vida projetada. Isso tudo ajuda a garantir a significação do processo histórico de nossas vidas, individual ou coletiva. Se o futuro, então, é organizado no momento em que vivemos, nosso desafio está na organização de sua construção. Pensemos então em nossas vidas, para considerar a real situação em que ela se encontra (em alguns momentos eu escrevi sobre isso aqui, como os quatro posts anteriores), confrontando o que temos com o que queremos e precisamos construir nela.

Afnal, quando se projeta algo, tem-se sempre um ideal em mente. Se o que idelaizamos é algo desejável e necessário (e esse sentimento varia de indivíduo para indivíduo), mas que aind anão existe, é necessário justificar o "ainda não"- isso evita que fantasiemos demais nosso futuro, já que o que ainda não é, pode vir a ser. E é na análise do que é já é real em nossas vidas que poderemos determinar as possibilidades de realização de algo ainda ideal.  Aliás, o possível é algo qua ainda não se encontra pronto, e muitas vezes ele está escondido dentro do impossível (como escreveu Drummond). Ou seja, construir o possível muitas vezes significa explorar os limites, mas no sentido de reduzí-los, eas alternativas de ação, no sentido ampliá-las.

Por isso, é preciso a reflexão sincera. Para melhor nos projetarmos na vida, devemos considerar criticamente, com calreza, profundidade e abrangência os limites das possibilidades, definindo os princípios norteadores da ação, determinando o que queremos conseguir, estabelecendo caminhos e etapas para as nossas ações e avaliando continuamente o processo e os resultados. Tudo isso deve ainda contar  com a esperança, que deve sempre contar com a incerteza (quando tenho ceteza absoluta, não preciso da esperança), e por isso devemos aliar a esperança à ação, ao empenho para a construção de nossas vidas. Por essa esta razão, não devemos nos referir à esperança com a idéia de uma atitude de espera, como nos colocamos em tantas situações.

Não se trata de esperar por uma vida melhor. Mas de, utilizando os recursos de que já dispomos e outros que vamos adquirindo, planejar melhor e caminhar desde já o esforço na busca de uma direção competente de nossas vidas.

 

Obs.1: a Koly, finalmente atualizou seu blog. Finalmente! http://kolyasas.zip.net.

Obs. 2: eu continuo a colaborar no www.caanduvanarede.com.

Obs. 3: este texto é inspirado numas conclusões que tive durante uma discussão há muitos anos atrás. Sem a inspiração para escrever algo novo e interessante, avaliei algumas anotações e criei este texto.



Escrito por Ivan às 13:21:37
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A PRETENSIOSA EXPLICAÇÃO PARA OS DOIS POSTS ANTERIORES!

Estava, agora há pouco, lendo o texto de retorno da Sammy (http://sammyinsampa.zip.net) que dá alguns subsídios reais e, coincidentemente, embasam a atividade introspectiva que criei no ano passado, por conta de um encontro ocorrido em São Paulo. Essa atividade já foi aplicada por mim 9 vezes, em nove cidades diferentes, passando, inclusive por algumas alterações.

Começo fazendo uma pequena palestra sobre o orgulho, mas, principalmente, sobre como ele se manifesta e sua ligação com nossas aflições ou vícios morais que carregamos. Depois, toco a música O Vencedor, dos Los Hermanos, e distribuo uma cópia da letra a cada integrante presente no grupo. A letra da música servirá de consulta para todo o resto da atividade, pois ela resume o que se deve descobrir com ela, pois ninguém, na prática, e cada um em intensidade diferente, está apartado do que ela descreve!

Depois, peço que todos relaxem, ficando, na sala, à vontade, olhos fechado de preferência. Toco algumas músicas para fazer o fundo. Nada melancólico ou sintetizado, como algumas músicas new age. A música tem de ser orgâncica, instrumental ou não. Gosto de usar, por exemplo, Massive Attack, Cocteau Twins ou As menos conhecidas do Pink Floyd. É importante que a música não seja assim tão conhecida, para que as pessoas não dispersem da atividade.

Todos à vontade, lanço o desafio e, caprichando na entonação da voz, bem como no respeito à pontuação de cada frase, vou fazendo as questões (ver posts anteriores) para que sejam respondidas intimamente. Por isso, entre uma questão e outra para alguns segundos, que para cada integrante internalizar a questão. A resposta é pessoal, mas mexe no lado emotivo, cada vez que as perguntas avançam.

No fim do questionamento, pouco mais de quinze minutos depois, distribuo alguns moldes de máscaras recortados em papel cartão e espalho no centro da sala alguns materiais para pintura, como lápis, canetas, giz de cera, etc., peço a todos que confeccione suas máscaras (leia o texto da Sammy, proposto no início deste post), com as cores que quiserem. Essa parte é extremamente sileciosa e, durante ela, toco músicas, que precisam ser vigorosas, como por exemplo T.N.T. For The Brain ou The Eyes Of Truth, do Enigma.

No fim, dou meu depoimento de vida, no sentido de compartilhar das coisas que mais me afligem e moram na minha intimidade, sentimentos que carrego e que me impedem de viver uma vida mais autêntica. E, depois, a atividade é livre para que os integrantes falaem, caso queiram. É preciso ter coragem para vencer as amarras do orgulho (mais uma vez, lembro da Sammy) e, se entre um depoimento e outro rolar um silêncio, não há problema. É importante não constranger. É importante não apontar. É um momento de partilha.

Para quem não fala, ou para os momentos de silêncio, faço perceber que são momentos em que o orgulho pesa demais em nossos ombros. Para os que falam, há alívio e a percepção de que não é uma aberração no mundo, por carregar sentimentos negativos. Sentem o alívio imediato e se comprazem no  sentimento do outro, sentido a compaixão alheia. Identificar as mazelas que carregamos e que nos impedem de avançar é um passo que simulo na atividade de questionamentos. Admitir que elas são nossas é um outro passo, e simulo isso na confecção das m´scaras, para que percebamos o quanto é importante não ignorarmos essa parte que grita em nós, pedidno resoluções pessoais. Compartilha, ou sej, verbalizar, é a simulação do esforço na coragem de se abrir, ser mais autêntico. Ao término de cada depoimento, o depoente é convidado, num ato de simulação, destruir a máscara que simboliza aquilo que tanto lhe aflige, jogando-a no lixo e todos batem palmas, como uma maneira de incentivo à sua coragem

Termino a atividade falando dos valores positivos que carregamos e que tanto nos fazem acertar. O quanto temos vontade de abraçar com vontade, ou dizer bom dia com sinceridade, ou mesmo cuidar de alguém que se gosta? Muitas vezes, não é mesmo? Pois então, essas disposições virtuosas moram no mesmo coração que grita, agride, é indiferente. E que, quando Jesus pediu que mostrássemos a outra face, deve ter falado dessa que nos faz tão bem, e aos outros e que, com certeza, já possuímos. Depois, distribuo a letra e toco a música Caçador de Mim, do Milton Nascimento.

Bom, em rápidas palavras, é esse o sentido dos dois posts anteriores. Tenho vinte e oito anos e, desde meus quinze, me dedico às pesuisas na área doutrinária do movimento espírita. Há três anos e meio, desde que meu filho nasceu, me dedico mais aos estudos relacionados à pedagogia do afeto e às emoções humanas. Por isso, gosto tanto de escrever sobre o assunto. A todos, meus agradecimentos pelo carinho tão especial que cada um dispensa à esse blog e dispensou à prosposta dos textos.



Escrito por Ivan às 17:06:47
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CONTINUAÇÃO- antes de ler este, leia o texto anterior para entender melhor!

O quanto e com o que tem se acostumado com a ilusão de não sofrer? Tem se acostumado a afastar uma dor ali, outra acolá... um ressentimento aqui, uma revolta acolá...

TEM SE ACOSTUMADO A NÃO RALAR NA ASPEREZA PARA PRESERVAR A PELE?

Ou seja... tem se acostumado a poupar a vida? Ou a se poupar na vida? E não percebe o quanto, aos poucos, ela se desgasta...?

O quanto tem deixado como está para ver como é que fica?

Apesar dos incômodos que sente, o quanto você tem dissimulado para que pensem que tudo às sua volta está bem?

Como tem sido seu comportamento no dia a dia?

Que sentimentos tem alimentado?

Quais desses sentimentos tem lhe incomodado?

E, movido por esses sentimentos, como você tem se relacionado com suas atitudes?

O QUANTO TEM SE DEFENDIDO NA VIDA?

QUE MÁSCARAS TEM CRIADO? E, O QUANTO PENSA EM SE DEFENDER COM ELAS?

E o quanto você tem se acostumado com as máscaras para amortecer julgamentos alheios, que o inferiorizam?

Tem se acostumado com o medo de ferir o ego? Coloca uma imagem... Uma personalidade irreal no lugar do seu EU REAL?

Carega uma máscara com a imagem de alguém envolvente para esconder a fragilidade e insegurança íntimas que o aflige?

Carega uma máscara com a imagem de quem tem uma felicidade que, embora aspire muito, está longe de experimentar, só para conseguir a admiração dos outros?

Ou se refugia numa personalidade cômica? Ou polêmica? Ou, aparentemente, decidida? Ou inteligente?

É melindroso poque não encontra a coragem de ser criticado?

É pretensioso porque pensa em conseguir o que quer com pouco trabalho?

É parcial em suas relações?

O quanto o sucesso do outro lhe incomoda, te fazendo pensar que merecia o tanto quanto ele tem?

Mas... o quanto tem se acostumado ao esforço de ser quem não é? Pensando como os outros pensam... Ou de acordo com o que parecem pensar sem considerar queos outros também têm suas dúvidas, aflições... Ou de acordo com o que falam ou agem...

Não estamos mesmo familiarizados com a experiência de expor nossa vulnerabilidade! ABRIR O CORAÇÃO!

MAS ESTE MOMENTO É SEU! PODE SER SEU!

Pegue uma folha pensando ser ela uma máscara e coloque nela, através de escritas ou desenhos, tudo o que te impede de ser uma pessoa autêntica. Tudo o que e incomoda os pensamentos! Tudo o que inquieta seu coração! Simule o livramento de suas angústias!

SEJA VOCÊ! INTEGRALMNTE! O que lhe aflige e for seu... lance para o papel!

 

NO PRÓXIMO POST, A PRETENSIOSA EXPLICAÇÃO PARA ISSO TUDO!



Escrito por Ivan às 16:50:37
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Há algum tempo eu crio atividades de introspecção. Uma delas, a que mais faz sucesso, já apliquei uma dezena de vezes. Vou tentar, com esse texto e os dois seguintes, trazer as reflexões mais importantes da atividade. Para tanto, lanço a cada um de vocês o desafio de consultarem sua consciência. Fique confortável e responda, SINCERA E VERDADEIRAMENTE, a cada uma das questões propostas. Proponho um diálogo consigo mesmo, sem esconder nada, já que ninguém estará por perto para escutar, além de você. leia uma pergunta, pare um pouquinho e responda, e sóa aí, parta para a próxima. Depois, se preciso for, explico o sentido disso tudo.

           

Com o que tem se acostumado em sua vida?

Acorda em cima da hora todos os dias?

Toma café correndo porque quase sempre está atrasado?

Come sanduíche porque não dá para almoçar?

Está acostumado a sair tarde do trabalho, com a sensação de que sua dedicação será mesmo recompensada?

Está acostumado cochilar no ônibus porque está cansado?

Está acostumado a dormir pesado , mesmo com a sensação de nem ter vivido o dia? talvez, por isso, ciclicamente, levanta sempre em cima da hora...

Com o quê já se acostumou a ver nas ruas? Ou nem percebe os detalhes do mundo por estar sempre correndo?

E por não perceber tanto o mundo á sua volta, o quanto já se acostumou a ser norteado ou conduzido? Conduzido pelo que os outros pensam... Pelo que os outros sentem...

O quanto você está acostumado a esperar? Esperar pelos outros... Ou que as coisas aconteçam...

O quanto já se acostumou a ter que pagar um preço para tudo o que deja e necessita?

Que preços tem pago? Com o que tem pago? Como tem pago? Será que já se acostumou a lutar para ter com o que pagar?

E, o quanto se acostumou a pagar, muitas vezes, mais do que as coisas valem, para preencher alguns vazios? Consegue perceber isso?

Será que já se acostumou a ser ignorado quando precisava tanto ser visto?

Já se acostumou a calar mesmo quando precisava tanto dizer? Dizer o que te incomoda... Dizer para que o outro pelos menos considere o que sente...

Ou não diz com receio da reção dos outros?

O QUANTO JÁ SE ACOSTUMOU A COISAS DEMAIS PARA NÃO SOFRER?

O quanto tem reprimido suas fantasias?

O quanto já se acostumou a se censurar? Receio de parecer tolo... Receio do que pensará o mundo...

O quanto já se acostumou a não se abrir? À falta de gente à sua volta para lhe consolar... Acostumando-se a mostrar-se sempre forte...OU SERIA ESCONDER A SUA FRAGILIDADE?

MAS... O QUANTO SEUS RECEIOS TÊM LHE PARALISADO?

O quanto se acostumou a achar desculpas ou culpados para as suas insatisfações? Se fazendo de vítima... Se acostumando a algumas dores... Acreditando que doem porque Deus assim o quis... E assim, pensa, vive resignadamente...

AH Já se acostumou a pensar que toda dor tem que ser vivida... COM DOR... COM SOFRIMENTO... E não se dá conta de que pode estar SE AUTOFLAGELANDO?

O quanto já se acostumou a se punir?

O quanto e com o que tem se acostumado com a ilusão de não sofrer? Tem se acostumado a afastar uma dor ali, outra acolá... um ressentimento aqui, uma revolta a colá...

TEM SE ACOSTUMADO A NÃO RALAR NA ASPEREZA PARA PRESERVAR A PELE?

CONTINUA...



Escrito por Ivan às 14:26:06
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A cada dia novas oportunidades nos aparecem de viver o inusitado, o diferente, o curioso. E podemos aproveitar todas porque um universo inteiro mora dentro de nós. E o contato com esse universo é fundamental para que estejamos em harmonia... conosco mesmos. Que tal alguns exercícios emocionais-afetivos-pessoais para ir desenvolvendo esse contato? Embora eu não seja nenhum perito na matéria, pensei em algumas coisinhas fáceis e ao alcance de todos nós! 

          Passar alguns minutos ou uma hora junto a um rio, a uma cachoeira, a um córrego, ou à margem do mar!
          Deitar sob a sombra num dia de sol, contemplando a energia e o vigor desse astro rei, numa força que está a tantos milhares de quilômetros! Assistir um nascer dele também é válido!
          Brincar um pouco com uma criança. Pode ser menino, pode ser menina, pode ter três ou dez anos. Se houver um bebê por perto, segure-o no colo!
          Apanhar um ônibus qualquer, sem destino, e depois apanhar outro de volta. Não pode ser no hoirário de pico. Vá na janela e perceba o quanto o mundo se movimenta! Ou fazer o mesmo, com um carro ou bicicleta. Sem pressa, sem destino!
                    Sentar sozinho junto a uma janela de um Café e escrever um poema, um texto, ou mesmo uma carta para sim mesmo. Envie pelo correio!
          Envasar plantas, sujando bastante a mão com a lama, despreocupadamente!
          Sair na chuva, num dia de calor e concentrar-se somente no ruído da água caindo no chão! >
          Comer uma manga, sem facas, sem garfos, sem pratos, somente com as mãos!
          Reler trechos de um livro que se gosta muito!
          Rever aquela comédia sozinho e rir muito sozinho!
          Comprar um mpresente para si. Pode ser aquele cd do artista preferido, aquela camisa que viu numa vitrine. Ir
          Por falar nisso, arrumar os seus cds, ou seu guarda roupa, com tranquilidade e prazer de quem está arrumando uma parte de si!
          Pegar a agenda e pensar em cada pessoa anotada lá: quem são, como as conheci, que contatos ainda mantenho. Isso ajuda a entender o quanto as pessoas nos são caras!
          Rever os álbuns de fotos e rir ou se emocionar sozinho com as lembranças que as fotos despertam!
          Verificar os armários, o guarda roupa, as gavetas e jogar fora tudo o que não mais importa. As que despertam lembranças melancólicas, é regra, devem ser desfeitas sem culpa!
          Ouvir aqueles cds preferidos, cantando, junto com o encarte, cada uma das músicas, sentindo a força e emoção que cada uma passa. Não valem músicas tristes!
          Se afastar, ficar sozinho consigo mesmo é a proposta!
          Esquecer as dores, as falsas expectativas, os sonhos e, sozinho refletir: o quanto sua vida está viva? O quanto você está disposto e alerta? Seja sincero...
          Sentiu o que era para sentir? Reconhece e assume sua visão de mundo?
          ...Ouvir a voz do coração, que simbolicamente guarda coisas precisosas sobre si mesmo!
 
No www.catanduvanarede.com está sendo republicando todos os Desmembramentos. Entrem no site e verão, à direito, um link para minha coluna, principalmente os que ainda não conhecem os textos.
 
IMPORTANTE: Minha campanha "CONHEÇA A KOLY" continua. Em 12/05 ela apareceu aqui no meu blog e fez muito sucesso! Nesta semana ela atualizou com um texto muito sensível e inspirado. Não deixem de visitá-la, ok? : HTTP://KOLYASAS.ZIP.NET
 
Leiam o post anterior e conheça um pouco do Vertentes de Nós!


Escrito por Ivan às 18:48:23
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ALGUNS JÁ SE INSCREVERAM!

Com a intenção de partilhar emoções, risos, apontamentos, e até mesmo choros entre todos os que, com muito carinho e respeito, sempre privilegiaram o Vertentes de mim- o meu blog pessoal- dou por fundado hoje, o grupo virtual Vertentes de Nós. Agora, o que era de Mim, estendeu-se para o Nós!

Pretendo que ele seja restrito, ou seja, para ler e postar mensagens, é preciso ser convidado. Cada pessoa poderé ser adicionada como mebro imediatamente por mim, ou se cadastrar na página do grupo (http://groups.google.com.br/vertentesdenos) ; mas, se preferir assim, terá de esperar minha validação. Todo esse cuidado é para que nosso grupo seja resguardado com respeito e fraternidade. Discordar não é problema. No entanto, creio ser salutar não admitir ofensas ou mesmo mensagens descabidas. O que não significa ser careta, uma vez que vocês, meus leitores, têm blogs que considero de muito conteúdo e libertários. Educação não é repressão. Por isso tenho certeza que cada um, a seu modo, poderá colaborar com o estreitamento de laços entre todos.

Bom, para aqueles que quiserem participar dessa família blogueira que proponho formar, precisarão de alguma paciência do moderador/administrador aqui, já que sou um quase zero na computação e domínio da internet, he he he!

Então, pessoas, àqueles que se interessarem, mande um e-mail (ivanjdlf@gmail.com) para mim com o título (assunto) "Vertentes de Nós". No e-mail, é importante que você diga seu nome (ou apelido que usa na internet), o nome e endereço do seu blog e um pouquinho de você e seu blog. Nesta sua descrição (que é livre) só peço que escreva os motivos pelos quais escreve e visita blogs, ok?

É isso! Esse post vai ficar aqui algum tempinho para servir de divulgação. E, logo logo vou visitar a cada um lembrando a todos da propostas.

Ah, duas coisas superimportantes! A primeira é a de que gosto da diversidade. Então, não se preocupe com o que trata seu blog. Não é isso que vai validar ou não sua entrada. A segunda é que, por ser de Nós, toda e qualquer sugestão será bem vinda, sendo inclusive mostrada para todos os membros. Construamos juntos esse espaço, para que ele tenha um pouco de cada um de nós!

 Pessoal, se tiverem qualquer dúvida, prefiro que me perguntem por e-mail: ivanjdlf@gmail.com!

No www.catanduvanarede.com está sendo republicando todos os Desmembramentos. Entrem no site e verão, à direito, um link para minha coluna, principalmente os que ainda não conhecem os textos.

IMPORTANTE: Minha campanha "CONHEÇA A KOLY" continua. Em 12/05 ela apareceu aqui no meu blog e fez muito sucesso! Nesta semana ela atualizou com um texto muito sensível e inspirado. Não deixem de visitá-la, ok? : HTTP://KOLYASAS.ZIP.NET



Escrito por Ivan às 18:55:00
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  HOJE ESCREVO POUCO, PORQUE PENSEI POUCO!

É comum que tropecemos, principalmente quando estamos buscando mudanças e caminhamos em direção a elas. Não será esse o seu caso?

Quando resolvemos viver plenamente a vida, é comum que, decepcionados, sangremos, não só por fora, mas principalmente por dentro. Não seria esse o seu caso, embora seja necessário sempre refletir quantas feridas alheias já abrimos ou continuamos a abrir?

Também é comum sentirmos-nos exaustos quando o cansaço bate. Não conseguir dar um passo a mais, por algum tempo é natural, desde que não paremos. Seria esse o seu caso, embora seja importante também refletir o quanto somos empecilho para o pleno caminhar de um outro alguém...?

Em realidade, penso que o caso de cada um de nós, companheiros leitores, é que estamos vivos. E a aventura de viver não é fácil, o que não significa que não possa ser serena. Embora tropecemos, caiamos, soframos com as dores íntimas, tenhamos que cuidar de nossas feridas, experimentemos a solidão algumas vezes e nos sintamos exaustos outras, o importante é ir fixando a certeza no íntimo de que somos mais fortes. E que sempre podemos levantar e continuar após uma queda.

Uma prova de que somos mais fortes que as tribulações da vida é o fato de que sempre sentimos quando algo está limitando nossa vida. Se não fossemos mais forte, nem notaríamos... Evidenciamos que somos tão mais fortes que nossas tristezas, só pelo rfato de sentirmos o desejo ardente, lá no fundo, de que ela vá embora, bastando aí, somente nosso esforço pela busca da reversão do quadro aflitivo em que, por vezes e ciscunstâncias inúmeras, se estabelecem nossas emoções.

Nossa força não pode ser medidas por aparelhos, nem pode ser vendida. Não importa onde esteja, e mesmo que seja por questões de segurança, chegue sempre brilhando. Desistir é o que torna a derrota permanente. Levantar-se é o que torna toda derrota somente mais um ponto de ligação em direção ao seu imbatível, já escrito e irrevogável sucesso!

No www.catanduvanarede.com estarei republicando todos os Desmembramentos. O segundo saiu nesta semana. Entrem no site e verão, à direito, um link para minha coluna

IMPORTANTE: Minha campanha "CONHEÇA A KOLY" continua. Em 12/05 ela apareceu aqui no meu blog e fez muito sucesso! Se não lembram ou não a conhecem, é só ler o post do dia em questão. Bom, ela finalmente começou um blog que está com um texto de apresentação, e até uma foto. Ela também me jura que vai atualizar o blog esta semana. Aliás, as atualizações devem ser semanais. Dêem aquela foraç e acessem: HTTP://KOLYASAS.ZIP.NET

Perceberam que minha lista de links para outros blogs está maior?

Rosa, será um prazer detalhar mais sobre mim e o fato de eu ser espírita, mas prefiro que seja por e-mail, no mínimo. Portanto, envie para mim um e-mail com todas as suas dúvidas- ivanjdlf@gmail.com

 Aguardem, pois na semana que vem o grupo virtual "Vertentes de Nós" será lançado... E todos serão convidados a participar...



Escrito por Ivan às 18:51:31
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  um post, atendendo a pedidos!

Para àqueles que mais se preocuparam, aqui estou de volta. Os mais antigos leitores sabem que, vem em quando me ausento um pouquinho, por causa das múltiplas atividades em que me disponho a fazer, sobretudo no movimento espírita. Hoje, relendo comentários recentes e antigos, pensei em me fazer uma massagem no ego, me valendo do que alguns de vocês já escreveram aqui. Mas, ao reler somente os textos que escrevi sobre meu filho e aos comentários, resolvi falar um pouco de paternidade. Na realidade, um dia eu falarei somente da minha paternidade, quando eu perceber que vocês terão paciência para me aguentar falar sobre isso nuns dez posts, hehehehehehe!!!!!

Como sabem, muito do que penso é reflexo de meus estudos na doutrina espírita, que norteia meus raciocínios. Mas nem sempre ajo como penso, já que a distância entre um e outro é determinada pelas minhas limitações enquanto ser humano fálico, principalmente no campo dos sentimentos. No entanto, embora eu tenha já me equivocado muito nestes meus 28 anos de vida, é na paternidade que me esforço por me equivocar menos!

Assumir compromissos paternos é o mesmo que assumir o esforço pelo aperfeiçoamento pessoal, no tocante ao desenvolvimento de nossos mais nobres sentimentos. Paternidade tem mesmo um caráter divino, pouco assumido por muitos, em especial pelos homens. Infelizemente, nossa sociedade parece desavisada sobre a nobreza conceitual e contextual dos valorosos atributos adquiridos quando se esforçam por ser um pai com tal compromentimento. Independe de religião. Independe de classe social. Independe de formação acadêmica. Depende de sentimentos, estes que nos movem sempre, sejam positivos ou não.

Voltando. Aqueles que se tornam pais, mas não se comprometem com esse caráter divino mantém-se longe das verdadeiras noções de humanidade. Ser pai é também buscar humanidade. Muitos de nós, pais no mundo, precisamos nos esforçar cada vez mais à compreensão da complexidade e grandeza bendita que é a paternidade. É até mesmo natural que nos interessemos pelo mundo, até mesmo por alguns acontecimentos vulgares, mas a paternidade se configura essencial, onde se deve atender aos desígnios desse caráter divino, quando consideradas as responsabilidades mais importantes que nos são conferidas em relação à essa condição.

Filhos são como preciosidades que Deus confia às mãos desses humanos, onde solicita cooperação e afetividade eficiente. Cada dia que passa tento absorver esses conceitos, me percebendo o quanto sou abençoado por ter tal confiança e o quanto é precisos cuida das primeiras orientações de vida do Pedro Henrique, a criaturinha que ele me confiou. Emmanuel escreveu certa vez que receber encargos desse teor é alcançar nobres títulos de confiança. Por isso, criar filhos e aperfeiçõá-los não é tão fácil.

A grande maioria dos pais parecem desavisados quanto a esta contextualização, a meu ver. Seja nos chamados excesso de ternura, ou nos exageros das exigências. Que eu possa, com minha busca, compreender cada vez mais que, para ser pai, são necessários profundos dotes de carinho e afeto, à frente desse compromisso onde deve brilhar o dom do equilíbrio emocional.

 

No www.catanduvanarede.com estarei republicando todos os Desmembramentos. O primeiro já saiu. Entrem no site e verão, à direito, um link para minha coluna

Rosa, fiquei curioso sobre o local onde mora. Me envie um e-mail(ivanjdlf@gmail). Outra coisa me intrigoou: você não sabe o que é ser espírita?

Ainda este mês crio o prometido grupo que vai unir ainda mais a todos os leitores daqui!

IMPORTANTE: Tem início hoje a campanha "CONHEÇA A KOLY". Em 12/05 ela apareceu aqui no meu blog e fez muito sucesso! Se não lembram ou não a conhecem, é só ler o post do dia em questão. Bom, ela finalmente começou um blog que está com um texto de apresentação, e até uma foto. Mas não olhem muito não, hein, que ninguém tasca, EU A VI primeiro. O endereço? É prá já: HTTP://KOLYASAS.ZIP.NET



Escrito por Ivan às 13:35:49
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Faz tempo que não escrevo sobre o Pedro Henrique- para os novos leitores que não conhecem essa criaturazinha  de três anos e pouquinho, podem acessar os posts de 13/05/05, 16/04/05, 20/04/05, 17/05/05, 24/05/05, 13/06/05, 24/05/05, 13/06/05, 01/08/05, 14/10/05 31/10/05 (com foto), 10/01/06 e 09/05/06. 

Como muitos sabem, Bebê Mais é uma coleção de seis formidáveis dvds educativos. Levei o pequeno para aloja e lhe disse que podia escolher dois dvds. Entre Bob Sponja (que ele adora), Turma da Mônica (que é viciado, inclusive quse precisando de tratamento), Chaves (que imita), Xuxa para baixinhos (em que baixa um bailarino tresloucado quando ele assiste os que tem em casa); ele escolheu os dois da série, que faltavam. Fiquei orgulhoso (he he he he he). Afinal, dentre tantos, ele escolheu as únicas opções cultas que tinha lá. Para a sua idade, naturalmente.

Outro dia levei ele no Aquário de Santos. Na entrada tem a figura de um pinguim estilizado. Ele: "papai, ó o pinbim!" Sorri pelo jeito meigo de ele falar e disse: "filho, não é pinbim; vou te ensinar..." E disse correta e pausadamente a palavra. Ele raciocinou dois ou três segundos e, como se não conseguisse falar a palavra, disse: "edátamente". Ou seja: "exatamente".

Às vezes falo: "vamos tomar um banho, botar uma roupa e sair". Depois que dou banho nele, passo um óleozinho (porque ele merece, não é?) no corpo dele e, depois de pentear seu cabelo ele pergunta: "papai, vedhia tó que tô tcherôso". Daí, tomo banho eu, coloco a roupa e ele me vem com um: "papai, votê tá tupegato". Ou seja: "papai, você tá super gato". Bom observador esse garoto.

Ontem, na Tela Quente eu disse para ele: "filho esse é o Jack Chan do desenho..." Ele ficou intrigado. Minutos depois um personagem chamou o Jacki Chan pelo nome de seu personagem. Ele foi enfático: "papai, não é o Jack Chan; é o Joe." Ele foi para o quarto com a mãe depois disso e eu fiquei na sala (durmo na sala sempre). Ele falou outra coisa engraçada e tive um acesso de riso. Não conseguia parar de rir e ele, como que contrariado disse: "papai, fica quieto e vai dumí...". Quase tive um ataque do coração de tanto rir.

Ele pede todos os dias para me ligar no trabalho. "Ooooiiii papaiiiiêêê, bom dia!". Eu sempre pergunto o que ele tá fazendo. E as respostas são variadas: "tô vendo dedenho"; ou "tô comendo pãodinho quentinho", ou "tomei banho e agora tô tupegato". Depois despede-se: "tchau, beso". E o meu dia fica mais colorido.

Sair com ele é muito bom. Quase não pega na minha mão, mas não tenho problemas com ele na rua. É atencioso a tudo. Me pergunta mil vezes a mesma coisa. E, aponta milharesa de coisas na rua. "Papai, óia tó..." e diz o nome da colisa que é para eu olhar! Ele só me pergunta a mesma coisa mil vezes para me chatear? Os psicólogos infantis garantem que não. Dizem que a criança se sente querida e segura ao ter uma coisa afirmada pela enésima vez. É como uma confirmação do aprendizado. Aliás, após o novo, as crianças gostam da privisibilidade. Por isso vêm o mesmo filme várias vezes.

E quando eu pergunto: "cadê o meu pequeno?". Ele responde: "Eu!". daí vem e me abraça. Se agarra um pouquinho, ganho dois bejos no rosto e alguma calma no coração.

É, meu filho cresce esperto. Peço a Deus a sabedoria para auxiliá-lo na medida creta em seu desenvolvimento. Interferir somente onde devo interferir, e sempre na condição de pai-amigo. Dizer o que tem que ser dito. Brincar sempre de viver com ele quando for a proposta. Aliás, desde que ele nasceu, me sinto cada dia mais responsável. aprendi muiuto com ele que, sem saber, acrescenta a cada dia mais vida ao meu viver.

 

Rosa, eu li tudo o que escreveu, não só a primeira frase. Adoro ler os comentários e os leio todos. E, olha, existem vários outros blogueiros bons, muitos melhores que eu. Se quiser, me mande um e-mail ou me adicione no MSN (ivanjdlf@gmail ou ivanildojosedaluzfilho@hotmail.com)

No www.catanduvanarede.com estarei republicando todos os Desmembramentos. O primeiro já saiu. Entrem no site e verão, à direito, um link para minha coluna.

Acho que vou precisar rever minha lista de links. Tem tanta gente nova aparecendo por aqui, todos me dispensando tanto carinho. Agradeço a todos! E espero continuar refletindo junto com vocês!



Escrito por Ivan às 17:16:03
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  TENTANDO DOMINAR AS PALAVRAS

NOSSA! ESTOU MESMO IMPRESSIONADO!

Recebi muitos elogios por e-mails, msn e comentários aqui no blog por causa de meu último texto! Me vali da síntese de um pensamento meu, com palavras nem tão fáceis assim, he he he; e ainda assim, a repercussão foi tanta, que me sinto de ego massageado.

A dificuldade em escrever está na frieza das palavras. As palavras, por si só não têm sentimentos, quando isoladas. Precisam ser bem combinadas. Quando escrevo, escrevo uma vez somente. Não faço rascunhos e nem tenho o hábito de guardar textos para publicar. Sento em frente ao computador e escrevo. Me sinto mais sincero e autêntico assim (é um sentimento pessoal, e nada tenho contra os que fazem diferentes).

Falar é mais difícil que escrever, porque, numa conversa ao vivo, as possibilidades de nos desnudarmos é muito maior. O brilho nos olhos, os lábios trêmulos, a gagueira da tensão, os trejeitos, os gestos das mãos, o desvio de olhares, etc.; tudo contribui para que sejamos descobertos, ou pelo menos desconfiados, em nossas emoções. E gosto mais de falar e ouvir falar, que escrever ou ler.

Mas escrevo porque gosto. E nem faço isso tão bem assim. E faço muito isso no blog porque descobri uma forma de trocar impressões e informações edificantes. Os blogs que visito frequentemente me trazem essas emoções, cada qual em seu estilo, essas emoções. Aliás, se eu juntar os últimos comentários, com certeza monto um post lindíssimo. Pelo carinho que recebo aqui, mesmo quando não concordam, o respeito por vocês, através do que escrevo é o mínimo que devo. Por isso, na hora de escrever, atento para alguns itens tão importantes quanto exercito na hora de falar.

Verificar o que dou com minhas palavras. Automaticamente (como qualquer mortal) transfiro estados de alma para aqueles que me lêm. Não é por escrever palavras selecionadas, o construir frases caprichadas que colherei entendimento. Mesmo que minha gramática corretíssima, é preciso que eu atente nos sentimentos que vou impregnar nela. Como nossa palavras está carregada de nosso próprio espírito ou alma, injetamos nela os nossos sentimentos a todos aqueles que tem contato com o que escrevemos.

Me esforço por analisar o que escrevo. Essa relação que estabeleço com vocês é como uma doação de uma parte de mim. Minhas opiniões expressas são pequenos traços do que carrego, ou esforço-me por carregar em meu coração. Algumas outras coisas que escrevo podem ser somente o que ainda almejo, mas a identificação com o que penso e sinto se mantém. Emmnuel diz que cada frase é semente viva. Pelas palavras influenciamos, mesmo que indiretamente.

proponho que estudemos nossas palavras, cada vez mais, para entendermos sua importância na Vida. O diálogo é como um agente que nos expõe noss mundo íntimo. A palavra é como o espelho que nos reflete a personalidade. Carregada de sentimentos, que sejam sempre sinceras e, imbuídas nas boas intenções, possam cada vez mais estreitar nossas relações com as outras pessoas e seus mundos, compartilhando mistérios, belezas e afetos.

 

Responderei a alguns comentários por conta de meu último texto.

Rosa, não tem problema se você não tem blog. Será sempre bem vinda por aqui.

No www.catanduvanarede.com estarei republicando todos os Desmembramentos. O primeiro já saiu. Entrem no site e verão, à direito, um link para minha coluna.

Não Vania, não desisti do grupo! Lançarei as propostas dele em breve. E obrigado por lembrar!

A partir de hoje, vou tentar selecionar uma imagem para ilustrar os posts.



Escrito por Ivan às 11:56:20
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A PIOR MENTIRA (inspirado num outro texto que escrevi uns meses atrás)

Sendo dolorosíssimo o preço que se paga pela dissimulação e manutenção das máscaras, não é à toa que Renato Russo cantava que "mentir para si mesmo é sempre a pior mentira". Além disso, o esforço para reparar as atitudes desonestas que vivemos cometendo conosco mesmos também deve ser grande... e corajoso!

Quantas vezes negamos, em nós, certas emoções autênticas? Mesmo diante de situações que nos tenham machucado muito, será que devemos ignorar nossos sentimentos (o que equivale a nos ignorar) nesses momentos?

Hammed diz que a reparação é o ato de compensar ou ressarcir prejuízos que causamos, não apenas aos outros, mas também a nós mesmos, através de posturas inadequadas. Ou seja, abrir mão de nossos sentimentos em favor de alguém, somente para receber a aprovação e consideração alheia fará com que as máscaras que carregamos, se mantenham mais firmes e fixas. Viver o direito de sentirmos nossas emoções, é como sermos honestos conosoco mesmos. Do contrário, nossa capacidade de sentir corretamente diminui. E a interpretação equivocada da vida nos conduz a buscas irreais, também, porque não entendemos nossos sentimentos; o que torna difícil a reparação das faltas.

Aceitar nossas emoções, entendê-las, aprender a conviver com algumas e, aos poucos, eliminado outras é fundamental. Sentir é diferente de agir, pois não é um ato em si. Sentir raiva, por exemplo, é diferente de cometer uma violência. Ou, sentir afeto é diferente de acariciar. É preciso discernir qual decisão tomaremos diante de nossas emoções e não censurá-las por sentí-las. Daí a importância do esforço na procura do saber lidar com nossas emoções. E, me permitir sentí-las é exercício para que eu controle minhas emoções.

A autorepressão não é o melhor caminho para o entendimento do que sinto. Análises frequentes sobre nossos comportamentos nos ajudarão a identificar os atos incorretos que vivenciamos, associando-os aos sentimentos que os originaram e, partir daí, equilibrá-los. Reparar nossas faltas conosos mesmos é a fórmula feliz para evitar dores. Posso assumir minha individualidade ou reprimí-las. A censura, neste caso, poda, fere. E, apontar no outro suas falhas, às vezes parace nos dar uma falsa sensação de que somos melhores. Confrontar muitas de nossas emoções é fundamental para que, cada vez mais, assumamos o compromisso do desenvolvimento de nossa estabilidade emocional, uma atividade pessoal e intransferível.

Lembrando ainda amúsica, é necessário acabar com os esforços que fazemos para achar desculpas e culpados para todas as nossas insatisfações. Ao contrário, é preciso que enxerguemos as tribulações da vida como oportunidades de crescimento, onde a própria vida parece nos convidar ao exercício de nossas potencialidade latentes e positivas da alma, encarando a verdade de que, no fim das contas, a decisão pelo tipo de vida emocional que levamos é individual.

Para ver meus textos no www.catanduvanarede.com, basta que entrem no site, procurem o link "colaboradores" ou "ver todos" e lá, procurem Ivan da Luz. Dia 16 deve sair novo texto. Em dois ou três dias, nova publicação.

Continua minha campanha para que vocês conheçam a Sammy: www.sammyinsampa.zip.net



Escrito por Ivan às 19:36:35
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Os dois últimos textos, embora um tanto densos, trouxeram uma boa repercussão. Inclusive por parte de leitoras novos, cujos respectivos blogs são minhas recentes descobertas no mundo da net. Cada qual com grande imparidade. Alguns até dissecaram um pouquinho outros textos anteriores por aqui. Fico contente com tudo isso e agradeço o carinho de todos.

Mas, não quero falar de nada que seja denso hoje. É clima de Copa, o Brasil ganhou ( escrevi no MSN: "E daí?  Importantes são os três pontos! E a previsibilidade da vitória! Mas que torço para melhorar, ah, se torço!") e nem tô muito inspirado. Mas vou falar de um hábito icorrigível que tenho, o de escutar músicas. Tenho paixão por tal atividade.

Quando estou em casa, revejo meus dvds (sim, Dilberto, eu compro alguns, e sempre de shows, nunca de filmes, a menos que seja algum "seleto" documentário, e de preferência sobre músicas, mas, deixo claro, adoro alugar filmes) e, se souber as letras, vou cantando junto. Mas, normalmente estou com meu discman. O que tenho atualmente, foi um presente que me permiti dar, por isso custou um bom dinheiro. Tenho pilhas recarregáveis, para que não fique sem bateria. E ouço vários cds no disc man.

Quanto às minhas predileções, são inúmeras. Muito rock e música alternativa. E algumas outras vertentes também. Aliás, Vertentes foi o nome da única banda que tive. Eu era o vocalista. Uma vez, indo aos ensaios, prestes a atravessar uma linha férrea, quase sou atropelado pelo trem, tão absorto que, a pé, eu estava ouvindo uma versão ao vivo de Perfect Strangers, do Deep Purple. Outro dia, nem notei nada ao redor quando eu estava ouvindo Since I'll Be Loving You. Quem já ouviu essa música do Led Zeppelin vai entender um pouquinho o que estou dizendo.

Aliás, como a música pode nos causar tantas sensações, mesmo que sua letra seja num idioma que não entendemos. A primeira vez que oouvi a terceira parte de The Gates Of Delirium foi amor à primeira vista. Uma rádio local sempre tocava bem cedinho e, de fato, a música parece a anunciação do tranquilo amanhecer. Eu não sabia o nome do grupo, nem nada. E nem sabia que aquela era só a parte de uma música de mais de 20 minutos. Descobri ela inteira bem mais tarde, quando eu estava conhecendo o Yes, a melhor banda que já vi e ouvi (ao vivo e a cores) tocar. O Yes surgiu no fim dos anos 60 e ainda continua na ativa. A música em questão é a primeira que lembro quando me perguntam as minhas músicas preferidas. Uma curiosida é que o tecladista que gravou esse disco, Patrick Moraz, chegou a tocar com uma banda de rock alternativo brasileira chamada Vínama, cujos integrantes eram Lobão, Lulu Santos e (pasmem!) Richie!

Música para mim é também informação. Leio os encartes de discos, as fichas técnicas e entrevistas que posso. Mas, o mais importante é a sensação que ela pode causar. E, às vezes causa cada uma... Há uns dez anos atrás, no fim de minha adolescência, me apaixonei por uma moça que era vidrada pelo Sampa Crew (pois é, é verdade!), em especial uma música deles. E não é que eu tinha aletra de cor e registrada em meu caderno? Nem lembro que música era, mas, quando tocava eu gostava da sensação de ouvir, embora ela, como toda música do grupo, fosse muito ruim.

É... faz tempo que não cito minhas audições musicais por aqui. E nem os últimos filmes que assisti. Talvez eu fale deles no próximo post. Quanto às músicas, adquiri os dois últimos da Marisa Monte e ainda estou me acostumando, já que ela fez trabalhos melhores. Comprei um cd do Cordel do Fogo Encantado que é uma maravilha. Um dvd que registra um show da primeira turnê do Pink Floyd sem Roger Waters que dispensa comentários. Zooropa, que eu ainda não tinha e que, para mim, é um dos três melhores discos do U2. E uma coletânea da carreira solo de Morrissey. Tiveram outros, mas... bom, este post está tão desinteressante que prefiro parar por aqui...

Para ver meus textos no www.catanduvanarede.com, basta que entrem no site, procurem o link "colaboradores" ou "ver todos" e lá, procurem Ivan da Luz. Dia 16 deve sair novo texto.

Continua minha campanha para que vocês conheçam a Sammy: www.sammyinsampa.zip.net

Se, por um lado, fiquei contente com os novos leitores, por outro, me preocupo com os leitores mais tradicionais. Das últimas visitas, vocês foram minoria...



Escrito por Ivan às 19:24:24
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(...CONTINUAÇÃO)

O problema mais grave que o auto-iludido sofre (sem perceber, muitas das vezes) é que o quadro mental e irreal que ele construiu de si mesmo, acaba tornando-se referência para as suas açõies na vida. Algo que cria uma rotina escravizante nos sentimentos, onde se vive as emoções numa faixa considerada de segurança, para que não perca o status do alguém que ele supõe ser e/ou quer que os outros acreditem que ele seja. Ora, se o que pensamos sobre nós determina a imagem que temos de nosso íntimo, quando nosso raciocínio (a respeito de nós mesmos) está distorcido, pelas ilusões que alimentamos, viveremos intensamente sem saber quem realmente somos; sem abrir espaço para nosso autodescobrimento.

Pergunte-se qual a busca verdadeira! A do "eu ideal" ou a do "eu real"?

Desapegar das falsas auto-imagens que fazemos de nós mesmos é trabalho árduo e muito íntimo. Desapaixonar-se do eu idealizado é o mesmo que se autodescobrir, encontrando uma convivência pacífica consigo mesmo e aceitar-se. Ermance sugere que, ao reconhecer uma dificuldade emocional, eu a estude, para combatê-la, através de aitudes repetitivas, razoavelmente involuntário no início; mas que sejam atitudes contrárias às que estou habituado a realizar. Issoé demorado! Afinal estamos falando de desenraizar plantações danosas profundas de nossos corações. Havengo tal desapego, venceremos a condição de refém de nossas emoções perturbadoras, como se estivéssemos num processo de resgate de nós mesmos!

Coragem também é preciso! Afinal, reconhecer uma parte de nós ainda "não reconhecida", pode significar carregar o peso do sacrifício de cuiudar dessa personalidade nova que renasce exuberante.

Não é mesmo fácil fazer as pazes com as imperfeições e conviver com elas, até que consigamos vencê-las.

Não é fácil abandonar as máscaras e aprender a se valorizar, com o respeito que nosso íntimo merece e devemos a ele!

Não é fácil descobrir minhas particularidades, que tornam único, e ainda assim mesmo vivê-las com a gratidão de quem recebe uma graça.

Não é fácil admitir nossos desejos perturbadores, nossas tendências negativas e nosso sentimentos aparentemente indignos de serem compartilhados.

Não é fácil manter vivo o espírito de descoberta dos processos que ocorrem nosso sentimentos, com o estudo necessário de cada um deles, para que o entendamos melhor e, se for o caso, combatê-los na causa, em nós mesmos.

Não é fácil admitir a certeza de que, por semos falíveis, não significa sermos inferiores.

Enfim, não é fácil descobrir nossas qualidades, acreditar nelas e colocá-las a serviço das nossas metas de crescimento.

 

No www.catanduvanarede.com, tem novo e inédito texto meu! Bem light, juro! Comentem lá, ou aqui!

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Sim, estou em CLIMA DE COPA DO MUNDO! Por quê não?



Escrito por Ivan às 14:29:19
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Continuo estudando as emoções! Dessa vez é para um encontro em jullho, na cidade de São Paulo (aqui, inspirado em Ermance Dufaux e Marina Colassant)

Fala-se tanto em enganos (ou mesmo desenganos). Acusamos tanto por sermos iludidos muito frequentemente- as ilusões são como percepções que nos diastanciam da verdade e parece estar relacionada à muitas áreas de nossa vida. A auto ilusão é a pior de todas as ilusões.

Nossas limitações em perceber a origem dos nossos sentimentos, que parecem criar ou mesmo determinar nossos raciocínios, ainda são grandes. Na origem das (auto)ilusões encontramos desejos, culpas, traumas emocionais, frustrações, carências e uma quantidade ainda maior de disposições e tendências íntimas que moldam e/ou gerem nossas emoções aflitivas. Eu já escrevi aqui o quanto é importante reconhecer em nós tais sentimentos negativos, para que, com o estudos deles, saibamos como eles se processam e, principalmente, como extirpá-los de nossos corações. Assim, incorreremos cada vez menos no erro da auto-ilusão.

O iludido nega-se a sentir o mundo, como se mantivesse um mecanismo inconsciente (e emocional) de defesa. Quanto menos atendemos para o reconhecimento de nós mesmos (inclusive de nossas dificuldades e aflições emotivas), mais dificuldades teremos em lidar com nossas emoções. Com isso, o tal mecanismo de defesa se mantém cada vez mais fixo em nosso íntimo. Ou seja, se não buscarmos a libertação de nossas máscaras (sim, pois o auto-iludido esconde-se atrás de uma imagem que criou de si mesmo, para demonstrar algum valor que, embora queira muito, está longe de experimentar), nunca caminharemos para o estabelecimento cada vez mais forte e intocável de nossa auto-estima.

Cada um de nós parece carregar um sentimento de inferioridade. Em uns, ele é maior. Noutros se processam de uma forma. Outros o manifestam de duas ou mais formas. O campo emocional humano é muito vasto. E nossa consciência sempre alerta o que nos é bom ou não em nosso íntimo. Fragilizados que somos (cada um a seu grau, como já disse), criamos muitas vezes um "eu ideal", para amenizar a angústia que sentimos por sermos o que somos- ou termos (um traço de nosso perfil) algo que temos- mas não queríamos ser- ou ter. Criamos esconderijos emocionais. Isso se dá mesmo nas situações mais corriqueiros da vida (quem nunca adicionou uma mentirinha num currículo, por exemplo, ou contou uma vantagenzinha para um colega de profissão?).

A auto-iludido quer acreditar que é algo que queria ser para, no dizer de Marina Colassant, não ralar na aspereza de se confrontar consigo mesmo. É aquilo o que queremos que os outros creiam em nós. Ermance Dufaux traça alguns paralelos conexos e diz que o auto-iludido pode carregar algumas ilusões íntimas. Quando ambicioso, atinge o excesso de seus usos. Quando vaidoso, atinge o escesso de supervalorização, cultivando e pensando ter valores que não verdade são efêmeros. Quando cruel, torna-se um criminoso. Quando astuto, vive a tentar levar vantangem, intrangisentemente. Quando presunçoso, torna-se um arrogante pensando que os outros têm a obrigação de aceitá-lo assim, pois "é seu jeito de ser" e todos lhe devem respeito por isso. Quando culto, ou conhecedor de conceitos de espiritualidade, pode tornar-se um ostensivo.

Espíritas sofrem muito dessa última ilusão. Um resquício do velho hábito religioso de criar estampas pelas quais são reconhecidos os seguidores de seja qual for doutrina... Quantos são os espíritas que agem como se fossem salvadores do mundo, acreditando terem as respostas para todos os problemas da humanidade- embora encontremos pessoas de outras denominações, mesmo científicas, que se comportam semelhantemente; se falo dos espíritas é porque estou no meio deles e são os que mais conheço- sou um, inclusive, para os que ainda não sabiam!

Em poucas palavras, é como se tivéssemos um "eu real" que sempre tentamos ignorar... Essa parte ignorada é a de que queremos fugir. Evidente que o contato com ela nos revela os motivos de dor íntima, mas também abre caminho para a luz que cada um de nós carrega nos corações, às espera de nossa vontade para desenvolvê-la- quando reconhecidas, já que só assim, nos parece claro o incômodo que provoca! (CONTINUA)

 

Caros leitores, eu jamais imaginava que o texto sobre a beleza iria suscitar  tantos comentários extensos! Embora discordantes em alguns pontos, todos se pautaram pelo respeito e fraternidade! Agradeço o carinho de todos.

No www.catanduvanarede.com, tem novo e inédito texto meu! Bem light, juro! Comentem lá, ou aqui!

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Escrito por Ivan às 16:45:22
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Juro que tentei!

Mas não consegui pensar em nada para escrever hoje!

 



Escrito por Ivan às 14:38:49
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  À uma pessoa por mim admirada, e à uma nova amiga!

O que transcrevo aqui (com algumas adaptações e/ou alterações oportunas) é baseado numa conversa que tive com uma blogueira que conheci há pouco tempo. Nos falamos semana passada pela primeira vez, através do MSN. Maníaca por fotos, vi algumas delas. É de fato muito bonita e este fato deu origem a um dos assuntos da conversa. Prefiro não dizer o nome, nem o blog dela. Se ela ler este post e quiser se revelar tudo bem!

Do que compreendo na Doutrina Espírita, que não acredita no acaso, penso que mulheres nascem bonitas (ou gostosas como querem alguns) para trabalharem certos sentimentos como a vaidade, a luxúria, a autoestima. Mulheres não nascem muito bonitas por acaso. E, por algumas vezes, nem sempre a beleza vem acompanhada de tranquilidade interior.

Mulheres bonitas, face aos impulsos descontrolados dos homens (carentes afetivamente) vazios- embora dissimulem outras imagens pessoais menos depreciativas e, por si só, mais agradáveis-, estão sempre sendo tentadas aos romances superficiais. Isso porque muitas dessas mulheres experimentam carências afetivas tão grandes que precisam aprender a se valorizar. A beleza cumpre um papel. Nesse pé de conversa, minha mais nova companheira blogueira confessou experimentar grande carência e, por causa dela, enfrentou grandes decepções!

A beleza é atraente! Muitos homens se aproxima com intenções vilipendiosas, vis. Isso deixa as mulheres em situações de provas. Ou elas dão vazão às necessidades afetivas que têm (que podem ser mais graves do que têm as ditas "feias"), ou se esforçam em perceber nada mais do que perniciosidade nestes homens e, não caindo em seus galanteios, vão aumentado sua auto estima, já que estão no exercício de se valorizarem.

Mulheres bonitas também têm pouco espaço para apresentar seus reais valores no mundo. O mundo não as ouve. As admira ou, parte dele, as inveja. Se tais mulheres, por uma baixa autoestima que apresentam (fragilidade emocional), não se vêm valorizadas, com potencialidades íntimas, ou mesmo percebem suas aflições das quais querem sempre fugir, com medo da dor... Nesse momento, a moça com que eu conversava me disse que eu a estava descrevendo!

Quantas mulheres (mesmo sem perceber, por puro movimento inconsciente) usam a beleza como subterfúgio, pois sabem que pela beleza, alguma coisa haverá de se admirarem. Não percebendo seus valores íntimos ou mesmo potencialidade para adquirí-los, se apóiam no que está visível, embora efêmero. A beleza é ótima para olhos como os meus. Eu sou um homem muito sexualizado. Não posso negar que tive um ou dois pensamentos perniciosos quando vi a foto dela. Entendem? É automático. Me revelei a ela confessando isso para nossa aproximação (embora virtual) seja mais respeitosa, como á a minha aproximação com vários outros blogueiros. Ela disse que entendia!

Uma amiga que tenho em São Paulo depôs certa vez que sempre quis ser desejada e nunca soube dizer de onde vem tal sentimento. Sempre gostou da idéia de saber que estava sendo desejada, mesmo namorando! Quando percebeu que seu namorado tinha se apaixonado pelo que ela é ( e ela é mesmo uma moça incrível) por dentro, entrou numa confusão mental muito grande, pois, no fundo, no fundo, não entendia como um homem podia negligenciar sua beleza... Ela é muito bonita também. E hoje percebe que troxe, de outras vidas, uma dificuldade emocional! Um valor negativo. Que é o de seduzir. O de ser valorizada pelo que ela tem de voluptuosidade. Acho que só chego a tais conclusões por ser espírita.

A minha nova amiga disse que gosta de seduzir e sabe que pode seduzir, tendo dificuldade de atrair mesmo as pessoas pelo que ela apresenta por dentro. Eu lhe disse que é um tanto difícil mesmo com ela porque a sua beleza parece ofuscar seus valores. E, face aos impulsos íntimos de que nós, homens, somos predominantemente dotados, a beleza dela parece nos interessar antes mesmo de quealquer coisa. Ou seja, a beleza pode ser uma oportunidade de reajuste de sentimentos. Ela se sentiu aliviada de eu ter conhecido um pouco de sua personalidade antes de vê-la. E eu disse que não se deve ficaer triste por ser bonita. É uma condição que traz oportunidade de trabalhar os sentimentos que ela confessou apresentar! 

Por conta do texto anterior, a Koly respondeu a alguns comentários. E pretende responder aos restantes!

Novo texto no www.catanduvanarede.com.

Arrependam-se por não acessarem http://sammyinsampa.zip.net.



Escrito por Ivan às 17:41:16
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  DE KOLY PARA MIM E DE MIM PARA KOLY

"Oi meu querido anjo! Tô te mandando uma coisinha que escrevi. Enquanto não jogo fora! Bjus, Saudades!" O texto do e-mail era exatamente este. E um anexo. Quem me enviou foi a Koly, uma moça de São Paulo, agora amiga. A conheci num fim de semana em maio do ano passado, em São Paulo. Nos encontramos em julho, em Caraguatatuba (litoral norte paulista). É possível que já tenhamos estado em outros lugares e cidades em comum outras vezes, mas foi em janeiro deste ano que trocamos MSN. Desde então conversamos sempre. Em abril, desta vez em Rio Claro tivemos maior aproximação e eu, que sempre fui encantado pela doçura e beleza desta mulata, me encantei ainda mais com ela, depois de saber um pouquinho do que guarda em seu coração (desculpe, mas não conto; questões de ética, no mínimo!). Tenho estimulado a Koly a escrever um blog, e depois de eu argumentar, ela tem pensado, mas não sabe ainda se tem coisas a dizer que o valha o tempo. Eu tenho certeza que sim. Por isso, até propus um blog em dupla, no que ela disse que pensaria com carinho. Não obtive resposta... ainda. Vamos ao anexo que ela me enviou no e-mail. Na íntegra!

          Olhando meu próprio reflexo é que percebo o quanto o ser humano é complicado.

          Já repararam o quão fácil é dar conselhos e consolar um amigo, ou até um estranho, sofredor? Agora, quantas vezes seguimos os nossos próprios conselhos ou consolamos as nossas lágrimas com um pouco de auto-estima e boas vibrações.

          Em dias ruins sempre me permito momentos de incentivo próprio, como: “Levante essa cabeça, por que essa posição só te trará dor na coluna e na consciência!”;  “Respire fundo, é só mais um dia e esta é só mais uma barreira. Se desgastar agora só fará com que as próximas dificuldades sejam mais insuperáveis!”; ou "Ah, menina, tanta coisa para se fazer e você perdendo tempo com lamúrias!”.

         Se funciona? A prática leva à perfeição.
         Bom, pelo menos identificar onde está o erro já um grande passo!
         Aprendi que na vida, se precisarmos melhorar as coisas, obter mudanças temos que começar por nós mesmos. Agora alguém, por favor, me pergunte se eu já comecei a praticar isso. De certo estou tentando. Já identifiquei o problema!
        Talvez seja essa tentativa que me faça acordar cada dia e agradecer, procurar pôr a “água da paz” na boca toda vez que sinto vontade de falar algo que possa magoar alguém (o que nem sempre funciona)
(nota do Ivan: quem não souber o que ela quis dizer com "água da paz" envie seu e-mail). Afinal estou desfrutando de uma oportunidade única de me melhorar, de crescer, de me descobrir.

        Somos seres-humanos, e como tais temos o dom de complicar ainda mais nossas vidas. Contudo, Deus nos deu o poder de esclarecer, de ver o que é realmente belo, de nos realizarmos, de viver.

        É isso!

        Não. Com este texto não tive a intenção de mostrar como resolver as nossas complicações (mesmo porque, ainda estou descobrindo como). Apenas joguei palavras, talvez incertas, da minha mente um tanto quanto confusa e imensamente humana. Apenas motivos pelos quais acho que somos loucos e acima de tudo, maravilhosos!

    

        Pronto meu amigo, aqui está um texto que daqui uns dias nem eu saberei o significado.. hehehe

        Coisas da minha cabeça.

        Depois da sua proposta senti vontade de voltar a escrever coisas desconexas que minha mente cria!

        Arrume os erros e se gostar pode por no seu blog. Se não, não ponha hein?!

        Te adoro !!

        Bjokas gostosas.

Às moças que gostaram e quiser entrar em contato direto com ela, mandem um e-mail para mim, que eu dou o e-mail dela. Aos rapazes, sem chance, he he he! A Koly não sabe que estou publicando este texto hoje! Espero que ela goste da surpresa. Beijo em seu coração Koly e, até o dia 02/07, no EDMEC.

Meu e-mail: ivanjdlf@gmail.com.

TEM NOVO TEXTO NO WWW.CATANDUVANAREDE.COM.



Escrito por Ivan às 16:02:17
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  MINHAS FÉRIAS ACABAM HOJE

Hoje termina meu período de férias. Amanhã volto ao batente. Não tenho do que reclamar, pois minhas férias foram bem movimentadas.

Num dia fui comprar roupas para o Pedro Henrique; afinal, crianças crescem, mas as roupas não!- (mais informações a respeito dessa criaturinha de três aninhos de idade, nos textos de: 13/05, 15/04, 16/04, 20/04, 17/05, 24/05, 13/06, 24/05, 13/06, 01/08,  14/10  e 31/10). É muito divertido. Ele se sente um modelo, querendo experimentar tudo. Não é assim tão exigente, mas fez questão de que eu comprasse uma camisa do "Momem- Aranha". Comprei duas. Para tirar dele, só quando dorme ou na hora do banho. Não sei de onde surgiu essa paixão pelo Homem Aranha. Ontem mesmo, na locadora, insistiu que u levasse um dvd do personagem. Ainda está aprendendo a falar o nome dos personagens, mas o dr.Octopus, coitado, vai levar muito tempo para ter seu nome na boca do Pedro Henrique.

Todos sabem da outra paixão de meu filho que é o Chaves. Comprei um álbum para ele. E uns 60 pacotes de figurinhas. Ah, aha, me ferrei! As figurinhas são autocolantes e a coordenação motora do Pedro Henrique em colocar as figurinhas nos quadrinhos, por não ser das melhores, me obriga a abrir um por um os pacotinhos... Muito tempo depois está lá o álbum, quase completo. E uma criança feliz.

Comprei um dvd da série Bebê Mais, organizado por uma equipe brasileira de pedagogos e músicos. A intenção é ensinar as criaças deaté 4anos de forma lúdica e eucativa. Comprei o dvd que ensina os noms dos bichos (http://www.toymania.com.br/site/prod-detail.cfm?Idprod=161DP621&blankparam=this&IDgrupo=70&forcarmenu=format-menugrupos). O Pedro Henrique a-d-o-r-o-u! Comprei os outros dvds da série (são 6: Natureza, Cores, Formas, Música e Bichos II). Eu também gostei. Com esses e mais alguns outros dvds que comprei para ele, consigo algumas horas de sossêgo quando preciso.

Por causa do dvd Bbê mais Bichos, o Pedro ficou interessado em Bichos e convidei-o a ir para o Zoológico de São Paulo (70km da minha cidade)."O que é ito?", perguntou! "Um lugar que tem um monte desses bichos aí." pronto, me lembrava todo dia do compromisso: "Papai, nós vamos no 'dolódicus'?" Chegado o dia, foi mágico para ele. Ficou alucinado pelo lefante ("Que gandão, papai!"), pelas cobras, hipopótamo, etc. Na volta para casa, muita história para contar à sua mãe(momentos de sossego paramim, he he he!).

Dias antes tinha levado el no Aquário Municipal de Santos, que, após uma reforma, reabriu recentemente. Em menos de meia hora você anda por todo o local (que é bonito).Mas como o Pedro Henrique levei duas horas para sair de lá! Fizemos algumas outras coisas também. Andamos de barco (que ele adora), alugamos filmes, tomamos sorvete, etc.

Sem o Pedro Hnrique, comprei alguns bons dvds (Peter Gabriel, Cordel do Fogo Encantado, mais um do Pink Floyd, Placebo, Ana Carolina, por exemplo), achei o cd do Keane em Santos (se fosse de vinil eu teria furado o disco), revi alguns outros dvds que já tinha visitei, alguns amigos em São Paulo (fiquei quatro dias lá), e em Mogi Guaçu. Fui à Rio Claro, no maior encontro de jovens espíritas do mundo (ocorre acada cinco anos), onde fiz parte da equipe resposável pelos estudos (o tema era relacionado às questões da afetividade). Fiz um ano de blog. Homenageei, de meu jeito, aos ilustres blogueiros companheiros que sempre me brindam com textos, no mínimo, interessantes. Andei horas sozinho pela praia, acompanhado de meu discman e a bolsacom vários cds. Participei de reuniões doutrinárias. Fiz algumas palestras. Vi alguns bons filmes, outros nem tanto (destaco O Império dos Lobos, com Jean Reno; Contos Proibidos do Marquês de Sade, com Geofrey Rush; Cubo, para satisfazer minha curiosidade; os inteligentes Jogos Mortais1 e 2), enfim, fiz muitas evárias coisas.

Agora, que estou de volta ao mundo mais real (he he he), tenho me emprenhar nos próximos encontros doutrinários (junho em São paulo, julho em Itanhaém e Guaratinguetá, setembro em São Paulo, outubro em Ilha Comprida e novembro em São Vicente) o que me obrigam a estudar muito. Tenho de me preparar para receber a nova criança de que fui encarregado de cuidar, mesmo estando separado (pois é!). Preciso cuidar da criação de um novo grupo virtual para aproximar mais mus leitores (ninguém se manifestou interessado ainda). Tenho que pensar em estudar o ano que vem para, no ano de 2008, iniciar aqule curso de pedagogia (afinal, ano que vem chego nos triata anos, he he he).

Amanhã, o trabalho recomeça! Mas u estarei aqui! Espero que sempre!

 

O NBA foi extinto, mas um outro grupo virtual está para nascer, com algumas propostas que visam aproximar cada vez mais os blogueiros aqui linkados. Eu não imaginava, mas algumas pessoas ficaram tristes com o fim do grupo. Alguém até comentou que o grupo estreitou laços... Bom, para aqueles que acham bacana continuar com os laços, fortalecê-los e criar outros, é só enviar um e-mail para ivanjdlf@gmail.com. Se quiser, sugiram idéias para que o grupo fique interessante. Também aceito sugestões de nomes para o grupo!

TEM NOVO TEXTO NO WWW.CATANDUVANAREDE.COM. APAREÇAM LÁ, LEIAM MINHA COLUNA, CLIQUE NO LINK "FALE CONOSCO" E DÊEM SEU PARECER! fIQUEI UM TEMPINHO SEM POSTAR E PARA MARCAR MINHA VOLTA, ESCREVI UM TEXTO INÉDITO!

Uma curiosidade: estou interessado em criar  manter um blog em conjunto com alguém,para tratar de vários assuntos, escrever algumas crônicas contundentes e tudo mais; desde que os textos sejam irônicos-e-ou-lúdicos-e-ou-atuais-e-ou-contundentes-e-ou-dinâmicos-e-ou-oportunos-e-ou-cotidianos-e-ou-etc... Contatei algumas pessoas e não obtive positivação de nenhuma. Pode? Eu achei que seria mais fácil, he he he!

Da próxima vez, vou ver sem inspiro e escrevo algo que valha ser lido...



Escrito por Ivan às 17:48:59
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NOVIDADES E ESCLARECIMENTOS

Porquê o post anterior fez tanto sucesso em tempo tão recorde (foram dezenas de e-mails carinhosos), me surpreendi já que não imaginava que a repercussão dele seria tão grande. Então, ao invés de publicar um texto novo (sei que prometi, me desculpem), resolvi responder aos comentários do texto anterior. Já que não é uma prática minha fazer isso, encare a reunião das respostas como um post, onde até esclareço algumas coisinhas, com o por exemplo o que me moveu escrever o texto.

Semanas atrás, Janaína e eu resolvemos elaborar planos mirabolantes para, quem sabe, tentar uma reaproximação. Para quem não sabe, ela é mãe do Pedro Henrique e vivemos separados na mesma casa (se é que me entendem). Nos damos bem assim, ela é ótima pessoa, e talvez isso se deva ao fato de termos múltiplas ocupações pessoais. Bem, muitos amigos torcem por nosso "reacerto" e, no intuito de verificar o que sobrou (se é que sobrou) do sentimento de "homem-mulher" entr nós, é que ensaiamos uma reaproximação. Imprudentenmente, o ensaio foi parar um pouco longe demais e, na semana passada, os exames confirmaram que ela está indo para a 8ª semana de gestação! Sente intensamente que é menina e até o Pedro Henrique pergunta, às vezes, mexendo na barriga dela "Mamãe, ela tá bem?". Se as previsões dos dois estiver correta, deverá se chamar Letícia, embora o martelo não tenha sido batido. É isso. Me furto a dar mais detalhes. Contudo, espírita que sou, sei que espírito nenhum encarna em hora errada.

O que acham de eu tirar o Por Todos Os Lados (http://portodososlados.blogspot.com) do ar, hein?

O NBA foi extinto, mas um outro grupo virtual está para nascer, com algumas propostas que visam aproximar cada vez mais os blogueiros aqui linkados. Eu não imaginava, mas algumas pessoas ficaram tristes com o fim do grupo. Alguém até comentou que o grupo estreitou laços... Bom, para aqueles que acham bacana continuar com os laços, fortalecê-los e criar outros, é só enviar um e-mail para ivanjdlf@gmail.com. Se quiser, sugiram idéias para que o grupo fique interessante. Também aceito sugestões de nomes para o grupo!

Para quem ainda não vistou os blogs aqui citados, não percam mais tempo. Tenho certeza de que vão se encantar com todos

TEM NOVO TEXTO NO WWW.CATANDUVANAREDE.COM. APAREÇAM LÁ, LEIAM MINHA COLUNA, CLIQUE NO LINK "FALE CONOSCO" E DÊEM SEU PARECER! fIQUEI UM TEMPINHO SEM POSTAR E PARA MARCAR MINHA VOLTA, ESCREVI UM TEXTO INÉDITO!



Escrito por Ivan às 15:41:51
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  O QUE ENCONTREI QUE ME ENCANTOU NESTE PRIMEIRO ANO DE VIDA BLOGUEIRA!

A sensibilidade melancólica, solícita e fraterna de Carla, do Callianteia, a quem tive o prazer de conhecer pessoalmente, inclusive! A inteligência multiplural do Nós Por Nós, em especial a maturidade de Ivonne que tanto emociona e ensina divertidamente! O espírito conciliador e as sensações iluminadas das palavras nas Viagens Filosóficas a convite da Vânia! A sensibilide lírica, onde vou Pensando Diferente a sabedoria de conceitos, nas palavras trazidas por Drika! Tudo ao mesmo tempo agora em leituras deliciosas na Luz de Luma, impressa em suas palavras tão pertinentes de múltiplas faces. Entretenimento nas crônicas de uma vida real, a vida da Nanda. Como Assim? Partilhando dos acontecimentos dela, oras! Porquê existe desde a Idade da Pedra, o humor é trazido por outra Nanda, de forma espirituosa, inocente, sem apelação e delicioso de ver! Um Espelho Feminino onde poucos são mais interessantes do que ele, nos escritos de Mércia que sempre me encantam! O estímulo à paixão pela cultura multifacetada em Lágrimas Lavadas, nos chamammentos de minha vizinha (moramos na mesma ilha) Aleksandra! Uma acidez, uma raiva ao redor, uma pusilaminidade; porém coerente e respeitosa aos leitores no Teatro da Mente privilegiada de Maucir! Intelectual e Neurótica é a Lizze, uma moça adolescente canadense com mil coisas a dizer e com a qual sempre gostei de conversar! Quam nasce na minha cidade é calunga. Mas Milly Calunguinha não é daqui! Se fosse eu roubaria um pouco de sua sensibilidade e beleza no trato com as pessoas! As reflexões da vida nas letras de música a revelar Segredos de Liquidificador da emotiva Shirley, a quem um dia verei dançar! A Taberna de Wescley, o poeta virtual e seus equilíbrios desmedidos em palavras que me calam os apontamentos e os acréscimos! Labell, Cláudia, Sabrina e Marta, o quarteto fantástico a desvendarem uma Bolsa De Mulher que me estimula a curiosidade criativa! Ronaldo vai Esperando O Dia Amanhecer enquanto sua criatividade cronista vai brotando e nos emocionando quando lemos seus escritos! O Meu Universo se encontra com o universo animado e colorido de Edivaldo, onde, com seus escritos, vemos a beleza na simplicidade! Ainda não conheço o Gato Da Manuela. Mas encontrei tanta coisa boa por lá que eu bem que queria sê-lo! Igor na Companhia Das Palavras que nos colocam em verdadeiro lugar nas cotidianidades da vida! O valor da família e da amizade no Jardim Fechado da Susi! A dor assumida e o amadurecimento que dela advém, onde Anderson se vale do Fluxo da Consciência para escrever! Nilza, que vai Juntando Pedacinhos e, reconstituindo o valor dos sentimentos sublimados, alertando que um pouco de sonho nos faz humanos também! Cris, a quase ausente so mundo virtual equanto ela vai Descobrindo A Vida e, homeopaticamente, partilha de suas descobertas! As sacadas inteligentemente irônicas, o humor repentino, o entretenimentio espirituoso da Liliane que se afirma enfaticamente: Só Uma Mulher! Poesias, Músicas, Poemas, Crônicas, Contos, etc. Tudo isso ao mesmo tempo pertinentes, trazidos por Camile! A Taverna De Ivanhoé e seus escitos vigorosos, como a alertar quanto o simples é criativo e pode ser invejável! Emoções sentidas e estimuladas e surgidas, como que por encanto, no Mundo Mágico da VivianFlores que despertam o riso de quem se comove positivamente no Jardim dos Girassóis da Sabrina! A importância de ficar só algumas vezes, sobretudo quando Chove Lá Fora, e que aprendi com a Psique! Segredo Meu é o que afirma Isabella. Mas, sou um privilhegiado por compartilhá-lo. Não conto, mas absorvo o que ela diz! Família, casa, lembranças, filhos e toda a impórtância disso tudo na vida! E Lucimeire ainda diz: é só um Toco de MIm! O quanto o gótico, o grito, o apelo estão para a luz, a calma e a solicitude na deliciosa Vida Bandida de Ana! As trasncrições sempre adequadas de lembrar e refletir da Menina Lua! A alma quintaniana e lispectoriana de Renata, e portanto, convidativa no Eu E Os Outros Eus! Renatrilla e suas palavras aparentemente divagadas despretensiosamente, porém, com muito a dizer Nas Entrelinhas! Os poemas belíssimos, por hora ausentes de Soninha, no Solidão de Alma! As Letras Proibidas de Ana, que de proibidas mesmo, só a fórmula de saber como ela pode ser tão boa no que escreve! E mais recentemente a Samanta, do Sammy In Sampa. O que esta moça escreve me encanta de uma forma ainda inexplicável. Mas a identificação é inegável, irrefreável. Minha mais nova descoberta!

Em negrito, os blogs e seus autores. Se não conhece algum, os links estão ali do lado! Esses são os blogs que mais visito frequentemente. Quando pude, usei trocadilhos. Outros autores, embora não tenham sido citados, merecem meu respeito e agradecimento por terem feito poarte deste meu primeiro ano de vida blogueira. Uma vida que descobri tarde, mas que tem me trazido grandes acréscimos. Tudo isso, na pessoa de cada um de você! Por isso, sintam-se como seus corações beijados carinhosamente! E, com vocês, continuo seguindo em frente!

 

O NBA- Nossos Amigos Blogueiros foi extinto. Fiz isso, desculpem! Mas, pretendo criar outro grupo, e manter uma proposta que será mostrada em alguns dias! Para quem se interessar de imediato, enviem um e-mail para ivanjdlf@gmail.com.

O próximo texto será algo inédito!

Penso em tirar do ar definitivamente o Por Todos Os Lados! Talvez eu o substitúa. Depois explico melhor!



Escrito por Ivan às 14:11:38
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  9ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico outro, mas que não intitulei. Eu faria uma correçaãozinha nele hpje, mas preferi deixá-lo na íntegra.

Algumas pessoas estão me enviando e-mails e pedindo informações a meu respeito. Homens e mulheres gostariam de saber mais sobre meu perfil. Isso é muito interesante e consolador para mim, pois, pelas manifestações, acredito ser uma personalidade (ainda que virtual) interessante para essas pessoas. Afinal, não pode ser à toa que eu tenha lhes causado tantas boas (acredito que sejam) impressões. Mas também já escreveram que eu sou pretensioso e hipócrita. Como se dissessem que eu não pratico nada ou o mínimo do que prego por aqui. Portanto, devo responder às duas correntes de pessoas. Às primeiras pelo carinho dispensado e o interesse neste que muito tem a contar, mas pouco a destacar. Às outras porque, longe de me sentir ofendido, creio estarem equivocadas em alguns pontos. Além disso, devo pontuar, neste espaço que monitoro, as minhas sensações e impressões de tudo que me chega, por causa da existência dele (do blog)! Mas a resposta estará mesclada, póis, para mim, será mais fácil responder assim

Quando resolvi manter um blog (com todas as dificuldades de alguém que não tem computador e paga horas em lan house para tal fim, sem contar outras coisas que preciso fazer na internet), só o fiz por arrancar de mim o preconceito que me aprisionava e não me deixava expandir à procura de espaços pessoais que fossem interessantes, sensíveis, cômicos, despretensiosos, conteúdo em todas as suas características. Conteúdos que me interessassem. Não é por eu ser dono da verdade, mas quem é que frequenta lugares, lê livros  ou revistas, assiste programas ou filmes que não lhe interessam, voluntariamente? Portanto, quando comento num blog que julgo interessante, estou me reservando o direito de que todo e qualquer outro ser humano se vale: o de escolher fazer, viver, ler, agir, etc. de acordo com a minha ótica de vida, e no que, com o que e como eu quero.

Quando eu comento num blog´pela primeira vez, não acho que seja um privilégio especial para o autor do blog ter registrado lá algumas palavras minhas. Julgo que seja um privilégio em igualdade com os outros, porque a alegria de quem mantém blog, entre outras, é ter o máximo de visitas, mas não vejo motvos para destaque àq minha pessoa. Isso poderia acontecer após algum tempo, quando o laço entre um ou outro blogueiro e eu for mais estreito, pelas afinidades naturais a que todos somos submetidos em relação à outras pessoas.

Quando tenho vários comentários no meu blog fico contente sim. Não escrevo para o nada. Tenho a expectativa de que pessoas leiam e claro que torço para que gostem, que não achem equívocos nas palavras. Nunca torço para que sintam emoções negativas. Mas não posso evitar isso se, certos textos mexem com o íntimo de uma pessoa ou outra, fazendo-a refletir sobres erros que comete/eu na sua vida. Quero que meu blog seja, na maioria das vezes, um convite à reflexão. Assim como reflito ao ler blogs de outros companheiros e os admiro por isso. Para ter mior rotatividade de pessoas por aqui, apelo para a divulgação. Entro em blogs que ainda não conheço, me manifesto por lá e faço convites. Algumas vezes deu certo- com da última.

Quando penso que aqui pode ser um lugar de reflexão, não estou sendo pretensioso ou prepotente. Eu não sou um homem talentoso com as palavras, mas também sei que não sou exdrúxulo na arte de escrever. Além disso, nos meus vinte e sete anos de vida, tive muitas oportunidades de ter os ouvidos e olhos mais abertos. Tenho alguns conceitos e opiniões embasados na Doutrina Espírita, racional por excelência, e que escolhi para ser meu guia. Guia este que tem por base o Evangelho de Jesus.Não escrevo para espíritas somente, mas para qualquer um, pois emoções, sentimentos, sensações, não são priveilégios somente de espíritas. Entretanto, como não conheço todos os assuntos da Doutrina Espírita, muitas das coisas que escrevo são embasadas em outras experiências, pessoais ou não, frutos ou não de oservações.

Outra coisa precisa ficar clara. Eu nunca disse aqui que ajo exatamente com o que preconizo. Eu reflito, raciocino o que é um passo. Às vezes consigo êxito na hora de agir. Quando não, invariavelmente (como qualquer um) sofro mais tarde. Mas os vícios e as paixões ainda pipocam em mim como na maioria das pessoas. Também nunca preguei nada aqui. Não tenho autoridade moral para isso. Se levarmos em conta que a pregação pode ser também no campo intelectual, tudo bem. Mas não pretendo ensinar ou apontar o único e melhor caminho para a salvação. Eu aponto alguns, aqueles que acredito não estarem equivocados e, até onde minha razão alcança, serem os mais corretos e menos sofridos.

Última coisa. Às pessoas que querem mesmo saber mais sobre mim, me enviem perguntas por e-mails ou aqui mesmo no blog. Para aqueles que escreverem por e-mails, receberão suas respostas por e-mails. Pra aqueles que querem ver as respostas publicadas, perguntem por aqui mesmo e aqui mesmo responderei. Os meu endereços são: o msn ivanildojosedaluzfilho@hotmail.com ou ivanjdlf@gmail.com.

Desculpem as palavras de hoje. Não é desabafo, apenas uma homenagem, à minha maneira, àqueles que, de forma ou de outra, perdem parte de seu tempo e despejam emoções aqui, provocadas pelo que escrevo ou não. Mas tenho certeza que é deixando, cada um, um pouquinho de si, que este espaço deverá crescer, me acrescentando, enquanto pessoa e ser pensante! Abraço a todos.

Dia 04 ou 05 sai novo texto no www.catanduvanarede.com, site onde sou colaborador. Na página de entrada do site, no canto superior direito tem o link para "colaboradores". Lá, aparece meu nome "Ivan da Luz". Ao terminar o texto deixe seu comentário no link "fale conosco".

Poucos parecem ter visitado a Sammy ainda, apesar de meus esforços. Não percam mais tempo. Eu adoro o que essa moça escreve. E vocês deviam conferir. Depois voltem para dizer se eu enlouqueci... http://sammyinsampa.zip.net.



Escrito por Ivan às 16:35:58
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  8ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico outro que intitulei "SINGELA HOMENAGEM AOS LEITORES DESTE BLOG- sobretudo aqueles que, por sua assiduidade, me estimulam a continuar, me afagam com palavras, me enviam e-mails, me criticam aqui e ali, enfim, que fazem esta minha virtual vida blogueira ter algum sentido... Emocional, naturalmente!"  

Neste momento, seu cérebro, através de seus olhos estão traduzindo esses sinais que, sob a forma de palavras formadoras de frases, lhe traduzem idéias. Você não percebeu, mas continua lendo este texto. Da mesma maneira... Mecanicamente... Será? Você acredita que esta voz falando em seu pensamento neste exato momento é somente um efeito físico, de origem biológica comandado pelo seu cérebro? ENTÃO PARE DE LER ESTE TEXTO, AGORA!

Parou?

Bom, parece que você continua lendo. Então, essa página virtual também lhe defeine uma vontade? O estranho é que o texto trazia a idéia para que você parasse de ler. Mesmo assim você continuou... Espere... se não foram os sinais sob forma de letras, construindo palavras, formando frases que lhe definiu vontade... quem foi? Você?

E quem é você?

Cuidado ao responder. Afinal você não deve ser só um nome... Precisa de um tempo para pensar? Então, pense... Mas não me venha dizer, também, que pensar é outro efeito físico...

Se sua mão for espetada com uma agulha, o seu sistema nervoso vai lhe enviar um alerta de perigo ao cérecbro que, por sua vez, mandará outro  comando para que seus músculos se contraiam e levem a parte afetada para longe do local da agressão. Isso ocorre quase que instantaneamente. Mas..., se eu lhe questionar quanto à sua essência, a quem você recorrerá? Ao seu cérebro? Ao seu coração? A um livro? A um amigo? Nem pense em recorrer a mim, hein (he he he he he)!

Neste momento, esta página virtual é o meio pelo qual transmito e você recebe o que sinto. Essa voz falando em sua cabeça é você mesmo. O texto, por si só, não tem vida, você tarduz as idéias do que está escrito aqui. Não falo de corpo físico, mas do que prefiro chamar de espírito. Uns chama psiquê, outros alma, uns chama de "ser". Portanto, estou mesmo me referindo ao que defino (por ser espírita) como a essência da vida humana, criada pela providência divina. Mas, só enxerga o espírito aquele que olha com o espírito!

Eu, por exemplo, que lhe questiono às pampas agora, sabe onde estou? Olhe aí de seu lado. Me procure... Eu espero... Conseguiu me enxergar? Então, que tal nos apresentarmos?

Olá, "Voz Maravilhosa" que soa dentro desse templo que é o corpo humano (o seu). Eu sou uma essência, um espírito, como você também o é. Mas a minha essência ecoa dentro de um outro corpo físico (o meu). Através dessa página, consigo chegar a este seu lugarzinho maravilhoso e falar de maneira que só nós dois podemos escutar. Falo como espírito, e você ouve como espírito. Me percebe agora?

Levante novamente e me procure, tentando me enxergar com aquilo que você é: um ser divino, um espírito! Só assim verá que, em essência, meus olhos procuram a mesma coisa que os seus! Quando finalmente esses olhares, reflletindo a vontade so espírito, se cruzarem, venha e me abrace bem forte, para eu ter a certeza de que te enbcontrei!

PS 01: Inspirei-me num texto que tenho (não sei o autor e fonte), adaptei alguns de seus techos e considerei todo o carinho que tenho recebido através dos comentários deste blog e de pessoas que me escrevem e-mails, também carinhosos! Como podem ver, as caracterísiticas do "esvrever" são minhas.

Ainda estou me recuperando da cirurgia. Voltei a trabalhar com restrições, estou fazendo fisioterapia e não posso demorar tanto fora, pois ainda preciso de repouso. Mas quero agradecer a todos os que se manifestaram carinhosamente. Recebi e-mails, mensagens no celular e até ligações. Pode? nem eu sabia que estava tão em alta assim! 

Não deixem de voltar ao www.catanduvanarede.com. O texto que era para sair dia 16 não saiu porque eu não pude enviar ao Guilherme, editor do site. Mas deverá sair amanhã ou quarta-feira. Não deixem de comentar lá, hein?

Não esqueçam da Sammy, uma moça que me encanta com seus escritos. O blog dela é o http://sammyinsampa.zip.net. Lá tem link para outro blog dela, se gostarem desse. Sinceramente, é uma pena não conhecerem.

No HTTP://PORTODOSOSLADOS.BLOGSPOT.COM. vou começar, a partir da semana que vem, algumas reflexões cotidianas e até certo ponto pos deste período em que fiquei de repouso por conta da cirurgia. 



Escrito por Ivan às 18:14:50
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  7ª REPUBLICAÇÃO

Como o espaço que disponho aqui no UOL é pequeno, resolvi que colocar a 7ª Republicação no Por Todos os Lados (http://portodososlados.blogspot.com). Trata-se de minha autobiografia. Pode parecer pretensão narcisista o texto, mas´lembro que o fiz apenas porque sempre me perguntavam (e perguntam ainda) sobre minha história. O respaldo do texto foi tão boa, que estou tentado a estimular o pessoal do NBA (Nossos Amigos Blogueiros) a fazer o mesmo, tão log eu volte melhor minhas atenções para o grupo, no começo de abril, segundo meus planos.

Bom, minha cururgia será depois de amanhã (03/03). Como gosto de seguir recomendações médicas, vou ficar uns dez ou quinze dias de repouso e não virei à lan house! Se precisarem de mim, a Claro ajuda: basta ligarem para 13 91330613!

Não deixem de voltar ao www.catanduvanarede.com, onde colaborei com outro texto (este, parcialmente inédito). Em quinze dias tive muitos e muitos acessos. agradeço o carinho de todos e epero poder contar com todos novamente.

Não esqueçam da Smmy, uma moça que me encanta com seus escritos. O blog dela é o http://sammyinsampa.zip.net. Lá tem link para outro blog dela, se gostarem desse. Sinceramente, é uma pena não conhecerem.

ESPERO TODOS NO HTTP://PORTODSOSLADOS.BLOGSPOT.COM. COMENTEM LÁ OU AQUI.

Um grande e afetuoso abraço a todos!



Escrito por Ivan às 13:09:35
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  6ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico outro que intitulei "CAMINHO DO CAMPO (inspirado em alguns fragmentos de lembranças...)"

Das mais extensas planícies da imaginação que concebe a alma, estende-se o Caminho do Campo. Campo das emoções, das sensações, das reflexões, das memórias. Nele, repouso por algumas vezes, como que num encontro com tudo o que o meu Caminho do Campo oferece. Sento num banco, abaixo de um grande carvalho, testemunha das lembranças desde as primeiras escolhas. O espaço aberto neste caminho é sempre limitado pelos olhos e pelas mãos, e, cada nova visita, eu posso ver mais longe, às vezes, ou não outras vezes, o que me pede novas estratégias...

Da lentidão e constância que a árvore cresce, o carvalho sempre me lembra que crescer demora. Crescer é como abrir-se à amplidão dos céus, ao mesmo tempo que deitar raízes na terra ("mas como chegar até às nuvens com os pés no chão?", perguntava Renato Russo em uma de suas músicas, embora seja essa uma busca individual), mesmo que a terra seja obscura. Amadurecer autenticamente é ser ambas as coisas; ou seja, estar disponível ao apelo do mais alto céu, mas abrigado pela proteção da terra, que oculta e produz. Tudo isto o carvalho me lembra sempre...

O Caminho do Campo sempre recolhe aquilo que tem de meu em torno dele e dá a cada um dos que o percorrem aquilo o que é seu. As mesmas colinas, as mesmas encostas, sempre e todos os lados, em torno do caminho. O simples vai guardando o enigma do que permanece e do que é grandioso. Visita a cada um de nós inesperadamente, mas necessita de longo tempo para crescer... e amadurecer. O dom que dispensa está escondido na inaparência do que é sempre o mesmo. Deus, dizia um sábio, se manifesta naquilo o que é mais simples, e, descoberta sua presença, o simples se torna intensamente intricado, embora detentor de uma harmonia de origem incomparável..

Do Caminho do Campo ergue-se, no ar variável com as estações, uma serenidade que sabe ser uma ciência sutil. Os que têm recebem-na do Caminho do Campo; e em sua senda cruzam-se a alegria da juventude, da sabedoria e da maturidade; nela se surpreendem mutuamente tudo, porém se insere placidamente numa única harmonia, cujo eco o caminho do campo em seu silêncio leva de um para outro lado. A serenidade precisa para quem se pretende saber, é uma porta abrindo para o eterno que um hábil ferreiro forjou um dia com os enigmas da existência.

Das baixas planícies, o Caminho do Campo retorna da imaginação. Volta da reflexão à realidade. O simples parece-me tornar-se ainda mais simples. O que é o mesmo parece-me desenraizar-se e libertar-se. O apelo do Caminho do campo, parece-me mais calro. A alma que fala? Ou fala o mundo? Ou fala Deus? Tudo parece falar da renúncia que conduz ao mesmo. A renúncia não tira! O homem é por um lado, mas por outro, ele se trona, pelo seu próprio esforço de querer-se bem continuamente. A renúncia dá a força inesgotável do simples. O apelo faz-me novo e a ahabitar uma distante origem, onde a terra Natal me é devolvida...

 

Façam um favor a si mesmos. Conheçam o blog de uma amiga, a Sammy. Ela é nova nesse negógio blogueiro, mas as coisas que escrevem me encantam demais. http://sammyinsampa.zip.net.

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com.

Dia 16, estreei como colaborador no www.catanduvanarede.com. Para quem quiser me prestigiar, faça o seguinte: na página de entrada, há um link no canto superior direito. Depois de ler, cliquem (também à direita) no link "fale conosco" e envie uma mensagem. Assim, poderemos medir a satisfação dos leitores.



Escrito por Ivan às 15:38:27
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  5ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico outro que também não intitulei este que não intitulei.

"Era um fim de tarde de sábado, eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco  mais de 9 anos, dizendo:

-Dona, tem pão velho?

Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou desde criança.

Olhei para aquela criança tão nostálgica e perguntei:

-Onde você mora?

-Depois do zoológico.

-Bem longe, hein!

-É...mas eu tenho que pedir as coisas para comer.

-Você está na escola?

-Não. Minha mãe não pode comprar material.

-Seu pai mora com vocês?

-Ele sumiu.

E o papo prosseguiu, até que disse:

-Vou buscar o pão, serve pão novo?

-Não precisa não, a senhora já conversou comigo, isso é suficiente.

Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas 9 anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um  papo, de uma conversa amiga."

Recebi por e-mail esse pequeno conto. Não saberia dizer se a história é verdadeira, mas sei dizer que é verdade o ensinamento que ela expressa. O que fazemos quando encontramos alguém chorando na rua? A deixamos com seu problema, ou nos oferecemos pelo menos a ceder um lenço de papel? Oferecemos uns minutos de companhia? ATÉ QUE PONTO NOS INTERESSAMOS PELAS PESSOAS QUE GOSTAMOS? Em geral, temo facilidade em nos comunicar com pessoas virtuais, somos gentis, cumprimos promessas, contamos coisas, somos curiosos, passamos horas na internet. Mas, sabemos como foi o dia de trabalho de nossos pais hoje? Como foi a compra no supermercado de nossas mães hoje? Sabemos se eles precisam de nós? No que nos preocupamos se levarmos em conta a vida de nossos irmãos, filhos, pais, esposos, esposas, ou até mesmo a penca de amigos que costumamos dizer que temos? Que tipo de vida procuramos levar? Que tipos de abraços procuramos? Os virtuais? Os reais? Que tipo de relações procuramos manter? As virtuais? As reais? Que tipo de pessoas consideramos nossos amigos? As virtuais que, se não escreverem em nosso blogs, temos um motivo para nos chatear? E as pessoas reais, que participam de nossa vida de uma forma ou de outra, a quem devemos carinho e cafeto, quantas delas sabem os endereços de nossos blogs? O que procuro esconder? O que não quero que digam a meu respeito? O mundo virtual se transformou numa vávula de escape do mundo real, onde, encontro de fato as ocasiões de atestar a intensidade de minhas relações e com elas, me tornar uma pessoa melhor?

Que poder mágico tem o gesto de poder falar e ouvir com dedicação a quem nos procura, ou nos precisa. Quem poder mágico tem o gesto de eu ser ouvido com carinho e atenção, que tanto peço e espero dos outros, mas não o faço, muitas vezes porque na realidade, eu não me disponho a isso. Não sei pedir para o outro algo que eu nem mesmo exercito para ele. O que quero? Quero desenvolver em mim a capacidade de doar o pão novo, compartilhando o pão dos "pequenas" conversas, dos "pequenos gestos" que acolhem e promovem. O pão fabricado no coração de quem acredita nas palavras daquele que disse: "Eu sou o pão da vida!"

Dia 16, na estréia como colaborador no www.catanduvanarede.com.Pelo menos 27 pessoas leram o texto publicado.AGRADEÇO O CARINHO DE TODOS!. Para quem não conseguiu ler, faça o seguinte: na página de entrada, há um link no canto superior direito. Depois de ler, cliquem (também à direita) no link "fale conosco" e envie uma mensagem. Assim, poderemos medir a satisfação dos leitores. Beijos nos corações de todos!

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com. Como disse a Calliope (http://www.callianteia.blogger.com.br/), eu escrevo de montão mesmo quando não estou inspirado. Aliás, Carla, aquele erro apontado por você já foi devidamente corrigido.

Façam um favor a si mesmos. Conheçam o blog de uma amiga, a Sammy. Ela é nova nesse negógio blogueiro, mas as coisas que escrevem me encantam demais. http://sammyinsampa.zip.net.



Escrito por Ivan às 17:12:45
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  4ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico este que não intitulei. Os outros Desmembramentos eu talvez republique depois.

Hoje estou reflexivo, por ocasião de certos acontecimentos em minha vida que nunca comentei aqui. Aliás, há muita coisa que não compartilho por aqui (já pensaram em elaborar um qustionário de perguntas relevantes e criar uma corrente, para que possamos saber um poco mais das essências de nossos companheiros virtuais?) por achar desinteressante. Há detalhes de minha vida dignos de compaixão. Eu mesmo vivo fazendo mea culpa para muitos a quem eu conheço. Aprendi muitas coisa com a doutrina espírita. Todos os meus interesses foram moldados, refeitos por influência da absorção dos conceitos espíritas. No campo intelectual ao menos, pois na prática, ainda sou muito vacilante. Por isso, como acontece com qualquer um, erro tanto comigo e com os outros. Reconheço que melhorei. Mas confesso errar muito ainda.

As explicações das ações humanas são individuais e até mesmo os mais perversos entontram "motivos justos" para serem aceitos em suas ações. É que me habituei a ouvir a mim mesmo, desconsiderando até mesmo o valor do que o outro defende. Atendendo aos impulsos do ego, vacieli muito (mais que vacilo hoje), pensando com o que já possuía, e considerando saber agir, por imaginar saber tudo. Isso deve der causa em alguma experiência traumática anterior que implusinoa meus mecanismos de defesa a originarem íntimas e quase incofessáveis necessidades da aprovação alheia.

Pelas nossas próprias atitudes, ensina Emmanuel, "no caminho comum, nas relações habituais de uns para com os outros sabemos, em verdade, se ainda estamos na noite do personalismo delinquente ou se já estamos atingindo a alvorada renovadora com o inolvidável mestre da cruz".

Personalismo é a excessiva valorização de mim mesmo, de minha pessoa. O personalista (eu) se magoa quando deposita uma expectativa em alguém e não é correpsodido, inspirando discórdia por onde passa, pois fará sempre o que estiver ao alcance para ser ouvido e aceito. Muitas vezes, a aceitação do outro é só uma estratégia inicial para, mais tarde, comprometer-lhe. Imaginem o diálogo: "Querido, que tal aquele cineminha hoje, para ver aquele filminho..."; ele responde: "você sabe que não gosto desse gênero de filme... chame fulano e vá com ele, que fico aqui lendo um pouco"; ela, ensandecida:" você vai sim, que não vou chamar ninguém, não tem cabimento, eu com namorado, chamar um amigo para ir...". Não é assim que agimos?  E se ela, depois da recusa dele dissesse: "então vou chamar a fulana", há quem dissess: "e vai me deixar aqui, sozinho? Prefere sair com ela que comigo...".

Pois é, hoje eu vivo situações complicadas em função do que meu personalismo plantou por aí. Como a colheita é obrigatória, só estou "curtindo" os frutos... Respeitar o tempo do outro, levando em consideração que ele tem seus anseios, seus medos, seus desejos, seus gostos, seus sonhos é  fundamental para que minhas relações melhorem a cada dia.

O personalismo cega uma pessoa, que apesar de receber críticas por sua conduta, sempre considerará que está sendo invejao, quando, na realidade está sendo alertado para mudança de atitude. Os personalistas são excitáveis, centralizam o poder, o comando em torno de si. O personalismó é uma pedra  de tropeço para a solidariedade, a fraternidade, a cooperação, a afetividade, motivos pelos quais precisamos ficar atentos, primeiro em nós! Se o Lula resolver a situação do país hoje, se as gueras acabarem amnhã, o dólar não subir, a inflação chegar  azero, eu mudar para um emprego melhor, conseguir fazer aquele curos que tanto quero, comprar todos os livros e cds que desejo, etc, etc, ainda assim conservarei em mim o orgulho, o egoísmo, a ira, enfim valores excusos que não me trarão a felicidade espiritual, a serenidade da alma, independem do que os outros têm a fazer. A responsabilidade da busca é pessoal e intrnsferível.

Estou pensando nessas coisa por que não estou tão bem hoje. Ainda é cedo, mas os impulsos de meu ego, há pouco, forma mais fortes e ai mal. Mas este é um detalhe que não pretendo compartilhar por aqui. Terminarei, pois preciso resolver umas pendências e levar meu filhão para um passeio!

Por algumas circuntâncias não previstas, não me submeterei à cirurgia hoje como eu havoa divulgado. No entanto, o dia foi marcado e, certamente, será no dia 03 de março. Embora haja a possiblidade de ser antecipado para o dia 24 de fevereiro.

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com. Como disse a Calliope (http://www.callianteia.blogger.com.br/), eu escrevo de montão mesmo quando não estou inspirado. Aliás, Carla, aquele erro apontado por você já foi devidamente corrigido.

Se inscrevam no NBA (Nossos Blogueiros amigos). Enviem e-mail para nba@grupos.com.br

Dias atrás, fui contatado por um rapaz de nome Guilherme, editor do Catanduva na Rede. Ele entrou no Vertentes de Mim por acaso, disse ter gostado que viu escrito por aqui e me convidpou a colaborar para o site. Alguns e-mails e esclarecimentos depois, minha estréia foir marcada para o dia 16 deste mês. Se puderem, prestigiem o meu espaço já foi criado lá inclusive. Endereço: www.catanduvanarede.com.



Escrito por Ivan às 16:33:16
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  3ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico este que intitulei de "Desmembramento 2", o segundo dos cinco textos originários do texto republicado antepenultimamente (acho que acabo de inventar uma nova palavra)!

(...continuação) Juro para vocês! Eu não sei o que é sentir ciúmes. Nunca senti isso por ninguém. Nem de minha mãe, irmãs ou amigos e até mesmo meu filho. Com quem me relacionei, nunca senti ciúmes. E isso nunca significou não gostar de pessoas. Não aprendir a não ser ciumento. Ninguém me disse se era errado ou certo. Mas já me chateei com essa falta de ciúmes algumas vezes e outras, me aborreci.

Porque me aborreci? Porque as pessoas, em qualquer tipo de relação, gostam de ser objetos de ciúmes, sobretudo se a relação for bem estreita. Eu conheço um amigo que também é desprovido desse sentimento (seremos, ele e eu, seres normais?) e namora uma moça que tem um ciúme considerado normal para a maioria. Quando acontece uma situação em que ele deveria (na opinião dela) sentir cúmes e ele não demonstra (pois, considerem, está na natureza dele), ela conclui (sem medo de errar) que ele não gosta dela o suficiente, etc, etc, etc. Ele jura que não é isso, e eu, acreditem, entendo.

Não é que eu não tenha carências afetivas, já que todos a temos. Mas não vejo pessoas como minha propriedade. E, livre que sempre quero ser, me incomoda ser controlado numa relação. Eu me relaciono com muitas pessoas, algumas delas adoro conversar num almoço, numa caminhada na praia. E, se as pessoas que gosto tiver as mesmas necessidades e as realizá-las sem mim, não pensarei bobagens, nem controlarei a hora, etc. Nem ligarei a toda hora para lembrar que preciso dela. A menos que seja necessário e ela saiba disso.

Daí alguns me perguntam: e se você pega sua namorada aos beijos e abraços com outro alguém? Bom, se eu VEJO COM MEUS PRÓPRIOS OLHOS, então, vou me sentir desrespeitado. E se desrespeito é o mesmo que ciúme, então sou ciumento. Penso que o cuíme se processa na mente de alguém necessitado de afetividade mais do que o outro está disposto a dar. Temos um compromisso, e dentro dele, está implícito algumas exclusividades narturais deste tipo de relacionamento. O ciumento parece ser aquele em que deposita no outro suas expectativas emocionais, e não sabe lidar com essa necessidade, para ele imperceptível, quando o outro não lhe responde a contento. Além disso, o ciumento antevê, sem saber comprovadamente, uma situação. Se ele sabe, e comprova, não creio ser ciúmes, já que aqui cabe falar de respeito e dignidade.

É aquela história: se tive ou tenho poucos afetos, quando um se torna intenso, é como se minha mente suplicasse por sua permanência. Mas, sôfrego e cego pela intensidade daquilo que ainda não se está acostumado a lidar, o que não se quer é perder de vista o que se levou tanto tempo para conseguir. Daí, para sentir que o outro é propriedade intocável é um pulo. O ciumento vive mal emocionalmente, o seu objeto de ciúme é sufocado, e os dois se impedem de relacionar-se, enriquecendo suas experiências, aprendendo com os mundos de outras pessoas, etc. Eu acredito que o ciúme é um sentimento que nos predispõe a sofrer por uma possível perda, antecipadamente, sem comprovações de que a perda irá se suceder, efetivamente, já que não conto com elementos reais de que ela acontecerá.

Como disse, eu não tenho ciúmes. Se tenho algum compromisso com uma moça, levo à sério enquanto dure. Mas jamais terminará por causa de outro romance. Não vivo romances paralelos, eles devem ser desgastantes. Também não gosto que sintam ciúmes de mim, que me aborreço. Fazer parte da vida de alguém não é completá-lo, de modo a deixá-lo inteiro. É acrescentá-lo, de modo a deixá-lo mais vivo emocionalmente. Se for alguém íntimo como uma namorada ou esposa, é compartilhar de momentos na intimidade, aqui sim, de modo a tornar-nos completos em relação à parte de mim que precisa de alguém pra dividir a todos os anseios (todos), incondicionalmente. (continuará...)

 

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com. Como disse a Calliope (http://www.callianteia.blogger.com.br/), eu escrevo de montão mesmo quando não estou inspirado. Aliás, Carla, aquele erro apontado por você já foi devidamente corrigido.

Se inscrevam no NBA (Nossos Blogueiros amigos). Enviem e-mail para nba@grupos.com.br

Tenho visitado alguns ótimos blogs que eu não conhecia. Pretendo linká-los aqui, com o tempo, mas, até lá, para os curiosos, basta olhar os endereços nos comentário do post anterior.

Quinta-feira, dia 09/02 marcarei o dia da minha cirurgia. Divulgo o dia por aqui!

Um grande amigo meu, de Guarulhos, o Leandro, reudeu-se ao mundo blogueiro e acaba de por no ar o seu recém criado Blog. O nome é Não Sei Dizer Nada Por Dizer. Acessem, que eu recomendo: http://naoseidizernadapordizer.zip.net

Dias atrás, fui contatado por um rapaz de nome Guilherme, editor do Catanduva na Rede. Ele entrou no Vertentes de Mim por acaso, disse ter gostado que viu escrito por aqui e me convidpou a colaborar para o site. Alguns e-mails e esclarecimentos depois, minha estréia foir marcada para o dia 16 deste mês. Se puderem, prestigiem o meu espaço já foi criado lá inclusive. Endereço: www.catanduvanarede.com.



Escrito por Ivan às 17:18:03
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  2ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico este que intitulei de "Desmembramento 1", o primeiro dos cinco textos originários do texto republicado no post anterior!

Penso que, se cada um vive conforme a ótica que tem da vida que o cerca -ou mesmo da vida que vive-, não é difíicil, ao menos no campo intelectual, entender porque sempre encontramos "motivos justos" para sermos aceitos em nossas ações, por piores que elas (as ações) sejam consideradas por outras pessoas. "Todos têm suas prórias razões", como cantava Renato Russo, ou ainda, "sou do tamanho daquilo que vejo", no dizer de Pessoa ou ainda, "vê mais longe a gaivota que voa mais alto", se bem me lembro, lembrou Richard Bach. E, todos, temos carências que nem sabemos nomear, e, consequentemente, não sabemos com elas lidar.

A ótica de vida de cada um tem seus moldes baseados, principalmente nas emoções e na capacidade de reação à situações adversas, pelas quais, todos nós já passamos. As emoções que temos nos norteará em relação às reações que vou ter diante das adversidades. Como as emoções são pessoais e intransferíveis, cabe a mim mesmo cuidar de direcioná-las, utilizando-me de recursos milhares que o mundo me oferece. Posso frequentar uma igreja, me engajar num grupo que defenda causas justas à promoção de valores na vida de outras pessoas, participar de uma atividade terapêutica, ler bons livros e que nos comovam positivamente, e, principalmente, procurar pessoasque se interessam por mim, pelo meu bem-estar, sem esperar que elas adivinhem que delas preciso.

Depositar nossas expectativas emocionais em alguém, é o mesmo que estimular a decepção, o descontrole, a sensação de solidão. É preciso considerar que trazemos, nas profundezas de nossa alma, coisas que gostaríamos de esconder até de nós mesmos. Coisas que nos tiram a tranquilidade da serenidade. O outro não tem a obrigação, nem mesmo o dever de suprir isso em mim. E, muito provavelmente, ele espera que alguém supra suas necessidades emocionais também. É por isso que, cobramos tanto do outro. Daí nasce o ciúme pelo outro. E, passamos a viver em função de alguém, muitas vezes sufocando-o e o impedido de viver suas prórpias experiências.

O outro jamais viverá para mim ou por mim apenas. Mesmo aquele que diz estar sentindo um amor profundo, e por isso, se dedica à ele com maestria, na realidade, está atendendo a uma necessidade pessoal, que é a de ter aliviada a sensação de vazio que, ele pensa, o objeto de seu suposto amor, é o único que pode preencher.

Também não acho que exista alguém que me complete. Mas tenho certeza que há pessoas que me acrescentam, que me fazem sentir mais vivo emocionalmente. Creio que já nasci completo, com todas as potencialidades a desenvolver dentro de mim ("vós sois deuses, e poderão a fazer tudo o que eu faço, até mais", disse o Cristo"), e meus sonhos, ainda que me sejam o móvel para a busca da felicidade, jamais poderão ser trilhados, minando as emoções de alguém, dependentes da expectativa emocional depositada em nele. Compartilhar um sonho, creio, é findamental, não viver o sonho de alguém, ou ainda, querer que o outro viva o meu sonho.

Isso, é claro, jamais significaria dizer que não fomos feitos para vivermos junto de alguém (falo dos vários tipos de relação). Pelo contrário, pois, é no respeito com o outro nas relações, que poderemos encontrar as melhores formas de participar da vida, colaborando com a estabilidade emocional do outro, deixando que ele torne minha estabilidade emocional mais intensa, colaborando, um com o outro na busca da felicidade, sem nos anularmos, mas, nos querendo perto. Um do outro. (continuará...)

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com e saibam os discos e dvds que vi e ouvi nos últimos dias. A lista é enorme.

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Tenham paciência. Volto logo que puder. Precisarei fazer uma cirurgia no joelho. Ele dói que é uma beleza. Mas a cirurgia é simples.

Um grande amigo meu, de Guarulhos, o Leandro, reudeu-se ao mundo blogueiro e acaba de por no ar o seu recém criado Blog. O nome é Não Sei Dizer Nada Por Dizer. Acessem: http://naoseidizernadapordizer.zip.net.

Ps.: Tenho a pretensão de entrar nos blogs de todas as pessoas que já visitaram o Vertentes de Mim, mesmo que alguém tenha visitado uma vez apenas.



Escrito por Ivan às 13:50:06
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  1ª REPULICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico este que intitulei de "Só Algumas palavras Jogadas Ao Vento". Este texto, pelo sucesso que fez, deu origem à outros cinco textos chamados "Desmembramentos".

Só alguns pensamentos jogados ao vento
Parece que o exercício de amar a si, para depois amar ao próximo é uma tarefa que exige- para aqueles que se interessam na disposição de amar-, dedicação quase que sobre humana. É que aqui, estamos penetrando no terreno das emoções, terreno impenetrável quando o outro não se abre uma brecha sequer de seu coração.

Desde pequenos somos desvalorizados em nossas emoções, de forma até mesmo inconscinete por aqueles que deveríamos esperar posturas diferentes. Nas famílias, enquanto crianças, ouvíamos muitas coisas que nos desabonavam. "Não faça bagunça, porque você nunca guarda", ou "você só sabe quebrar as coisas, é mesmo um desastrado", ou "você está me deixando maluca, qualquer dia desses ainda quebro seus dentes", "não tirou nota boa? é mesmo um burro..." Um grande desafio para o mundo atual, percebo, é o de os pais precisarem se munir de recursos afetivos-pedagógicos no intuito de dar melhores direcionamentos emocionais aos seu filhos. Fazer uma pequena criança (de 3 anos por exemplo) se sentir amada depois de ela ter riscado toda a parede de seu quarto é exercitar o exemplo de dignidade pela qual somos todos merecedores, se for nosso real desejo.

A criança tem sempre a sensação de que todos sabem o que ela não sabe. Amarrar o cadarço, por exemplo. Todos tem que lhe explicar tudo. Na escola, os professores chegam a se irritar com a nota baixa de um aluno. Quando a nota é boa, ouve-se, no máximo um "não fez mais que sua obrigação". Na puberdade, nós assistimos a telçevisão e vemos pessoas fazendo coisas heróicas(claro que falo de nós, pois já fomos crianças desvalorizadas, não fomos?), onde as mulheres têm a pele maravilhosa, olhos brilhantes e expressivos, os dentes lidérrimos. Os homens têm 1,80m de altura (ainda bem que tenho 1,82, he he), rostos másculos (eu, eu, eu), etc. A auto estima do jovem sofre abalos com as comparações.

As propagandas dizem para termos o que não podemos pagar. A todo momento a mídia comercial nos diz: "se você não tem isso, então é um fracassado". Você consegue ser inteiro, autêntico? Já pensou que as outras pessoas querem ter a falsa sensação de que são melhores que você? Aliás, é tão fácil apontar no outro os defeitos, porque isso nos dá essa sensação falsa também. Cobramos pouco de nós mesmos, mas dos outros... esperamos que alguém nos ligue, que alguém nos convide a sair para um lugar bacana, e esquecemos de participar da vida. Desde que nascemos, parece que somos estimulados a isso.

Mas essa situação nos dispõem menos à aquisição de novos relacionamentos. Ou, se os adquirimos, tendem a ser efêmeros, superficiais, pouco contribuem para nosso crescimento. Daí, para sentir solitário (mesmo no meio da multidão), é um passo, depois que cai a ficha. Se chegamos ao estado crônico da solidão, colocamos a culpa nos outros. Seria possível alguém não se interessar pelo que sou, pelo que tenho enquanto pessoa? Se a resposta for positiva, então, sabemos de novo com quem está o problema e quem deve mudar as ações... Muitas vezes, esse processo se sucede de forma insconsciente. Sentimos a ngústia e nem sabemos como nomeá-la.

Creio que amar a si é reconhecer que tem conflitos que diminuem as alternativas de felicidade pessoal. Gostar de si com os defeitos, as indisposições, as paixões, etc., mas também com as conquistas, com os sonhos, porque cada um de nós é único. Aliás, os sonhos não concretizados são mesmo um convite para a renovação, independente dos outros. Por isso, aqui não cabe queixa ou revolta, a não ser consigo mesmo.

Se feri alguém, o que faço? Pedir o perdão e assumir o compromisso de melhor comportamento já é grande passo. Se não puder pedir perdão, sigo com o compromisso do recomeço feliz. Se eu fui ferido, devo prosseguir sem cobranças, já que estou livre agora. Pois esperar que o outro nos ame, embora seja justo, quase sempre termina em desajustes, tédio, decepção ou cobrança. Se só tenho o afeto que dou, então, eu estou em minhas mãos.

 

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Tenham paciência. Volto logo que puder. Precisarei fazer uma cirurgia no joelho. Ele dói que é uma beleza. Mas a cirurgia é simples.

Um grande amigo meu, de Guarulhos, o Leandro, reudeu-se ao mundo blogueiro e acaba de por no ar o seu recém criado Blog. O nome é Não Sei Dizer Nada Por Dizer. Acessem: http://naoseidizernadapordizer.zip.net.

Ps.: Tenho a pretensão de entrar nos blogs de todas as pessoas que já visitaram o Vertentes de Mim, mesmo que alguém tenha visitado uma vez apenas.



Escrito por Ivan às 17:22:09
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  Parabéns p'rá você...

10 de janeiro de 2003. O Brasil respirava ares de esperança com a eleição de um homem comum e do povo à presidência de nosso país- cuja hisória é formidável e um dia te contarei melhor. pelos cálculos, você deveria ter nascido à uma semana atrás, no mínimo. Neste dia (10/01) sua mãe foi ao hospital fazer os últimos exames. Você parecia bem, mas insistia em não nascer. Como queríamos que o parto fosse normal, sua mãe foi internada com você ainda dentro dela que precisou tomar uma medicação para provocar a dilatação necessária ao seu nascimento. Sua tia Luzia que estava com vocês, me ligou de tarde no meu trabalho para me passar as informações.

Saí do trabalho no fim da tarde deste dia e fui andando ao hospital (meia hora de caminhada). Não é de meu feitio, por isso, não estava nervoso. Consegui entrar no hospital e, no corredor da maternidade, onde tinha uns sofázinhos de espera, outros futuros papais, cada um mais ansioso que o outro, esperavam outros bebês nascerem. Era só sair uma enfermeira da maternidade para que todos se aproximassem dela, que gentilmente, nos informava o que podia. Juro que mantive a tranquilidade, o que parece ter incomodado alguns papais ali presentes.

Por volta das 19;30hs, a enfermeira enunciou o nome de sua mãe e me disse que ela acabara de dar a luz à... uma menina! Eu adoraria ter uma menina, mas expliquei a ela que as ultrsonografias acusavam cer um garoto. A enfermeira insistiu em estar certa e, na verdade, isso pouco importava. Importava que estivesse bem. Uma hora depois a mesma enfermeira me confirmou que estava errada e que sua mãe tinha dado à luz a um menino. Nem tive tempo de me indignar com a informação errada. Afinal, os hospitais da região estavam de greve e aquele foi um dia cheio para o pessoal da maternidade. Por volta das 22:00hs, os papais, um a um, e porque a enfermeira do turno da noite era muito gente fina, podiam entrar. Como eu não estava nervoso, fui o último e encontrei sua mãe dormindo, num leito ao fim do grande corredor. Surpresa: você não havia nascido ainda! Nem mesmo sua mãe entendeu. Ela ainda estava sob medicamento e não tinha dilatado um centímetro ainda sequer.

Conversei com a enfermeira chefe que me garantiu que você só nasceria da manhã para a frente, pois o medicamento demorava um pouco para provocar a dilatação necessária. Então, como eu não podia ficar ali no quarto, resolvi ir para casa e só voltar no dia seguinte. Pela manhã eu liguei ao hospital e me informaram que você não havia nascido ainda. Como não era fácil entrar no hospital, eu resolvi ir no hoário de visita e daí, dava um jeito de ficar por lá. Cheguei às 14:00hs. e- desta vez era verdade- você já havia nascido. Foi identificado que você tinha evacuado dentro da barriga de sua mãe e, provavelmente engolido a água contaminada e tiveram que fazer o parto, por questões de segurança. Naquela hora sua ma~e ainda não havia pago você no colo, pois, por procedimento de praxe, era preciso que você passasse doze horas na incubadora. Consegui vê-lo, de longe apenas. Foi assim que, às 10:05hs do dia 11 de janeiro de 2003 você nascia para o mundo.

No dia seguinte fui visitá-lo e vi mais detalhes, porque estava nos braços de sua mãe. Os olhos, grandes e claros (para ver a foto, pocure abaixo o post de 30/10/05) me hipnotizavam. Mas foi só no outro dia ainda que te peguei no colo, pela primeira vez. Leve, como leve muito leve, leve (parafrasenado uma música de Secos e Molhados), como se pousasse caprichosamente em minhas mãos. Calado, quase nunca chorava. E, tirar você das mãos era um suplício emocional.

Amanhã você fará tres anos! Não esqueço- será possível?- da primeira vez em que vi o brilho muito vivo em seus grandes e lindos olhos. E o que desejo é que este brilho nos seus olhos possam também ser o brilho das graças e bençãos divinas que me incumbiu, também, a missão de envolvê-lo em muito carinho e afeto nessa experiência de uma nova existência. E, tenha certeza, me sinto muito pivilegiado com tudo isso!

PS.:saibam mais sobre o Pedro Henrique, meu filho lendo os posts de  13/05, 15/04, 16/04, 20/04, 17/05, 24/05, 13/06, 24/05, 13/06, 01/08,  14/10  e 31/10 e poderá saber mais sobre ele. Em 30/10 cheguei a publicar uma foto dele.

Outro PS.: o próximo post será uma republicação. E deverá ser assim até março, como eu já havia anunciado. Será um review dos textos que eu ou vocês mais gostamos (sic).

Mais um PS: Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com

 



Escrito por Ivan às 17:16:45
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  Feliz Ano Novo

Porque o espaço que disponho no UOL não foi o suficiente, o texto de ano novo está no Por Todos Os Lados. Desculpe o transtorno mais uma vez, mas é que o texto ficou um tantinho grande. Mesmo assim, é um convite que faço para que refleitam comigo.

Semana que vem, conto como foi, para mim, o dia em que meu filho nasceu. Ele fará três anos dia 11.

Depois, como eu já tinha avisado, vou republicar alguns textos aqui no Vertentes de Mim. O blog fará um ano em março!

Um abraço carinhoso a todos, envolto nos desejos de felicidades autênticas para este ano que se inicia.

Ah, o Por Todos Os Lados fica em http://portodososlados.blogspot.com

 

 



Escrito por Ivan às 10:04:09
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Infelizmente... O espaço que disponho no Uol não é sificiente para o texto que escrevi por causa do Natal. Por isso, eu o publiquei no Por Todos Os Lados.

Felizmente... O Por Tdos Os Lados, pouco visitado por vocês, poderá ser conhecido por alguns, embora eu tenha que publicar o outro texto que tinha escrito depois.

Curiosamente... Não comemoro o Natal como a grande e maciça maioria (não comemoro quase data nenhuma). Não compro roupas novas, não me importo se não receber presentes, nem me preocupo em dar presentes. Não é por avareza e, outro dia explico melhor.

Naturalmente... tento compreender o significado da data, que vai além da atividade capitalista-consumista que parece ter se transformado. Mas, mesmo essa ponto negativo, tem algo de positivo. Afinal, comprar um presente nos obriga a pensar no outro.

Finalmente, agradeço o carinho nos vááááários e inesperados e-mails que recebi por causa de meu anversário! Um beijo no coração de todos num carinhoso abraço!!!

O Por Todos Os Lados fica no http://portodososlados.blogspot.com.



Escrito por Ivan às 17:17:04
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  Inspirado num trecho de um livro que estou lendo

Cada um de nós temos experiências únicas, assim como são únicas as reações também. Porém, quando modelamos nossas reações emocionais através dos critérios dos outros, é como se se estivéssemos estabelecendo metas ilusórias na vida algumas vezes. Criamos fantasias em nossa mente constantemente. Ignoramos fatos ou sentimentos que nos são inadmissíveis em nossa vida , utilizando- conscientemente ou não- de mecanismos de defesa dos mais diversos. Ter somente o outrro como referência de nossas emoções e sentimentos traz-nos, quase sempre, frustrações aparentemente inexplicáveis.

Falando melhor, no dizer de Hammed, "somos nós mesmos que nos iludimos, por querer que as criaturas dêem o que não podem e que ajam como imaginamos que devam agir". Gostamos de alguém imensamente às vezes e alimentamos a idéia de que esse alguém possa corresponder-nos exatamente como esperamos, e assim vamos criando sonhos românticos entre fantasias e irrealidades. Somos os únicos responsáveis  pela qualidade de vida que experimentamos, inclusive a vida emocional, por isso não creio que devamos culpar alguém por nosso desacertos no mcampo dos sentimentos.

Mas, as ilusões que experimentamos na vida, como eu disse, são de diversas naturezas. Uns pensam que a posse material nos traz felicidade; outros pensam que o amor é garantido com fama e dinheiro; outros pensam que a força bruta lhe darão segurança; enquanto outros pensam que a prática sexual constante  lhes darão uma gratificação integral na vida. Nossa ilusões são como crenças distorcidas de quem tem o dinheiro e o sexo (por exemplo) como divindade suprema- inconscientemente às vezes. Tais ilusões, por nos proporcionar um estado de calmaria em nossas emoções que parecemos ter medo de abandoná-las. Renunciá-las não é mesmo fácil, se não percebermos que a alegria e o sofrimento  não estão nos fatos e nas coisas da vida, mas na forma como a mente os percebe.

Creio que, para que nossos atos e comportamentos sejam autêncticos, é preciso que nossas emoções devam ser percebidas como são reconhecidas por nossa consciência (que jamais nos trai), assim nossas expressões serão mais apropriadas às situações, num esforço de constante de melhoria.

Não sentir é como viver em constante ilusão. Reprimir  nossas emoções inibe o ritmo da pulsação interna, limita a vitalidade e reduz-nos a percepção. Ao reprimir uma emoção, é como se estivéssemos reprimindo algumas outras. Isso nos trará medo, e o resultado do medo é a perda do poder de pensar e agir com espontaneidade. Porém, o medo (até mesmo  porque o espaço que tenho aqui é pouco), é assunto para outro dia.

 

Uma rapidinha do Pedro Henrique (meu filhão, quase três anos, ver post de 31/10)- "Pedro Henrique, o que você tem aí nas mãos?". Ele responde com cara de quem aprontou: "Dedos". " E nos dedos?". Ele é ligeiro; "Unhas". "E nas unhas?". "Túdeira". "E na sujeira?" "Micóbios". "E, nos micróbios?" "Votê qué pegá doencha, papai?". Risos depois, pergunto, onde é que ele aprendeu tudo isso. Ele responde: "A Tiquinha". Pode???

O Por Todos os Lados Carece de Visitas. Http://portodososlados.blogspot.com.

Dia 21 próximo faço 28 anos de idade. Como não podem me presentear ao vivo, podem ao menos fazer os depósitos que eu mesmo compro o presente. Me enviem e-mails que eu passo o número da conta, he he he he he!



Escrito por Ivan às 16:48:28
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O CAMINHO DO CAMPO (inspirado em alguns fragmentos de lembranças...)

Das mais extensas planícies da imaginação que concebe a alma, estende-se o Caminho do Campo. Campo das emoções, das sensações, das reflexões, das memórias. Nele, repouso por algumas vezes, como que num encontro com tudo o que o meu Caminho do Campo oferece. Sento num banco, abaixo de um grande carvalho, testemunha das lembranças desde as primeiras escolhas. O espaço aberto neste caminho é sempre limitado pelos olhos e pelas mãos, e, cada nova visita, eu posso ver mais longe, às vezes, ou não outras vezes, o que me pede novas estratégias...

Da lentidão e constância que a árvore cresce, o carvalho sempre me lembra que crescer demora. Crescer é como abrir-se à amplidão dos céus, ao mesmo tempo que deitar raízes na terra ("mas como chegar até às nuvens com os pés no chão?", perguntava Renato Russo em uma de suas músicas, embora seja essa uma busca individual), mesmo que a terra seja obscura. Amadurecer autenticamente é ser ambas as coisas; ou seja, estar disponível ao apelo do mais alto céu, mas abrigado pela proteção da terra, que oculta e produz. Tudo isto o carvalho me lembra sempre...

O Caminho do Campo sempre recolhe aquilo que tem de meu em torno dele e dá a cada um dos que o percorrem aquilo o que é seu. As mesmas colinas, as mesmas encostas, sempre e todos os lados, em torno do caminho. O simples vai guardando o enigma do que permanece e do que é grandioso. Visita a cada um de nós inesperadamente, mas necessita de longo tempo para crescer... e amadurecer. O dom que dispensa está escondido na inaparência do que é sempre o mesmo. Deus, dizia um sábio, se manifesta naquilo o que é mais simples, e, descoberta sua presença, o simples se torna intensamente intricado, embora detentor de uma harmonia de origem incomparável..

Do Caminho do Campo ergue-se, no ar variável com as estações, uma serenidade que sabe ser uma ciência sutil. Os que têm recebem-na do Caminho do Campo; e em sua senda cruzam-se a alegria da juventude, da sabedoria e da maturidade; nela se surpreendem mutuamente tudo, porém se insere placidamente numa única harmonia, cujo eco o caminho do campo em seu silêncio leva de um para outro lado. A serenidade precisa para quem se pretende saber, é uma porta abrindo para o eterno que um hábil ferreiro forjou um dia com os enigmas da existência.

Das baixas planícies, o Caminho do Campo retorna da imaginação. Volta da reflexão à realidade. O simples parece-me tornar-se ainda mais simples. O que é o mesmo parece-me desenraizar-se e libertar-se. O apelo do Caminho do campo, parece-me mais calro. A alma que fala? Ou fala o mundo? Ou fala Deus? Tudo parece falar da renúncia que conduz ao mesmo. A renúncia não tira! O homem é por um lado, mas por outro, ele se trona, pelo seu próprio esforço de querer-se bem continuamente. A renúncia dá a força inesgotável do simples. O apelo faz-me novo e a ahabitar uma distante origem, onde a terra Natal me é devolvida...

VISITEM O por todos os lados, O MEU MAIS NOVO BLOG. LEIAM SUA DEFINIÇÃO E SAIBAM PORQUE É QUE ELE VEIO: http://portodososlados.blogspot.com

 Minhas duas indicações de blogs desta vez são o da Vania e o da Luma. O primeiro se chama Viagens Filósóficas. Nele vocês encontrarão assuntos profundos, transcristos ou não, com comentárioos da autora ou não. Por ser espírita, a linha de raciocício é influenciada intensamente pelo Espiritismo (nisso, temos algo em comum, hein Vania?)- http://viagensfilosoficas.blig.ig.com.br/. O outro é o Luz de Luma. O nome parece pretensioso, e mesmo que a intenção fosse essa, ainda assim ela teria acertado. São assuntos variados, escritos de forma irreverente, sem nunca perder o foco da discussão respeitosa. É uma delícia ler. Os textos são enormes, assim como os do Viagens Filosóficas, mas os dois blogs são muito visitados.  Luz de Luma: http://luzdeluma.blogspot.com/

NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR DO NBA- NOSSOS AMIGOS BLOGUEIROS- ENVIEM UM E-MAIL PARA NBA@GRUPOS.COM.BR E SOLICITEM CADASTRO. MAS DETALHES



Escrito por Ivan às 17:02:46
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  Um pouco de Pedro Henrique

Como sabem, agora tenho um novo blog, o Por Todos Os Lados (http://portodososlados.blogspot.com). Lá é um espaço para um universo de coisas sem o compromisso básico (como é o Vertentes) da reflexão íntima. De acordo com minha idéia, as Peripécias de Pedro Henrique deveriam figurar no novo blog... Porém, como meu filhão (foto uns três posts anteriores)  faz imenso sucesso, resolvi mantê-lo por aqui. 

"Mamãe, quero calinho", pediu o pequeno outro dia, ao acordar. A mãe responde: "Seus carrinhos estão todos na sala, vá lá e escolha o que quer". Ele insistia: "Não, mamãe, eu quero calinho, calinho". Ela dizia que ele estava ficando abusado, mas, como ele já a estava chateando com essa história, resolveu levá-lo à sala para mostrar onde estavam os carrinhos e ele não queria. Num insight, ela pensou e perguntou: "É carinho o que você quer?", no que ele respondeu afirmativamente. Ela ficou espantada, pois ele nunca fizera tal pedido. Então ela o beija, o abraça, aquelas coisas... Ao fim, ele agradece dizendo: "Agora mamãe, tô feliz!".

Semana passada, ele acordou muito mal humorado (às vezes acontece). "Vamos passear com o papai?". "Non quero", era o que ele respondia. "Ô, pequeno, a gente pega uma perua lotação". "Non quero". "Tá, então a gente pega um ônibus". Ele adora andar de ônibus ou de lotação. "Non quero, pai, pára com ito". Chatão que ele estava, e eu já perdendo a paciência. "Vamos então tomar aquele sorvete que você pediu ontem...". "Sovete de molango, papai?". Isso, filho, vamos?". "Non quero". Ultimamente ele tem apresentado uma paixonite aguda por barcos, não sei porque. Adora ficar vendo os navios chegando à Santos. Propus: "E se a gente andar de barco?". Na realidade, pensei em levá-lo a passear de balsa, na travessia entre Santos e Vicente de Carvalho. Os olhinhos dele brilharam. "Andá di baco, papai? Tá bom! mamãe, papai vai com eu pateá di baco! Dei um banho nele e, quando eu me trocava lhe perguntei: "O que nós vamos fazer, filhão?". Já esperando que ele fosse responder que passearíamos de barco, respondeu seguro: "Bamo pegar a perura, depois pegar ômbos, tomá sovete de molango e pateá di baco, papai". Pois é minha gente, será possível que uma criaturinha com três anos imcompletos sertia capaz de tal raciocínio? Afinal, se tivesse aceitado andar de perua como eu tinha proposto na primeira vez, não desfrutaria dos outros programas... Se for, dou graças a Deus por não ter me faltado paciência para que ele pudesse construir a linha de raciocínio.

Passear com o Pedro Hnrique é uma aventura benfajeza ao extremo. Ele quase não pega na minha mão, mas jamais se excede na rua. Qualquer coisa que passa ou por que ele passa pergunta "quê ito, papai?". E lá vou eu falando. Embora ele não esqueça, pois é muito atenciosos, é muito frequente que ele faça a mesma pergunta várias vezes. "Quê ito, papai?". E eu digo: "não sei filho, não sei". E ele: "É pica pica, papai!", ou seja, "pisca-pisca", uma palavra que aprendeu comigo recentemente. Ou seja, ele só me pergunta a mesma coisa para me aperrear? Os psicólogos infantis garantem que não. Dizem que a criança se sente querida e segura ao ter uma coisa afirmada pela enésima vez. É como uma confirmação do aprendizado.

Passamos por um quiosque na praia e ele diz: "Papai, quéro água di côco..." O garoto gosta de água de côco. Toma com gosto. Embora isso não estivesse no programa. Enquanto isso, se passassem dez ônibus em um minuto, ele chamava as dez vezes, alegre: "Papáááiii". " O que é?". E ele, com toda inocência de uma criança: "É oto ômbos!"

Perto da balsa, ele arregalou os olhinhos e, estava sôfrego para entrar na embarcação. Entramos. E enquanto íamos navegando pela orla do Porto de santos, ele contava os navios (está aprendendo a contar com a Xuxa, num dvd que minha mãe deu para ele e el não fica um dia sem assistir pelo menos duas vezes) e dizia: "Papááái, oto navio". Agora ele está quase aprendendo a diferença entre navios, barcos, lanchas, jet ski, caiaque e jangada. Muita informação e às vezes se enrola. Um pouco mais de dedicação e, em poucos dias, saberá direitinho quem é quem.

Claro, chegou a hora de tomar sorvete. Uma calor infernal. Achei uma sorveteria em Vicente de Carvalho. Coloquei ele numa mesa e pedi que esperasse. Fui lá e peguei vários sabores numa tijelinha e sentei à mesa com ele. Lhe ofereci um pouco de sorvete de chocolate, mas enfático, me lembrou: "Papai, quéro sovete di molango". He he he he he, ele reconhece sorvete de morango e eu nem imaginava. Sorte que eu tinha pego desse sabor. E só depois que acabou é que ele aceitou os outros sabores. Ô molequinho esperto, eu falei para ele. E ele diz: "Não papai, pára cum ito, é Pedo Heíque".

Aliás, se você dizer que ele é qualquer coisa, ele sempre responde assim! "Você é um palhacinho, filho!". "É votê, eu sô o Pedo Heíque". Às vezes, substitui o nome por "Bebê", único adjetivo por que se permite ser chamado.

No começo da semana, ele, que é fissurado por carrinhos de brinquedos, me diz: "Papáááí, nu Natal, vô ganhá caínho de pesenti!" Ele falou numa alegria tão grande. Perguntei quem ia dar o tal presente, já pensando que ia sobrar para mim, quando ele afrimou seguro e sorrindo: "O Papai Noel". Pois é, sobrou para mim... Mas ainda perguntei que tinha falado isso para ele e respondeu "a titia". Então, sobrou para ela, vou bater i]um papinho com minha irmãzinha, he he he! Brincadeira. Embora possa não parecer, não vejo problemas em manter nele a crença de que Papai Noel existe. No tempo oportuno ele descobrirá. Até lá, que ele se divirta, cultivando a esperança que um ser fora de seu convívio o quer bem, como quer bem todas as outras crianças. Vou comprar o carrinho para ele, e direi que foi o Papai Noel quem deu!

Para quem acha que meu filho é um anjinho, ou queira conhecer mais dele, acesse os trextos de 13/05, 15/04, 16/04, 20/04, 17/05, 24/05, 13/06, 24/05, 13/06, 01/08,  14/10  e 31/10 e poderá saber mais sobre ele. Em 30/10 cheguei a publicar uma foto dele.

Minhas duas indicações de blogs desta vez são o da Vania e o da Luma. O primeiro se chama Viagens Filósóficas. Nele vocês encontrarão assuntos profundos, transcristos ou não, com comentárioos da autora ou não. Por ser espírita, a linha de raciocício é influenciada intensamente pelo Espiritismo (nisso, temos algo em comum, hein Vania?)- http://viagensfilosoficas.blig.ig.com.br/. O outro é o Luz de Luma. O nome parece pretensioso, e mesmo que a intenção fosse essa, ainda assim ela teria acertado. São assuntos variados, escritos de forma irreverente, sem nunca perder o foco da discussão respeitosa. É uma delícia ler. Os textos são enormes, assim como os do Viagens Filosóficas, mas os dois blogs são muito visitados.  Luz de Luma: http://luzdeluma.blogspot.com/

Um beijo no coração de todos!



Escrito por Ivan às 17:50:36
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COLÍRIO PARA VOSSOS OLHOS!

Nos últimos dias tenho me ocupado tanto, que tenho relfetido pouco. Estou sem inspiração e, embora eu tenha achado alguns bons textos (não meus) para serem transcristos, preferi não fazê-lo e, atendendo a molhares de carinhosos pedidos, resolvi me mostrar virtualmente. Um amigo, que tinha essas fotos guardadas no computador dele ( o Gustavo, do Condensador de Pensamentos- http://gustavogibb.blogspot.com). São fotos do EMEBS, Encontro das Moidades Espíritas da Baixada Santista, ocorrido em julho último. O tema do encontro era "Despertar Para a Evolução". Eu era um dos monitores de estudos, além de ter aplicado uma oficina de autoreflexão. Aqui, alguns clicks, para que vejam (caso ainda não acreditassem) que sou mesmo moreno, alto, bonito, sensual, de traços másculos, etc, etc, etc.

Abaixo sou eu, no sábado à noite, batendo um papo com o Ricardo, um rapaz muito inteligente (mas está noivo, meninas!). Se ainda não percebeu, sou o da esquerda

 

Abaixo, em primeiro plano, algumas pessoas do grupo de mocidade onde sou secretário de doutrina. Frequento esse grupo há 13 anos. A maior parte da formação moral que tenho (no campo do intelecto principalmente). Embora eu não seja exemplo autodeclarado, a maioria das melhoras que tive em meu comportamento deve-se a existência da MEPE- Mocidade ERspírita Paulo e Estêvão- que completará 50 anos em abril próximo. A de preto é Janaína, mãe de meu filhão (fot uns dois ou três posts abaixo) e minha ex- esposa. Entre ela e eu o Jeferson. Daí, para direita e acima, Henry, que fará figuração para rede Globo. Janele e Mercele as duas irmãs lindas. Janaína e Jaqueline, as duas de azul são irmãs do Jeferson. Cinthia, a diretora atuual da MEPE e seu namorado Erich, irmão do Henry.

 

Olha eu aí fazendo uma palestra introdutória ao tema que seria estudado mas próximas seis horas. Era domingo de manhã.

 

Sábado à noite, bem tarde, o grupo de monitores estava fazendo os últimos preparativos para o dia seguinte. Enquanto isso, eu lia um texto que eu acabara der imprimir de um blog. Na escuta, Rodson, em primeiro plano e coordenador do grupo de doutrina, Ricardo ao fundo (o mesmo da primeira foto), Janaína (outra) de branco e a Bruna de preto. Ainda faltam aqui o Gustavo (o que me enviou as fotos), o Eduardo (irmão do Ricardo) e a Janaína e que faziam parte do grupo.

 

É isso!

Pedido de encontros, só mesmo com agendamento, e remetidos por mulheres do sexo feminino. Basta enviarem um e-mail para ivanjdlf@gmail.com e verificarei disponibilidade.

Para terminar, minhas dicas de blogs. A Drika é uma moça de Catanduva. Tenho uma paixão platônica por essa moça, escreve soberbamente. Quem já seguiu minha indicação não se arrependeu. Ela está de blog novo:  www.drikaflor.zip.net. Com a Shirley, falo sempre pelo MSN (ivanildojosedaluzfilho@hotmail.com, se quiserem me adicionar). Nordestina de Campina Grande, adora músicas e, sempre nos lembra trechos de suas preferidas, que nos convida à introspecções poeticamente deliciosas. Visitem-na: http://shirleyde_santos.blog.uol.com.br,.

VISITEM O por todos os lados, O MEU MAIS NOVO BLOG. LEIAM SUA DEFINIÇÃO E SAIBAM PORQUE É QUE ELE VEIO: http://portodososlados.blogspot.com

NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR DO NBA- NOSSOS AMIGOS BLOGUEIROS- ENVIEM UM E-MAIL PARA NBA@GRUPOS.COM.BR E SOLICITEM CADASTRO. MAS DETALHES



Escrito por Ivan às 18:14:40
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  Antes cedo do que nunca.

Não é segredo (sobretudo aos colegas leitores mais antigos) de que minha inserção ativa no mundo blogueiro só ocorreu no início deste ano, em função de uma bobo preconveito que eu mantinha em relação aos blogs. Várias pessoas que conheço me pediam para entrar em seus blogs e o que eu via eram coisas desinteressanrtes, como milhares de gifs, diários simplórios que em nada me interessava, crônicas sobre baladas nos bares, fofocas, etc. nada substanciosos e que valhesse a pena EU ler. Eram coisas que ME desinteressavam. pesquisando um assunto, certo dia, em janeiro, descobri um blog ótimo (que não lembro o nome, infelizmente). Dias depois, lá estava eu, acessando esse tipo de espaço na internet. A maior parte muito desinteressante e já inativa. A outra parte, embora menor, valia muitíssimo a pena a perda do tempo. Descobri blogs maravilhosos. Mas não guardava nenhum deles. Em maio, resolvi criar o Vertentes de Mim.

Estou contente com o resultado. Tenho vários leitores com suas particulares assiduidades. Em oito meses, são mais de cinco mil acessos e pelo menos uns dois mil comentários (por aqui ou por e-mail). Isso num blog em que só há textos, onde noventa por cento são de minha autoria, ou seja, uma única visão particular da vida, dos sentimentos e comportamentos humanos. Não insiro fotos, desenhos, links para outros sites, não falo de atualidades, quase não participo de correntes, e só o atualizo conforme posso- o que é pouquíssimo. Pouco também é o quanto posso visitar outros blogs. Estes motivos e a quantidade de fiéis leitores me satisfazem.

Eu preparei os rascunhos de um texto para o natal e outro para o ano novo. Em janeiro, porém, para começar a comemorar o primeiro ano do blog, pretendo republicar os textos que mais me agradaram e, principalmente os que mais agradaram aos leitores. Essa triagem será feita pela análise dos comentários e não pela quantidade destes. Parece ser cedo para falar disso, mas o fim do ano está próximo e escrevo pouco no Vertentes de Mim ultimamente, o que justifica.

Nos três meses em que só republicarei textos, não penso ficar inativo. Pretendo escrever alguns textos e enviar a alguns amigos blogueiros, como um singerlo presente por todo o carinho dispensado. Não vou conseguir escrever para todos, é claro. Mas tem alguns blogueiros tão assíduos, e serão privilegiados antes. Também poderão chegar pedidos de vocês por e-mails (ivanjdlf@gmail.com). Não é que eu seja pretensioso. Eu nem me julgo tão talentoso. Mas, se alguns de vocês gostam tanto do que escrevo- o que pode ser evidenciado pelas inúmeras mensagens de carinho que tenho recebido- me sentiria honrado em oferecer o meu pseudotalento, como uma humilde forma de agradecê-los.

Os textos do extinto Vertentes Musicais de Mim ( http://spaces.msn.com/memmbers/vertentesmusicaisdemim, teve mesmo vida curta) poderão entrar nesta fase de republicação. Embora eu queira aproveitar um ou outro no NOVO BLOG QUE ACABO DE CRIAR. Seu nome provisório será Por Todos os Lados. Pretendo que ele seja mais interativo, com a inserção de textos dos amigos blogueiros, ou seja: vocês!!! Como o Vertentes de Mim foi tomando uma característica introspectiva, com assuntos versados sobre as disposições emocionais de cada um de nós- tomando por referências as minhas idéias-, o Por Todos Os lados pretenderá ser mais diverso, mostrando outros lados meus que pouco é mostrado aqui no Vertentes de Mim. O lado irreverente, o lado musical, o lado humorado, o lado político, o lado sexual, o lado social, etc. Serão crônicas, poemas, sei lá. E, haverá o lado virtualemnte social, onde vocês entrarão, sugerindo assuntos, enviando textos, etc, etc, etc. O endereço é http://portodososlados.blogspot.com. Já está no ar com um provisório texto de sua definição e um resumido perfil deste quer vos escreve. O post é uma pequena mensagem: "Em breve esse blog vai começar a funcionar! Todos vocês podem ir lá e deixar um comentário de boas-vindas. Espero que este tenha mais êxito que o Vertentes Musicais de Mim!

Para terminar este post, minhas dicas de blogs. A Drika é uma moça de catanduva, que tem muito cuidado com o que escreve e as fotos que publica. Tenho uma paixão platônica por essa moça, que está de blog novo:  www.drikaflor.zip.net. Com a Shirley, falo sempre pelo MSN (ivanildojosedaluzfilho@hotmail.com, se quiserem me adicionar). Nordestina de Campina Grande, adora músicas e, sempre nos lembra trechos de suas preferidas, que nos convida à introspecções poeticamente deliciosas. Visitem-na: http://shirleyde_santos.blog.uol.com.br,.

NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR DO NBA- NOSSOS AMIGOS BLOGUEIROS- ENVIEM UM E-MAIL PARA NBA@GRUPOS.COM.BR E SOLICITEM CADASTRO. MAS DETALHES, NO POS DE 08/10.



Escrito por Ivan às 17:41:43
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  O CAMINHO DIVINO

Uma das coisas mais difícil de imaginar é um universo infinito; e com ele dimensionar um progresso infinito, um processo infinito de compreensão das realidades e uma extensão infinita para a evolução do pensar e sentir. Como pode algo se estender para sempre? Sem fronteiras, sem limites, com as quais lidamos todos os segundos de nossa existência. Mais intrincado ainda é imaginar um universo finito, ou formado por uma sucessão de finitos...

Buscar respotas a estas perguntas é melindroso até, mas quem nunca se perguntou? Allan Kardec diz que "o infinito é uma abstração". Talvez, se usásemos a imaginação, poderemos conceber o universo em duas dimensões: tempo e espaço, daí visualizemos que este universo contém e está contido na superfície de uma bexiga. Sendo soprada, a bexiga teria um limite e estouraria ao ultrapassá-lo. Uma vez mais imaginemos que ela não estoure nunca, que pudesse ser indefinidamente soprada. Se, olharmos de fora, como mero observador do processo, de certo modo teria um fim, pois estamos observando o acontecimento (estamos fora do universo).

Ocorre, entretanto, que estamos vinculados a ele, e se cada um de nós nos movêssemos (caminhássemos por nosso universo) nessa bexiga, enquanto ela estive infinitamente sendo inflada, não teríamos limite algum. Parece que o universo tem propriedade semelhante. Se caminharmos ao redor da bexiga, não acabaríamos voltando ao ponto de partida? Nunca, mesmo que nos pareça semelhante.

Nosso universo (aquele de que é composto e compõe cada um) parece também exibir essa mesma característica...

Não é à toa que tanto homens notáveis tenha evidenciado isso em seus pensamento. Em especial, o mais notável deles, Jesus asseverou que somos deuses e podemos fazer até mais do que ele próprio fez. palavras dele. Portanto, nosso caminhar deve ser o caminhar de uma proposta divina, como se fosse a prática do desenvolvimento do projeto de felicidade plena que a providência divina tem para cada um de nós.

O caminho divino, atribuyindo a ele características do universo onde existimos e vivemos, ao expandir-se (lembrem da bexiga), qualquer caminho nosso será sempre uma curva, uma linha. Ao ser esticado (como na bexiga), qualquer caminho transforma-se numa linha, que num plano seria uma reta. Ou seja, se o menor espaço entre dois pontos num plano é uma reta e a menor distância entre dois pontos situados no espaço é uma curva, e, por isso todos os caminhos simplificados pela menor distância e pela facilidade de transpô-la, logo o caminho divino (nosso caminho) é uma coisa natural, bastando a nós existirmos para caminhá-lo.

Quando não existe barreiras nosso caminhar é repleto de mensagens que nos orientam para o processo de "passear" pelo caminho divino- que é todo o universo que nos cerca, no dizer de Pessoa: "sou do tamanho daquilo que vejo."

Não existe um caminhar, mas vários caminhos, que nos levam a um só lugar: a expansão cada vez maior de nossa consciência. Aprensamos a caminhar em várias direções, fazendo de nossos passos o único caminho possível em que podemos nos movimentar.

Questão 779 de O Livro dos Espíritos: "O homem possui em si a força de progredir ou o prograsso é produto de um ensinamento?"- "O homem se desenvolve por ele mesmo, naturalmente. Mas nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma forma. É então que os mais avançados ajudam o progresso dos outros, no contato social"

O carinho de todos, pelo último texto, é digno das palavras mais dignas de agradecimento. Não as tenho, face à minha pequenez linguística. Mas meu coração se ungiu de tantas vibrações positivas.

Dicas de blogs: http://shirleyde_santos.blog.uol.com.br, da Shirley! --- www.drikaflor.zip.net, da Drika, de quem sou fã incondicional.



Escrito por Ivan às 17:49:07
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  REFLEXÕES INSPIRADAS NUM EPISÓDIO DE ONTEM À NOITE (OU, UMA FACETA DA PARÁBOLA DO SEMEADOR COM A IMPORTÂNCIA DE SERMOS CRIANÇAS, COMO RECOMENDOU JESUS)

Ontem, numa chuva chata, após a saída do Centro (todos os domingos eu vou ao grupo de mocidades), estava com meu filhão (Pedro Henrique, este aí de cima, quase três anos de idade e, desconfio, hiperativo, he he he), quando um homem bêbado se aproximava. Em poucos segundos minhas lembranças foram acionadas, do tempo em que eu temia homens bêbados. Talvez porque, desde criança, minha mãe, tias e os mais velhos me ensinaram a evitar pessoas neste estado, como se fossem elas desprezíveis. Então, sempre tive medo de bêbados em minha infância.

Fui interrompido em meus pensamentos pelo Pedro Henrique perguntado "papai, quê ito?" (o mesmo que: "papai, o que é isto?" ou "quem é este?"). E enquanto eu respondia a ele que era um moço que estava com um problema, o homem bêbado parou (estava bem vestido e parecia ter um pouco mais de 40a nos) e perguntou o nome de meu filho e ele respondeu: "Pêdo Eíque". O homem parecia espantado com o fato de eu não ter afastado o Pedro Henrique dele e disse que se chamava Alberto. Pediu um abraço ao meu filho. O Pedro Henrique abriu os braços e o sr. Alberto o levantou em seu peito. Pareceu emocionado quando meu filho encostou a cabecinha em seu ombro.

A chuva continuava e precisávamos ir. Meu filho se despediu do sr. Alberto e ficou ali parado, pensativo enquanto íamos nos distanciando dele. Ainda dava para ouvir ele dizer coisas como "Meu Deus, como Tu é bom...", "Meu deus, que coisa mais maravilhosa me aconteceu, que criança linda". Quando já distante, gritou um obrigado para mim e resolveu seguir caminho.

Adoro a Parábola do Semeador contada por Jesus onde ele nos ensina a importância de semear a Boa Nova, levando consolo aos aflitos (que, aliás, é o que ele sempre fez e faz a nossos corações aflitos) e todos temos condições de fazê-lo, dentro de nossas próprias condições. Porém, é preciso também que cultivemos boa terra em nossos corações, para que, quando ouvirmos qualquer Boa Nova, ela frutifique. Pensei nisso e na relação com meu filho. Afinal, ser pai é semear e ser semeado, já que ontem, aprendi, mais uma vez o significado das palavras de Jesus quando diz que precisamos ser como as crianças...

Quantas sementes vocês acham que o home tem o direito de possuir, para desperdiçá-las plantando a esmo? Suponha que seu pai fosse obcecado por ter filhos, não importasse de qual mulher, nem o amor que sentisse por ela. A única coisa que lhe importava era o seu objetivo: ter um filho homem, a quem daria o seu nome. Suponha ainda que seu pai estivesse tão cego para os seus objetivos que nunca traçou um plano ou escolheu onde iria colocar sua semente. Jogava-a na primeira mulher que ele julgava amar. Suponha que todas essas mulhers fossem estéreis. Depois de tantas tentativas frustradas, ele abandonaria todas e perderia o sonho de ter um filho.

Vocês conseguem perceber- se é que minha percepção está certa- a importância da terra? Que Deus me ajude a ganhar cada vez mais serenidade para que eu não desperdice as sementes que me chegam para o plantio no coração de meu filho e que eu possa me abrir às sementes que, porventura meu filho carrega para plantar em meu coração.

 

Ps. 1: Para saber mais sobre meu filho, leiam os posts de 13/05, 15/04, 16/04, 20/04, 17/05, 24/05, 13/06, 24/05, 13/06, 01/08 e 14/10 .

Ps. 2: Esta foto aí de cima é mesmo de meu filho. Minha família é muito miscigenada. Ele herdou os traços da família de meu avô materno, embora se pareça demais comigo quando eu tinha a sua idade (quase três anos), apesar de eu ser moreno.

Ps. 3: Foram tantos os pedidos por uma foto de meu filho que, resolvi colocar. Ela foi tirada no celular de uma amiga há uns dois meses e enviada, neste fim de semana, para meu e-mail. Coloquei bem grande que é para matarem a curiosidade.

Ps. 4: A história que conto aqui é verdadeira. Aconteceu ontem à noite e estou pensando nela até agora. Pretendo comentar algo sobre a Parábola do Semeador no próximo post. Até lá, espero que gostem deste post aqui.

Ps. 5: Façam parte do NBA- Nossos Amigos Blogueiros. Enviem um e-mail para nba@grupos.com.br que eu os cadastro. Mais detalhes, no post de 08/10. Algumas pessoas já se cadastraram.



Escrito por Ivan às 16:10:02
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Um hiato que deverá se arrastar por mais alguns dias, infelizmente.

Agora que acabou toda aquela história de Referendo, posso dizer que votei NÃO! Isso mesmo! Que me desculpem aqueles que acabam de se decepcionar com  minha declaração. Não cabe mais argumentos aqui, pois já é passado, mas quis responder a quem me perguntou. O pior ainda está por vir. Se o próximo Referendo for a decisão de ser contra ou a favor a descriminalização do aborto, vou votar a favor. Mas, posso escrever sobre isso outro dia.

O NBA (Nossos Blogueiros Amigos) está indo bem, para um grupo recém nascido. Espero que ele cresça. E que vocês colaborem. Qeum ainda não participa do grupo, basta enviar um e-mail para nba@grupo.com.br. Daí, é só esperar o cadastramento. Com a ajuda da Carla, enviarei uma norma de conduta a todos depois. Mas, para outros detalhes, leiam o post de 08 de outubro.

Andei escutando algumas coisas que há tempos não escutava. The Memory Of Trees, da Enya é um disco harmônico, com belos arranjos e, com um pouquinho de sensibilidade, dá se imaginar em lugares tranquilos e distantes. Rever Tambores de Minas, com Milton nascimento foi ótimo. Tenho predileção por Caçador de Mim, com uma letra inacreditável de espetacular. E fui revisitando outras coisas que tenho em casa e que há algum tempo não ouvia.

Certo, admito que esse texto é apenas para que vejam que não me desintegrei.



Escrito por Ivan às 13:01:40
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  ATÉ QUE PONTO VIVER É SE ADAPTAR

Estava vindo à lan house para ver uns e-mails. Entretanto, em face de alguns acontecimentos ocorridos em minha vida ultimamente, passei a refletir sobre eles. Não é uma forma de me martirizar, como muitos já me disseram aqui (carinhosamente, fique claro). Apenas a racionalização que procuro ter para nortear minhas decisões. Por isso, resolvi escrever uma síntese do que consegui formular, sem precisar contar detalhes do que estou passando, de modo a deixar o texto de utilidade geral- espero!

Na medida em que não estamos satisfeitos conosco, com nosso trabalho, nosssas relações de amor ou de amizade, sempre nos apresentamos emocionalmente desajustados, em tensão. Estar ajustado, creio, é como estar adequado a certos padrões de comportamento que nos permitem satisfazer nossas necessidades reais. Como a todo momento temos múltiplas necessidades (por que se criam, ou porque criamos), continuamente enfrentamos problemas de ajustamento. Portanto, para que um comportamento seja adequado- ou seja, ajustado- é necessário em primeiro lugar, descobrir os meios de satisfazer as próprias necessidades. Mas não é só: esses meios deverão estar de acordo com as regras e necessidades do grupo social em que vivemos. E daí surgem novos problemas.

Uma frustração contínua, ou situações em que coloquem exigências superuires ao que o indivíduo é capaz de dar ou fazer, tendem a provocar nele forte ansiedade ou tensão- ou, em outra palavra, desajustamento. Daí, a tendência é apelar para qualquer coisa que reduza essa tensão, mesmo que por pouco tempo- é o caso das drogas, do álcool, das manifestações de agressividade, etc. É difícil acreditar e/ou compreender, mas esses comportamentos sejam adequados, mas é que talvez tenham sido as formas encontradas de eliminar a tensão e enfrentar determinada situação. A forma como eu reajo está sempre de conformidade com o entendimento que faço da vida. Os motivos desses comportamentos devem ser procurados na interpretação que o indivíduo fez da situação- assim abrimos caminho para a indulgência. 

Muitas vezes, a excessiva preocupação com a situação leva a optar por objetivos imediatos que irão contrariar um bem-estar mais duradouro. A criança que, por medo, se recusa a tomar uma vacina, não compreende que essa forma de ajustamento trará um sofrimento ainda maior se ela contrair a doença. Outas vezes, procuramos  compensar um fracasso com um objetivo que funciona como substituto. É o caso de alguém que se dedica, por exemplo, ao esporte, não por escolha verdadeira, mas porque sua atuação em outras áreas está longe de ser brilhante. Ou da criança, que se apega a um animal de estimação por falta de contato com companheiros adultos- tenho um filho, penso muito nisso.

Ainda há o comportamento que permite apenas um pequeno grau de satisfação das necessidades e que, na medida em que traz esse pouco de satisfação, tende a ser mantido. Esse tipo de ajustamento é a repetição, na tentativa desesperada de chamar a atenção. Isso é evidente nas pessoas que se vangloriam ou se exibem porque não se sentem aceitas, nas reclamantes que falam o tempo todo de desgraças e doenças porque não recebem atenção e afeto, nas que agridem ou impedem uma aproximação maior por saber de sua prórpia fragilidade afetiva.

É ainda existem aqueles que atingem os seus objetivos, mas de uma forma que entra em conflito com os valores do grupo social. É o vigarista que não se acha errado porque não acredita nos valores sociais vigentes e até se orgulha de enganar os outros, agindo de acordo com suas prórpias crenças, sem se importar com as dos outros.

É preciso que estejamos atentos às lições que se nos apresentam a vida, esforçanado-nos a tomar consciência do choque entre os nossos valores e os valores do meio; das responsabilidades que nos cabem pelas consequências de nossas ações. Caso contrário, nos sentiremos sempre perseguidos e injustiçados em relação aos outros quando a vida nos "castigar", quando só servirá para nos levar à revolta e à repetição de nossos atos com intensidade ainda maior.

 

Aviso: façam parte do NBA- Nossos Amigos Blogueiros. Enviem um e-mail para nba@grupos.com.br que eu os cadastro. Mais detalhes, no post de 08/10. Algumas pessoas já se cadastraram e, logo logo, verão os bons frutos disso.

Dicas de blogs: www.callianteia.blogger.com.br da Carla e http://gustavogibb.blogspot.com, do Gustavo.

Uma do Pedro Henrique: ele estava com sua mãe, quando viu um plantinha no chão. Foi lá, arancou uma galhinho, ofereceu à mãe e disse: "Eu amo a mamãe!" Ela se emocionou muito e, como se ele percebesse, resolveu recolher todos os galhinhos que encontrava pela frente para dar à ela... (risos).

Frase: "Tudo o que foi prazer um dia torna-se um fardo quando não mais o desejamos." (Proust)



Escrito por Ivan às 17:07:18
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Faz tempo que não falo de meu filho, o Pedro Henrique. Ele tem dois anos e nove meses. Um garoto muito ativo e inteligente, para quem não sabe. Ao contrário do que muitos pensam não sou assim tão coruja. Enxergo-o como um ser individual, mas que ainda carece (naturalmente)  de cuidaods e orientação.  Para mais detalhes sobre o Pedro Henrique, recorram aos textos de 13/05, 15/04, 16/04, 20/04, 17/05, 24/05, 13/06, 24/05, 13/06, 01/08, todos textos de muito sucesso por aqui, e terão uma idéia de nossa relação.

##Eu de bicicleta, ele na cadeirnha e, mesmo debaixo de chuva ele cantava, enquanto eu me preocupava em deixá-lo o mais seco possível. Daí, me disse: "Papai, vedhia tó, o bubu"- agora ele tá falando frases. Nunca tinha ouvido ele falar essas palavras juntas. Olhei para onde ele tinha apontado e vi uns urubus comendo uma carniça já muito fétida. Ele continuou: "o bubu, tá comeno, papai". Eu pensei na carniça fétida, ele se concentrou na atividade natural dos animais. É... jesus pediu que fossemos quem nem crianças. Se observarmos nossas crinaças, entenderemos cada vez mais o que ele quis dizer com isso...

##Lembram que ele adora o Chaves? O único programa que deixa ele quieto no sofá, saiu em dvd com alguns episódios. Sua avó, e minha mãe, comprou o primeiro. São cinco episódios., que ele vê no mínimo três vezes por dia. Liga a tv, liga o dvd, o aparelho de som, vai achando o canal, aperta play, senta no sofá e se diverte com as mesmas piadas. Já sabe de cor várias cenas, mas ri mesmo ssim. O que me impressiona: mesmo sabendo que é a milésima vez que ri com aquilo, ele jamais deixa de me contagiar com seu riso e, enquanto faço qualquer outra coisa (afinal, não dá para ficar vendo o Chaves com ele, não é?), sorrio com suas gargalhadas impossíveis de não ouvir...

##O pior, ele pede que eu imite um personagem do seriado. E lá vou eu dizendo: "Foi sem querer querendo". Ele gargalha e diz: "que mais, papai?" E eu vou imitando a todos, dizendo as expressões de cada personagem, inclusive aquele redundante diálogo entre o prof. Girafales e a d. Florinda. E ele vai rindo.

##Ontem, ligo para o celular da mãe dele. Ela diz para eu falar com ele. Ele diz "papai, tô na paia!". Eu respondo: "tú é um folgado hein, pequeno..." "Tê tomano banho e fiz catelo". Eu lá na Cosipa, num calor insuportável e ele tirando uma inconscientemente, he he he. Sua mãe disse que ele brincou, correu, rolou na areia e ficou parecendo um pernilzinho à milanesa. Crianças são mesmo uma graça...

##Outro dia, ouvi duas outras coisas inéditas dele. A primeira aconteceu depois que eu desci do ônibus com ele em frente a uma barraquinha de água de coco e el disse: "papai, quélo água, côco". Tá, e lá vou eu comprar um côco para ele- e um para mim que não sou bobo. Depois, passando por uma loja de 1.99, ele viu uns caminhõeszinhos numa prateleira e pôs-se a dizer (vejam só que audácia): "Papai, compa que tá barato". Imaginem só vocês. Ele mal sabe contar...

##Carnívoro inveterado que é, cometeu o despautéiro, recentemente, de comer quatro desses espetinhos parecidos com os que se vendem nas esquinas por aí, numa churrascada que o levei. Eu dizia para ele: "Você vai cagar um boi, bebê". E ele, como se estivesse entendendo: "É, papai". Os bois se retorcem em seus túmulos...

##Ele sempre me abnraçava quando me via. Agora, quando chego, eu peço o abraço. Ele responde: "Peraí, pai, peraí", e enquanto fala, toma distância até a parede mais próxima. daí, põe-se a correr de braços abertos. Não sei onde ele aprendeu isso, mas que é divertido, isso é...

##Sobre dvds musicais, agora ele está "curtindo" o que traz vários clips do A-ha. Mas não dispensa Björk de vez em quando. Além disso, dança desvairadamente quando rola músicas de aberturas de alguns programas e alguns comerciais da tv.

##Quando me pede alguma coisa e eu digo não ele agora pergunta: "Pôquê não, papai?". Aliás, está entrando na fase (precocemente) de querer saber das coisas. É um tla de quê isso para lá, quê isso para cá...  Confesso que a paciência falta às vezes, mas me esforço pois sei que isso faz parte de seu aprendizado na descoberta das coisas do mundo mundo...

##Sei que ele vai crescer. Mas também sei que seu crescimento ético me foi confiado pela providência divina. Desde que nasceu, muitas de minhas posturas foram mudadas e novos assuntos me ineterssam agora.  Se ele me foi confiado é porque devo estar à altura. procuro não falhar. Afinal, poetizando e acrescentando valores minha vida, colaborou a providência divina me enviando essa criaturinha... retribuir o presente é um esforço que, espero, continue me dando tanto prazer!

pequenas vertentes-:-: respondendo à algumas pessoas, em relação ao Referendo, estou tentado a votar pelo "não". Claro que tenho meus argumentos, mas se não os escrevo é por julgar pouco importante. ### ENVIEM UM E-MAIL PARA nba@grupos.com.br solicitando cadastro para participar do grupo NBA- Nossos Blogueiros Amigos. mais detalhes, no post de 08/10. ### sei que estou em falta com os meus tradicionais textos reflexivos. esperem o próximo. ### Percebo que a linha de posts mudou um pouco desde o início do blog. Estive lendo umas coisas antigas... Alguns comentários antigos... Foi muito bom relembrar. No começo do ano que vem, devo republicar alguns textos, por ocasião do aniversário do blog!

Dicas de blogs: www.callianteia.blogger.com.br da Carla e http://gustavogibb.blogspot.com, do Gustavo.

frase, para Lizzie do www.intelectual-e-neurotica.blogger.com.br: "Se eu me magôo e passo odiar quem foi insensível comigo, esse problema é meu, não do outro. O outro apenas não correspondeu às minhas expectativas, não deu o colo que eu achava que merecia, não foi o amigo que eu queria que tivesse sido. Ele doi ELE. EU é que queria que ele tivesse agido diferente. Então, EU sou o responsável pelo que sinto."



Escrito por Ivan às 19:38:08
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  HIATO INVOLUNTÁRIO

Tantas coisas acontecendo e me impedindo de acessar a internet, visitar os blogs, atualizar o Vertentes de Mim...

Enquanto busco inspiração, vou me empenhando em cadastrar todos os interessados no NBA- Nossos Amigos Blogueiros.

Basta enviarem um e-mail para nba@grupos.com.br, escrevendo o nome e o blog de onde é (maiores detalhes, no último texto).

Tão logo eu possa, visito a todos.

Tão logo venha a inspiração, atualizo o Vertentes de Mim.

Carinhoso abraço!



Escrito por Ivan às 17:21:05
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NOSSOS AMIGOS BLOGUEIROS

Notícia a todos. O grupo virtual (ver post anterior) já foi criado. Se chama NBA- Nossos Amigos Blogueiros. O nome é simples, pois pretendo que razão dele  existir seja simples também, assim como o é o Vertentes de Mim. Para quem quiser fazer parte, envie um e-mail para mim- ivanjdlf@gmail.com- escrito NBA no "assunto"  do e-mail. Identifique-se, dentro do e-mail, com seu nome (e/ou nick)e de que blog é. Ou então, mande um e-mail para o nba@grupos.com.br, no mesmo esquema. É que não sei o e-mail de todos vocês e preciso saber quais pessoas incluir, já que pretendo ser crterioso nisso.

Para quem não sabe como funciona, eu explico. Se você publicar um texto novo no seu blog, basta mandar um e-mail para o nba@grupos.com.br  avisando e todos os amigos virtuais (aqueles que quiserem ser incluídos no grupo) verão e poderão acessar o blog para ler o texto.

Eu serei o moderador e garanto a todos que não permitirei que pessoas estranhas a mim ou ao grupo sejam incluídos. Muitos leitores meus, pela assiduidade e seriedade já constatada nos seu blogs, têm lugares garantidos. Depois disso, vou preferir consultar as pessoas do grupo para inserir um novo integrante. No caso de alguém não levar a sério a proposta, eu simplesmente o excluirei do grupo, para que mantenhamos a seriedade. O grupo poderá ser usado sem restrições, mas para informar aos integrantes sobre coisas que sejam pertinentes. Ou seja, enviar gifs, mensagens carregadas, etc., só vão encher nossas caixas de entrada, e a proposta não é essa. Estarei monitorando tudo, da forma mais carinhosa possível (o mínimo, pelo que todos vocês têm feito por mim)

Me enviem e-mails sugerindo, contestando, concordando com as informações acima ou, então, pedindo respostas à dúvidas ou pedindo  a inserção no grupo NBA. Devo voltar por aqui apenas no próximo fim de semana, quando vou colher as opiniões de todos vocês.

 

MUDANDO DE ASSUNTO

Agradeço, de coração a todos os que manifestaram carinho por causa o último texto que escrevi. Porém, creio ser pertinente explicar que não me referi à morte física ou desencarne quando escrevi que "viver é ter coragem de morrer". Morrer no sentido de constante mudança, deixando o velho que nos entrava para traz e nascendo COM NOSSA PRÓPRIA OBRA. Essa frase era corrente nun encontro que ocorreu em 4 dias, na Semana Santa de 1996, em Franca. Viajei 9 nove horas para estar lá. O evento tem o nome de COMJESP- Confraternização das Mocidades e Juventudes Espíritas do Estado de São Paulo. O encontro acontece a cada cinco anos e o próximo será o ano que vem, na cidade de Rio Claro.

Para se realizar um trabalho desses, todas as mocidades espíritas do estado que se fazem presente, participam de alguma forma. Várias equipes de trabalho são criadas. Afinal, é preciso divulgar, confeccionar crachás, cozinhar, etc. para um contigente de mil pessoas aproximadamente. Na época da Comjesp em Franca, eu tinha 18 anos e foi para mim um dos melhores de semana que já vivi. Faltei ao trabalho, mesmo com o risoc de ser demitido. Na época, tinha uma vida extremamente complicada (ver textos de 17 e 20 de junho, onde esboço uma pequena autobiografia), mas não me passava pela cabeça deizar de ir. Foram três dias. Quinze horas de estudos, fora as atividades artísticas e lúdicas em grupo. O tema central era "Compreender é Modificar-se", dividido em quatro subtemas e algumas salas de dinâmicas (que chamamos Salas Optativas).

Lá, o conceito "viver é ter coragem de morrer" foi muito refletido e vivenciado nas dinâmicas simulatórias. Nunca aprendi tanto em tão curto espaço de tempo. A equipe de doutrina (os monitores- as pessoas responsáveis por preparar os estudos e monitorar as salas) trabalham uns 8 meses juntos, fazendo reuniões e pesquisando muito. O Estado de São Paulo é dividido pelo DM/USE (Departamento de Mocidades da União das Sociedades Espíritas) em 4 regiões(as Assessorias) e estas em Regionais. Um grupo (que varia) de cidades compõem um Regional. As Assessorias têm seu encontros. A minha é a 1ª Assessoria e o encontro também é na semana santa (COMELESP- Confraternização das Mocidades do Leste do Estado de São Paulo) e já fiz parte de muitas equipes de monitores dos estudos. Hoje, sou o responsável  pela secretaria de doutrina do DM/USE São Vicente, a cidade onde moro. Os DMs são órgãos de unificação e tem como objetivos dar suporte doutrinárioas e administrativos às mocidades já existentes, auxiliar na criação de novas mocidades, promover encontros onde se busque otimizar o trabalho educativo nas mocidades, propor idéias para que as mocidades colaborem cada vez mais com a transformação mora de seus integrantes.

Claro que tem muito mais do que isso. É que, neste momento me dei conta de que não sei porque escrevi tudo isso... Bom, pelo menos vocês me conhecem um pouquinho mais.



Escrito por Ivan às 17:07:22
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  VIVER É TER CORAGEM DE MORRER

As pedras são, as flores são, as nuvem são. é como se elas tivessem "ser", pois são alguma coisa. Mas não sabem disso. Não se aborrecem, não se alegram, não criticam o chefe ou ao vizinho, nem mesmo têm dor de cotovelo. Somente a criatura humana (um espírito, essêncialmente, porém encarnado- desculpem aos que não concordam) existe conscientemente. Tem consciência do próprio ser. Todos sabemos que somos alguma coisa. Somente nós temos essa condição. Porém, tomar consciência do real e verdadeiro motivo de nossa existência é coisa rara. Em geral temos tempo para consumir, para gostar daquilo que todos gostam, vivendo o que os outros vivem, esquecendo que somos, cada um, um ser que existe individualmente e que deve descobrir-se, autenticar-se.

A vida não é lucro. Viver é como uma expressão de aperfeiçoamento pessoal, ainda que, como nossa participação efetiva, colaboremos para que o coletivo também se aperfeiçõe. Viver é como um dom que nos foi dado e, deverá continuar a ser um dom de nós mesmos. A conformação com um tipo de prazer habitua a criatura humana ao desinteresse, ao imediatismo, e o distrai das exigências de sua abertura em busca da satisfação verdadeira de ordem naturalmente superior à uma busca pura e simples do prazer.

O prazer pode trazer a satisfação de uma necessidade, mas o plano da vida humana não se reduz ao estritamente necessário. Perseguindo-se o prazer efêmero, experimenta-se- não sejamos hipócritas de negar- alegria toda vez que são alcançados, considerando esses momentos como felicidade inclusive, que, no entanto, não correspondem ao sentido profundo de que ela se reveste, e poucos, além de não experimentarem, parecem nem estar preparados.Penso, logo sou, li num livro. É que o pensamento revela a existência do homem a si mesmo. E ele quem começa a livrá-lo de doque lhe amarra em sua vida efêmera, embora pareça confortável.

A interpretação equivocada da vida é que parece nos conduzir à buscas irreais, que perdem, inclusive, o significado quando se alteram os fatores que constituem a cada uma de nossas vidas; o que é um tanto salutar, pois nossa visão, em determinada época da existência, muda completamente em outro período. Vivemos num mundo, e cercados de pessoas (sendo uma delas, muitas vezes, inclusive), em que a visão das pessoas está marcada pela busca de resultados imediatos. Viciados por demais em nossaos critérios, através dos quais realizamos os nossos juízos de valor, fechamo-nos em nosso mundo particular, defendendo-o com unhas e dentes de quem tentar se aproximar. E muitos são os que existem e podem colaborar em nos ensinar a sentir e viver outras experiências.

É preciso coragem. "Viver é ter coragem de morrer", aprendi num encontro em Franca, aos 18 anos de idade, em 1996. Morrer como ser obrigado a desligar-se de tudo aquilo que nos fixamos nesta vida, que nos acomoda, que nos impede ao novo. Quando buscamos não nos fixar à essas coisas, na medida em que as transformamos, renascemos com nossa própria obra. Sempre.

 

pequenas vertentes- Este texto é somente uma pequena reflexão inspirada num texto que acabo de ler no Pensando Diferente (http://drika.cat.blog.uol.com.br). Nem ia escrever nada, mas o texto dessa moça me trouxe algumas lembranças... ### Sim, por enquanto o Vertentes Musicais de Mim está suspenso (detalhes em http://spaces.msn.com/memmbers/vertentesmusicaisdemim) ### continuo recebendo sugestões de assuntos a tratar por aqui. Enviem para ivanjdlf@gmail.com ### Faz tempo que ele não aparece por aqui e, curiosamente, faz tempo também que ninguém pede algo do Pedro Henrique. Esqueceram dele? He he he he he! ### Acessem: http://www.callianteia.blogger.com.br. Vocês vão gostar.

SUGESTÃO A TODOS OS BLOGUEIROS ASSÍDUOS DESTE BLOG: pretendo fazer um grupo virtual. Seria um grupo para blogueiros. Para quem não sabe, funcionaria assim: Eu cadastraria quem se interessasse e, quando cada um de nós mandasse um e-mail para o grupo, todos os cadastrados receberiam. Só se cadastra que for convidado pelo moderador do grupo (que poderei ser eu, se ninguém tiver objeções) e, se for da vontade do grupo, um cadastrado poderá ser excluído também. Assim, poderemos mandar mensagens a todos de uma só vez, bem como notificar a todos a atualizações de nossos blogs, etc. A idéia não é substituir o contato que temos com cada um em nossos blogs, mas aumentaríamos, e muito a quantidade de leitores de cada um. Pensem, reflitam, e perguntem.



Escrito por Ivan às 17:08:15
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Dois amigos me desafiaram a ler com mais carinho e atenção aquele poema da pedra, escrito por Drummond. Embora eu admire muito dos seus poemas, este, em especial, pouco me dizia. Quando souberam que eu não gostava tanto assim do poema, me pediram que eu refletisse melhor, e, bom... tenho de me curvar aos dois e admitir que até então eu estava cego. O resultado da minha reflexão, publico aqui, sem medo de ser feliz; pois com isso, Márcio e Ana Maria, pretendo me redimir e pagar-lhes o desafio assim, em público.

Na sombra da idade, o homem mais velho recorre à bengala para lhe der apoio. Se tem fome, sabe o que fazer; vai até a padaria e compra um pão, trazendo-o numa mão, a bengala na outra. Se tem sede, busca água, que traz numa mão, e a bengala na outra. Mas, se tem fome e sede, não pode buscar pão e água ao mesmo tempo... A necessidade, para ser sanada, precisa de estratégia...

O obstáculo dói. E surge em nossas vidas quando não há mais segurança, ou seja, quando não conseguimos mais produzir resultados utilizando os recursos de que já dispomos. O tempo da mudança chega. A mudança se faz necessária. E, é atravessando os obstáculos que poderemos realizá-las.

Não utilizar as pedras em nosso próprio proveito, é desprezar o propósito do obstáculo. Quando tropeçamos na pedra, somos levados à frente, ou seja, nenhum obstáculo nos impede de voltar. Mas, nos desafia a seguir. A decisão é pessoal, por isso deve-se ter cuidado, pois ver a pedra no outro é não dar conta de si. As dificuldades que se nos apresentam devem ser encarados como meios para que adotemos outra postura de vida. A crise se mistura com a necessidade de mudança, mas, aceitando o obstáculo e enfrentando-o como condição essencial da existência, forma um novo estado, diferente de tudo o que estávamos acostumados a ver e sentir.

A acomodação provoca falência. A transitoriedade da vida material só compensa quando nos esforçamos pela construção das virtudes. É claro que vez ou outra, fracassaremos, o que não deixa de ter um lado positivo. Afinal, ter uma pedra no sapato incomoda, mas incomodaria muito mais ter um sapato de pedra. O importante é a forma de encarar o problema, a pedra no caminho. Esquecê-la para prosseguir sem traumas; e lembrar-se dela, para não cometer os mesmos erros passados- aí está o ponto positivo do fracasso.

Em outras palavras, é um como um exercício de oscilação entre o esquecimento e a lembrança, para que, cada vez melhor, pensemos e ajamos diante do obstáculo. Muitas vezes, o problema nem é ver a pedra, mas deixar de vê-la, porque a sucessão de pequenas falhas cava uma cova. Por isso, a avaliação constante é fundamental para quem sonha e quer alcançar objetivos.

Avaliações constantes nos ensinam a prever acontecimentos que possam afetar os esforços na busca pelos nossos objetivos. Assim, tomamos decisões antecipadamente, sem improvisos, sem transtornos ou desperdícios, definindo claramente os meios e recursos para atingir os objetivos. A propórito, o homem velho trouxe numa das mãos uma bengala, e, na outra, água e pão dentro de uma cesta.

A necessidade do obstáculo parece ser constante porque sonhamos.  Mesmo que perseveremos, as pedras aparecerão no meio do caminho. Não importa qual pedra seja. Colocada no lugar certo, sempre edificará alguma coisa. para o bom combatente, parafraseando Paulo de Tarso, não existe dor.

Frase: "Nunca me esquecerei desse acontecimento, na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra. Carlos Drummond de Andrade.

PS. 01: continuem sugerindo assuntos para novos textos, mas por favor façam por e-mail: ivanjdlf@gmail.com.

PS. 02: Quam ainda não conhece, por favor a vocês mesmos, conheçam o site Pensando Diferente. É de uma pessoa de talento especial, a Drika. Dia 18, inclusive, ela publicou um texto meu. Não deixem de visitá-la: http://drika.cat.blog.uol.com.br

PS. 03: sei que estou em falta, e visitando tão pouco a cada um de vocês. Não sabem como me entristeço. Mas, não desistam de mim... Obrigado a todo pelo carinho!

PS. 04: visitem http://spaces.msn.com/members/vertentesmusicaisdemim 



Escrito por Ivan às 16:23:30
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BRASIL, Sudeste, SAO VICENTE, PARQUE PRAINHA, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Música, Cinema e vídeo, teatro, leituras, passeios
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