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Um outro dia, numa palestra, temas como a baixa autoestima, a ansiedade e a insegurança embasavam as perguntas daqueles a quem, carinhosamente me ouviam. Não sou especialista em assunto que seja, apenas um interessado nos estudos das emoções humanas. Por isso esse tema está tão presente no meu blog. E por isso, nas palestras e estudos que monitoro, me sinto contente em compartilhar o que vou descobrindo nas informações que colho.
O conjunto de idéias que nos levam a sensações equivocadas de que não somos capazes de realizar algo de valor, leva-nos ao quadro emocional do complexo de inferioridade. E o referencial é sempre os outros, qua nos parecem mais felizes, mais capazes, masi resolvidos. Quando nos sentimos inferiores, não entendemos ou sentimos que podemos criar nossas experiências, modificando-nos. Melhor que adotar uma postura de supérioridade para compensar esse sentimento de inferioridade que vai nos corroendo, enquanto não o assumimos, para, a partir dele, retomar as rédeas de nosso pórpios impulsos.
A baixa autoestima gera outros sentimentos que nos incapacitam à autenticidade. O inseguro não acredita no seu valor pessoal, por isso deposita, muito frequentemente, suas expectativas emocionais nos outros, tendo os outros como referências para suas atitudes, numa busca desenfreda para melhorar a dor de suas carências. Com isso, não percebe quer cria muitas dificuldades em seus relacionamentos.
Os iseguros não se expressam. E usam como justificativa para um vida emocionalmente triste o fato de não terem atenção, de term sidos rejeitados, etc. Não entendem, por exemplo que, quando numa relação, alguém escolhe outro rumo existencial, não se pode desestabilizar por causa disso. Uma tristeza inicial e um certo abalo num tempo justo para que nos recuperemos, mostrará que somos sensíveis, não nos prender a algemas poderosas de um passado.
A ansiedade, neste quadro, atrapalha muito, pois, se dependemos emocionalmente dos outros, não entendemos que as íntimas convicções é que determinam a nossa foirça de (re)agir. A ansiedade jamais alterará nosso destino, mas sim nossa vontade e empenho no tempo presente. Acredito que na providência divina, tudo tem a hora exata de ocorrer. Por isso, também acredito que precisamos nos esforçar para aprender a nos integrar com o ritmo natural das coisas, caminhando passo a passo para chegarmos à serenidade tão necessária nos momentos de crise.
Que não distanciemo-nos de uma vida mais autêntica. E que esse encontro com particular, cada um de nós, com a individualidade, nos coloque à frente de nossos conflitos para que, a aprtir desse conhecimento, busquemos alternativas para as curas de nossas aflições mais punjentes- que nos impendem de viver em paz.
Obs.: gosto dos ensinamentos de Jesus, embora não seja religioso. É que acredito que ele tenha se preocupado com um sem número de vertentes das aflições íntimas e seus ensinamentos são injeções de ânimo. Sobre a auto estima, por exemplo, ele disse "Vós sois deuses, e poderão fazer até mais do que fiz", não sei em que parte da bíblia. Sobre a insegurança, disse: "Seja porém, o vosso falar: sim, sim; não, não", em Mateus, 5-37. E, por fim, sobre a ansiedade, ensinou-nos: "Não andeis pelo dia de amanhã, porque este a si mesmo lhe trará cuidado; ao dia de hoje, basta a sua própria aflição", também em Mateus, no capítulo 5.
Meu outro blog: http://umcasal.blogspot.com
Escrito por Ivan às 19:43:47
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