Vertentes de Mim
  4ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico este que não intitulei. Os outros Desmembramentos eu talvez republique depois.

Hoje estou reflexivo, por ocasião de certos acontecimentos em minha vida que nunca comentei aqui. Aliás, há muita coisa que não compartilho por aqui (já pensaram em elaborar um qustionário de perguntas relevantes e criar uma corrente, para que possamos saber um poco mais das essências de nossos companheiros virtuais?) por achar desinteressante. Há detalhes de minha vida dignos de compaixão. Eu mesmo vivo fazendo mea culpa para muitos a quem eu conheço. Aprendi muitas coisa com a doutrina espírita. Todos os meus interesses foram moldados, refeitos por influência da absorção dos conceitos espíritas. No campo intelectual ao menos, pois na prática, ainda sou muito vacilante. Por isso, como acontece com qualquer um, erro tanto comigo e com os outros. Reconheço que melhorei. Mas confesso errar muito ainda.

As explicações das ações humanas são individuais e até mesmo os mais perversos entontram "motivos justos" para serem aceitos em suas ações. É que me habituei a ouvir a mim mesmo, desconsiderando até mesmo o valor do que o outro defende. Atendendo aos impulsos do ego, vacieli muito (mais que vacilo hoje), pensando com o que já possuía, e considerando saber agir, por imaginar saber tudo. Isso deve der causa em alguma experiência traumática anterior que implusinoa meus mecanismos de defesa a originarem íntimas e quase incofessáveis necessidades da aprovação alheia.

Pelas nossas próprias atitudes, ensina Emmanuel, "no caminho comum, nas relações habituais de uns para com os outros sabemos, em verdade, se ainda estamos na noite do personalismo delinquente ou se já estamos atingindo a alvorada renovadora com o inolvidável mestre da cruz".

Personalismo é a excessiva valorização de mim mesmo, de minha pessoa. O personalista (eu) se magoa quando deposita uma expectativa em alguém e não é correpsodido, inspirando discórdia por onde passa, pois fará sempre o que estiver ao alcance para ser ouvido e aceito. Muitas vezes, a aceitação do outro é só uma estratégia inicial para, mais tarde, comprometer-lhe. Imaginem o diálogo: "Querido, que tal aquele cineminha hoje, para ver aquele filminho..."; ele responde: "você sabe que não gosto desse gênero de filme... chame fulano e vá com ele, que fico aqui lendo um pouco"; ela, ensandecida:" você vai sim, que não vou chamar ninguém, não tem cabimento, eu com namorado, chamar um amigo para ir...". Não é assim que agimos?  E se ela, depois da recusa dele dissesse: "então vou chamar a fulana", há quem dissess: "e vai me deixar aqui, sozinho? Prefere sair com ela que comigo...".

Pois é, hoje eu vivo situações complicadas em função do que meu personalismo plantou por aí. Como a colheita é obrigatória, só estou "curtindo" os frutos... Respeitar o tempo do outro, levando em consideração que ele tem seus anseios, seus medos, seus desejos, seus gostos, seus sonhos é  fundamental para que minhas relações melhorem a cada dia.

O personalismo cega uma pessoa, que apesar de receber críticas por sua conduta, sempre considerará que está sendo invejao, quando, na realidade está sendo alertado para mudança de atitude. Os personalistas são excitáveis, centralizam o poder, o comando em torno de si. O personalismó é uma pedra  de tropeço para a solidariedade, a fraternidade, a cooperação, a afetividade, motivos pelos quais precisamos ficar atentos, primeiro em nós! Se o Lula resolver a situação do país hoje, se as gueras acabarem amnhã, o dólar não subir, a inflação chegar  azero, eu mudar para um emprego melhor, conseguir fazer aquele curos que tanto quero, comprar todos os livros e cds que desejo, etc, etc, ainda assim conservarei em mim o orgulho, o egoísmo, a ira, enfim valores excusos que não me trarão a felicidade espiritual, a serenidade da alma, independem do que os outros têm a fazer. A responsabilidade da busca é pessoal e intrnsferível.

Estou pensando nessas coisa por que não estou tão bem hoje. Ainda é cedo, mas os impulsos de meu ego, há pouco, forma mais fortes e ai mal. Mas este é um detalhe que não pretendo compartilhar por aqui. Terminarei, pois preciso resolver umas pendências e levar meu filhão para um passeio!

Por algumas circuntâncias não previstas, não me submeterei à cirurgia hoje como eu havoa divulgado. No entanto, o dia foi marcado e, certamente, será no dia 03 de março. Embora haja a possiblidade de ser antecipado para o dia 24 de fevereiro.

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com. Como disse a Calliope (http://www.callianteia.blogger.com.br/), eu escrevo de montão mesmo quando não estou inspirado. Aliás, Carla, aquele erro apontado por você já foi devidamente corrigido.

Se inscrevam no NBA (Nossos Blogueiros amigos). Enviem e-mail para nba@grupos.com.br

Dias atrás, fui contatado por um rapaz de nome Guilherme, editor do Catanduva na Rede. Ele entrou no Vertentes de Mim por acaso, disse ter gostado que viu escrito por aqui e me convidpou a colaborar para o site. Alguns e-mails e esclarecimentos depois, minha estréia foir marcada para o dia 16 deste mês. Se puderem, prestigiem o meu espaço já foi criado lá inclusive. Endereço: www.catanduvanarede.com.



Escrito por Ivan às 16:33:16
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  3ª REPUBLICAÇÃO

Em abril, o Vertentes de Mim faz aniversário. Por conta disso e até lá, republicarei alguns dos textos que escrevi e mais gosto ou os que mais fizeram sucesso. Não pretendo seguir ordem cronológica. Hoje, republico este que intitulei de "Desmembramento 2", o segundo dos cinco textos originários do texto republicado antepenultimamente (acho que acabo de inventar uma nova palavra)!

(...continuação) Juro para vocês! Eu não sei o que é sentir ciúmes. Nunca senti isso por ninguém. Nem de minha mãe, irmãs ou amigos e até mesmo meu filho. Com quem me relacionei, nunca senti ciúmes. E isso nunca significou não gostar de pessoas. Não aprendir a não ser ciumento. Ninguém me disse se era errado ou certo. Mas já me chateei com essa falta de ciúmes algumas vezes e outras, me aborreci.

Porque me aborreci? Porque as pessoas, em qualquer tipo de relação, gostam de ser objetos de ciúmes, sobretudo se a relação for bem estreita. Eu conheço um amigo que também é desprovido desse sentimento (seremos, ele e eu, seres normais?) e namora uma moça que tem um ciúme considerado normal para a maioria. Quando acontece uma situação em que ele deveria (na opinião dela) sentir cúmes e ele não demonstra (pois, considerem, está na natureza dele), ela conclui (sem medo de errar) que ele não gosta dela o suficiente, etc, etc, etc. Ele jura que não é isso, e eu, acreditem, entendo.

Não é que eu não tenha carências afetivas, já que todos a temos. Mas não vejo pessoas como minha propriedade. E, livre que sempre quero ser, me incomoda ser controlado numa relação. Eu me relaciono com muitas pessoas, algumas delas adoro conversar num almoço, numa caminhada na praia. E, se as pessoas que gosto tiver as mesmas necessidades e as realizá-las sem mim, não pensarei bobagens, nem controlarei a hora, etc. Nem ligarei a toda hora para lembrar que preciso dela. A menos que seja necessário e ela saiba disso.

Daí alguns me perguntam: e se você pega sua namorada aos beijos e abraços com outro alguém? Bom, se eu VEJO COM MEUS PRÓPRIOS OLHOS, então, vou me sentir desrespeitado. E se desrespeito é o mesmo que ciúme, então sou ciumento. Penso que o cuíme se processa na mente de alguém necessitado de afetividade mais do que o outro está disposto a dar. Temos um compromisso, e dentro dele, está implícito algumas exclusividades narturais deste tipo de relacionamento. O ciumento parece ser aquele em que deposita no outro suas expectativas emocionais, e não sabe lidar com essa necessidade, para ele imperceptível, quando o outro não lhe responde a contento. Além disso, o ciumento antevê, sem saber comprovadamente, uma situação. Se ele sabe, e comprova, não creio ser ciúmes, já que aqui cabe falar de respeito e dignidade.

É aquela história: se tive ou tenho poucos afetos, quando um se torna intenso, é como se minha mente suplicasse por sua permanência. Mas, sôfrego e cego pela intensidade daquilo que ainda não se está acostumado a lidar, o que não se quer é perder de vista o que se levou tanto tempo para conseguir. Daí, para sentir que o outro é propriedade intocável é um pulo. O ciumento vive mal emocionalmente, o seu objeto de ciúme é sufocado, e os dois se impedem de relacionar-se, enriquecendo suas experiências, aprendendo com os mundos de outras pessoas, etc. Eu acredito que o ciúme é um sentimento que nos predispõe a sofrer por uma possível perda, antecipadamente, sem comprovações de que a perda irá se suceder, efetivamente, já que não conto com elementos reais de que ela acontecerá.

Como disse, eu não tenho ciúmes. Se tenho algum compromisso com uma moça, levo à sério enquanto dure. Mas jamais terminará por causa de outro romance. Não vivo romances paralelos, eles devem ser desgastantes. Também não gosto que sintam ciúmes de mim, que me aborreço. Fazer parte da vida de alguém não é completá-lo, de modo a deixá-lo inteiro. É acrescentá-lo, de modo a deixá-lo mais vivo emocionalmente. Se for alguém íntimo como uma namorada ou esposa, é compartilhar de momentos na intimidade, aqui sim, de modo a tornar-nos completos em relação à parte de mim que precisa de alguém pra dividir a todos os anseios (todos), incondicionalmente. (continuará...)

 

Acessem Por Todos Os lados- http://portodososlados.blogspot.com. Como disse a Calliope (http://www.callianteia.blogger.com.br/), eu escrevo de montão mesmo quando não estou inspirado. Aliás, Carla, aquele erro apontado por você já foi devidamente corrigido.

Se inscrevam no NBA (Nossos Blogueiros amigos). Enviem e-mail para nba@grupos.com.br

Tenho visitado alguns ótimos blogs que eu não conhecia. Pretendo linká-los aqui, com o tempo, mas, até lá, para os curiosos, basta olhar os endereços nos comentário do post anterior.

Quinta-feira, dia 09/02 marcarei o dia da minha cirurgia. Divulgo o dia por aqui!

Um grande amigo meu, de Guarulhos, o Leandro, reudeu-se ao mundo blogueiro e acaba de por no ar o seu recém criado Blog. O nome é Não Sei Dizer Nada Por Dizer. Acessem, que eu recomendo: http://naoseidizernadapordizer.zip.net

Dias atrás, fui contatado por um rapaz de nome Guilherme, editor do Catanduva na Rede. Ele entrou no Vertentes de Mim por acaso, disse ter gostado que viu escrito por aqui e me convidpou a colaborar para o site. Alguns e-mails e esclarecimentos depois, minha estréia foir marcada para o dia 16 deste mês. Se puderem, prestigiem o meu espaço já foi criado lá inclusive. Endereço: www.catanduvanarede.com.



Escrito por Ivan às 17:18:03
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